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Em um dos episódios citados nos autos, diligências realizadas junto à Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transportes (SMT) apontaram que, para a execução do Serviço Atende — modalidade gratuita de transporte porta a porta destinada a pessoas com deficiência física severa, autismo ou surdocegueira na cidade de São Paulo —, foram utilizados veículos que já integravam a frota da própria Transunião, o que, segundo os investigadores, esvaziaria a justificativa para as cobranças de aluguel realizadas pela cooperativa.