Connect with us

Economia

Por que crise desencadeada pela guerra no Irã pode se tornar 'maior choque petrolífero da história'

Published

on

Por que crise desencadeada pela guerra no Irã pode se tornar 'maior choque petrolífero da história'




Por que crise desencadeada pela guerra no Irã pode se tornar ‘maior choque petrolífero da história’.
AFP via Getty Images via BBC
Quando, em 1973, os países árabes produtores de petróleo responderam com um embargo petrolífero ao apoio dos Estados Unidos a Israel na guerra do Yom Kippur, os preços do petróleo quadruplicaram, abalando a economia mundial.
Mais de meio século depois, a relação entre conflitos no Oriente Médio e o preço do petróleo continua sacudindo a economia global.
🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Desde que Donald Trump e Benjamin Netanyahu ordenaram ataques contra o Irã, em 28 de fevereiro, e Teerã respondeu ampliando o conflito na região e fechando o Estreito de Ormuz, os preços do barril de petróleo dispararam de US$ 60 para quase US$ 120 na segunda-feira (9/3) — a maior alta já registrada em um único dia. Em seguida, voltaram a cair, estabilizando-se em torno de US$ 90.
Nesta semana, o mundo assistiu ao dia mais volátil da história do mercado de petróleo, provocando pânico nos mercados e — diante da improvisada intervenção do próprio Trump, que afirmou que a guerra está “praticamente concluída” — também nos gabinetes.
Veja os vídeos em alta no g1:
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Em uma aparente tentativa de acalmar os ânimos, o presidente americano telefonou para jornalistas. Mas, como explica o correspondente da BBC nos Estados Unidos, Anthony Zurcher, suas explicações estavam longe de ser claras.
“Tenho um plano para tudo, certo?”, disse a um repórter do New York Post quando foi questionado sobre a alta do petróleo. “Tenho um plano para tudo. Você ficará muito feliz.”
À emissora CBS, ele afirmou que a guerra “está praticamente terminada”. Mas, quando perguntado se a operação poderia acabar em breve, respondeu: “Não sei, depende. A conclusão está na minha mente, na de mais ninguém”.
Trump também disse coisas como “já vencemos em muitos aspectos, mas ainda não vencemos o suficiente” e afirmou que seu governo estava “longe” de tomar uma decisão sobre enviar tropas americanas ao Irã.
Seu frenesi de telefonemas, somado a uma reunião de ministros das Finanças do G7 (grupo composto por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido), na qual surgiu o rumor de que poderiam liberar 300 milhões de barris de reservas de emergência, ajudou a acalmar os mercados e conter a escalada dos preços.
Mas, como o próprio Trump admitiu, ninguém sabe exatamente o que se passa em sua mente. Por isso, a situação, como observa o editor de economia da BBC, Faisal Islam, “tem potencial para se tornar o maior choque petrolífero da história”.
Por enquanto, a guerra não terminou, e tampouco o grande gargalo que fez esta crise saltar das bombas para os mercados: o bloqueio do Estreito de Ormuz.
Dezenas de navios permanecem atracados no porto por causa do fechamento do estreito de Ormuz, como estes em Mascate, Omã.
Reuters via BBC
Embora o petróleo tenha hoje menos peso na produção e no consumo mundiais do que tinha na década de 1970, ele continua sendo um dos principais motores da economia global. E as consequências da interrupção no fornecimento — a maior da história — já começam a ser sentidas no bolso de milhões de pessoas.
Setores como transporte e petroquímica são particularmente sensíveis às altas do petróleo, que também afetam a indústria pesada e o setor agroalimentar. Uma interrupção prolongada pode ter consequências graves para economias dependentes do petróleo do Golfo Pérsico, especialmente na Ásia.
Se a inflação subir, as repercussões políticas da guerra — inclusive para o próprio Trump, que enfrentará eleições legislativas em novembro — também podem aparecer nas urnas.
O mundo “atravessa a crise energética mais grave em décadas e, potencialmente, a mais séria desde os grandes choques petrolíferos dos anos 1970”, afirma Rafael Pampillón, professor de economia da IE Business School.
