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Mal sabia Antonio Candeia Filho (17 de agosto de 1935 – 16 de novembro de 1978) que, nesses 13 anos restantes, ele desenvolveria uma militância e se firmaria como um dos mais altos partidos do samba, tendo composto obras-primas do gênero como “Dia de graça” (1970), “Filosofia do samba” (1971), “Luz da inspiração” (1975), “O mar serenou” (1975), “Preciso me encontrar” (1976), “Testamento de partideiro” (1976) e “Zé Tambozeiro” (1978).