A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), cresceu e aparece empatada numericamente à frente do ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) em cenários tanto de primeiro quanto de segundo turno testados por nova pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta terça-feira (28).
Ambos estão empatados no limite da margem de erro nos dois casos.
No segundo turno, Raquel tem 45% das intenções de voto, contra 39% de Campos. Ela subiu sete pontos percentuais em relação aos 38% de abril. Campos, que antes tinha 46%, caiu sete pontos.
O mesmo movimento ocorreu na simulação de primeiro turno. A governadora, que em abril registrava 34% das intenções de voto, agora pontua com 43% —um crescimento de sete pontos. O ex-prefeito caiu cinco pontos dos 42% da última aferição para 37% desta pesquisa.
A Quaest ouviu 900 eleitores de Pernambuco dos dias 22 a 26 de julho por meio de entrevistas domiciliares face a face. A margem de erro máxima estimada é de 3 pontos percentuais, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o código PE-09649.
Outros candidatos testados na simulação de primeiro turno, Camila Falcão (UP), Ivan Moraes (PSOL) e Renan Hallais (Missão) aparecem com 1% cada um. Indecisos são 11%, enquanto votos brancos, nulos e pessoas que dizem que não pretendem ir às urnas somam 6%.
Na pergunta espontânea, quando os nomes não são apresentados aos entrevistados, Raquel Lyra toma a dianteira, com 25% das intenções de voto, ante 18% de Campos.
Avaliação do governo Raquel Lyra
A avaliação do governo de Raquel Lyra também apresentou melhora desde a última aferição. Aqueles que consideram a gestão positiva subiram para 45%, ante 36% de abril, enquanto os que avaliam o trabalho como negativa oscilaram negativamente de 18% para 15%. Já o grupo que considera regular caiu de 43% para 36%.
Rejeição
Em relação às rejeições, 35% dizem que conhecem e não votariam na atual governadora do estado, ante 37% que afirmavam o mesmo em abril. No caso do ex-prefeito, 34% declaram que não apertariam seu número nas urnas. Em abril, eram 28%.