Aquelas crises — especialmente a provocada pelo embargo petrolífero árabe de 1973 e pela revolução iraniana de 1979 — combinaram interrupções físicas no fornecimento, fortes aumentos de preços e um contexto geopolítico extremamente instável, explica o professor à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC.
A situação atual reúne vários desses elementos.
Imagem ilustra produção de petróleo com bandeira do Irã ao fundo.
Reuters via BBC
O fechamento do Estreito de Ormuz, chave da crise
“O Estreito de Ormuz é o maior gargalo energético do planeta”, explica Rafael Pampillón à BBC Mundo.
Por ali, passa cerca de um quinto de todo o petróleo consumido no mundo e 25% do que é transportado por via marítima. Também transitam por suas águas cerca de 30% do gás natural liquefeito (GNL). A guerra interrompeu esse fluxo.
Até 27 de fevereiro, cerca de 37 petroleiros atravessavam diariamente Ormuz. Poucos dias depois do início do conflito, esse número caiu praticamente a zero.
A instabilidade e a incerteza já influenciam os preços do petróleo, mas o bloqueio desse corredor estratégico — que pode obrigar países produtores a interromper a extração porque os navios carregados não conseguem sair e os estoques se esgotam — afeta “diretamente os preços globais da energia”, afirma Pampillón.
E por que fechar temporariamente os poços não é uma boa opção? Porque, ao contrário do que ocorre com uma torneira de água, os poços de petróleo não são fáceis de fechar e, sobretudo, de reabrir. Além das dificuldades técnicas, eles podem perder pressão e nunca recuperar o nível original de produção.
A Guarda Revolucionária Islâmica afirmou que não permitirá a passagem de “nem um único litro” por essa rota marítima enquanto Israel e os Estados Unidos continuarem seus ataques. Trump, por sua vez, prometeu que “morte, fogo e fúria” cairão sobre o Irã caso o fluxo de petróleo seja interrompido.
Diversos países já adotaram medidas emergenciais diante da “maior crise” já enfrentada pela indústria energética da região, nas palavras do diretor da Saudi Aramco, a petrolífera estatal da Arábia Saudita e maior exportadora de petróleo do mundo.
Segundo Amin Nasser, haverá “consequências catastróficas” para o mercado global de petróleo se o conflito continuar interrompendo o tráfego marítimo no estreito de Ormuz.
O presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que navios militares de seu país poderiam escoltar petroleiros e embarcações comerciais pelo estreito de Ormuz quando a intensidade dos ataques diminuir.
Getty Images via BBC
O presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que irá enviar uma dezena de navios de guerra para a região, com o objetivo de escoltar navios comerciais pelo Estreito de Ormuz, “assim que a fase mais intensa do conflito terminar”, declarou ele no Chipre na segunda-feira.
Foi o que os Estados Unidos e outras potências tiveram de fazer nos anos 1980 durante a guerra entre Irã e Iraque, quando vários navios mercantes e petroleiros foram atacados no Golfo Pérsico.
Mesmo assim, lembra Pampillón, o estreito nunca deixou de funcionar completamente.
Uma guerra assimétrica
“O Irã parece estar explorando uma forma clássica de coerção assimétrica: como não consegue igualar os EUA e Israel em capacidade militar convencional, tenta transformar o sistema energético regional em um multiplicador de custos”, explica à BBC News Mundo Omar Rachedi, economista e senior fellow da EsadeGeo, o centro de economia global e geopolítica dessa universidade espanhola.
Embora pareça incapaz de vencer no campo militar, Teerã está demonstrando que tem capacidade de afetar o sistema energético mundial, elevando o custo econômico e político de qualquer conflito que o ameace.
Em termos de teoria estratégica, afirma o economista, o Irã “está tentando transformar uma inferioridade militar relativa em poder de negociação por meio de um gargalo global”.
Ao atacar instalações, terminais, refinarias e o tráfego marítimo, o país encarece a guerra para Washington, seus aliados do Golfo e os grandes consumidores de energia na Ásia e na Europa, buscando pressioná-los por um cessar-fogo ou por uma contenção da escalada.
Mas esse não é o único objetivo, segundo especialistas. “Também se trata de enviar uma mensagem de dissuasão regional”, afirma Pampillón.
Com esses ataques, Teerã sinaliza aos seus vizinhos do Golfo que qualquer envolvimento direto no conflito poderá trazer consequências econômicas graves — e também demonstra que eles não podem ser totalmente protegidos.
Essa aposta, no entanto, pode acabar se voltando contra o próprio Irã. “Atacar a infraestrutura energética de seus vizinhos pode reforçar — e não enfraquecer — o alinhamento do Golfo com Washington. É uma estratégia racional dentro da lógica da coerção, mas extremamente arriscada em seus efeitos indiretos”, avalia Rachedi.
Quem são os principais prejudicados
O impacto desta crise energética, cujo alcance ainda é impossível prever, se espalha em cascata por toda a economia mundial. Alguns setores e regiões, porém, são especialmente vulneráveis.
Em primeiro lugar, os setores “intensivos em combustíveis líquidos e aqueles que dependem do Golfo como corredor físico”, explica o economista da EsadeGeo.
O transporte, especialmente a aviação, é talvez o exemplo mais evidente: o combustível para aviões disparou 72% em Singapura, atingindo um recorde, e desde o fim de fevereiro cerca de 37 mil voos foram cancelados, lembra Rachedi.
Quando o preço do petróleo sobe, esses setores veem seus custos operacionais aumentarem imediatamente, o que costuma se traduzir em passagens mais caras e tarifas logísticas mais elevadas.
A indústria petroquímica também é diretamente afetada, já que muitas matérias-primas industriais, como plásticos, fertilizantes, produtos químicos e fibras sintéticas, derivam do petróleo ou do gás natural, lembra Pampillón.
O mesmo ocorre com a indústria pesada: aço, cimento e alumínio são altamente intensivos em energia.
O diretor da maior petrolífera do mundo, a Saudi Aramco, alertou para “consequências catastróficas” para o mercado global de petróleo se o fechamento do estreito de Ormuz se prolongar.
Reuters via BBC
Já há sinais disso em diferentes setores. Segundo Rachedi, começam a surgir tensões no mercado de fertilizantes na Índia, além de cortes de produção ou paralisações em refinarias e complexos petroquímicos na Ásia.
“Em outras palavras: o choque começa na energia e na logística, mas acaba se espalhando para a indústria, os alimentos e os preços ao consumidor”, resume o economista.
E quais economias ficarão mais expostas a essa crise?
Para começar, as economias produtoras de petróleo do Golfo, com o Iraque como seu caso mais extremo: sua produção caiu cerca de 70%, de cerca de 4,3 para 1,3 milhão de barris por dia em um país em que mais de 90% das receitas públicas dependem do petróleo.
Outros países, como a Arábia Saudita, começaram a reduzir a produção e a redirecioná-la por um oleoduto que leva o petróleo até o porto de Yanbu, no mar Vermelho, evitando assim os riscos do estreito de Ormuz.
Essa rota alternativa, porém, não tem capacidade para absorver toda a produção do reino — o que ajuda a explicar o tom alarmista das declarações do diretor da Aramco.
Os grandes importadores asiáticos também estão entre os mais vulneráveis.
China, Índia, Japão e Coreia do Sul estão entre os maiores importadores de petróleo do mundo — e uma parcela significativa desse petróleo chega da Arábia Saudita, dos Emirados Árabes Unidos, do Kuwait e do Iraque, passando justamente pelo estreito de Ormuz.
Pequim comprou em 2025 mais de 80% do petróleo iraniano, apesar das sanções internacionais. Ao mesmo tempo, nos últimos anos desenvolveu algumas vantagens estratégicas que podem amortecer o impacto de uma crise energética global: diversificou fornecedores, acumulou grandes reservas estratégicas e possui um vasto setor de refino, explica Pampillón.
No curto prazo, dizem especialistas, a China está relativamente protegida. Mas, se a crise se prolongar, seu impacto poderá atingir também a economia chinesa.
A Europa, cada vez mais dependente do gás natural liquefeito (GNL), especialmente desde o início da guerra na Ucrânia, também pode sentir os efeitos, assim como economias emergentes dependentes da importação de combustíveis e com moedas mais frágeis.
Os Estados Unidos, que sofreram duramente com o embargo petrolífero dos países árabes nos anos 1970, hoje dispõem, segundo Rachedi, de mais instrumentos para amortecer o impacto, embora não para neutralizá-lo completamente.
O país é atualmente o maior produtor mundial de petróleo e gás, o que reduz sua dependência de importações.
Além disso, possui um dos maiores estoques emergenciais de petróleo do mundo: a Reserva Estratégica de Petróleo, que pode ser utilizada para estabilizar o mercado ou compensar interrupções temporárias no fornecimento.
Mesmo assim, o mercado de petróleo é global. “Se o preço internacional do petróleo subir de forma significativa, os consumidores americanos também sentirão o impacto no preço da gasolina e do diesel”, afirma Pampillón.
Efeitos políticos
Nos Estados Unidos, o preço dos combustíveis é um dos indicadores econômicos mais visíveis para os eleitores, pois afeta diretamente o orçamento cotidiano das famílias.
Para muitos americanos, o preço da gasolina resume o custo de vida: quando sobe, aumenta o preço do transporte, dos alimentos e de muitos bens de consumo, reduzindo o poder de compra.
Se a crise energética se prolongar, poderá trazer consequências graves para Donald Trump nas eleições legislativas de meio de mandato que os Estados Unidos realizarão em novembro.
Reuters via BBC
No caso de Trump, que enfrenta eleições em novembro e estabeleceu como prioridade reduzir a inflação e baixar as taxas de juros, a alta do petróleo ameaça diretamente sua narrativa econômica.
Estudos comparativos sobre choques petrolíferos anteriores mostram, lembra Rachedi, que aumentos no preço do petróleo reduzem sistematicamente as chances de candidatos que buscam a reeleição.
Se a crise continuar durante o verão e o outono no Hemisfério Norte, “o impacto eleitoral para os republicanos em novembro provavelmente será negativo e nada desprezível”.
O efeito na América Latina
Na América Latina, o impacto de uma crise energética depende muito do perfil energético de cada país.
Segundo especialistas, os principais beneficiados tendem a ser exportadores líquidos de petróleo, como Brasil, Guiana, Argentina e, com algumas ressalvas, Colômbia.
Especialistas acreditam que os principais beneficiados serão os exportadores de petróleo bruto, como o Brasil, a Guiana, a Argentina e, com algumas nuances, a Colômbia.
A Argentina ganha “porque Vaca Muerta continua melhorando seu saldo energético externo”, em referência à região produtora de petróleo do país. Já na Colômbia, “preços mais altos podem aumentar o caixa e a capacidade de investimento da Ecopetrol”, afirma Rachedi.
No caso do México, embora o país continue sendo produtor de petróleo, “sua produção caiu nas últimas décadas e ele importa grandes volumes de gasolina e outros combustíveis refinados, o que torna o efeito líquido de preços altos mais complexo”, acrescenta Pampillón.
Os mais prejudicados, segundo os economistas, tendem a ser os importadores de combustíveis do Caribe e de parte da América Central, além de países como Chile e Peru.
Também entram nessa lista países como a Bolívia, que mantêm subsídios aos combustíveis, o que se torna particularmente pesado para as contas públicas quando o preço do petróleo sobe.

Continue Reading
Advertisement
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Por que crise desencadeada pela guerra no Irã pode se tornar 'maior choque petrolífero da história'
Economia13 segundos ago

Por que crise desencadeada pela guerra no Irã pode se tornar 'maior choque petrolífero da história'

Artistas ‘em ascensão’ ganharam cerca de R$ 3 mil por mês no Spotify em 2025, diz relatório; entenda
Entretenimento14 minutos ago

Artistas ‘em ascensão’ ganharam cerca de R$ 3 mil por mês no Spotify em 2025, diz relatório; entenda

Oscar 2026: Onde assistir aos principais indicados do prêmio
Entretenimento43 minutos ago

Oscar 2026: Onde assistir aos principais indicados do prêmio

Efeitos da emergência climática no oceano preocupam pesquisadores
Noticias46 minutos ago

Efeitos da emergência climática no oceano preocupam pesquisadores

Porsche anuncia desconto de R$ 660 mil no 911 Turbo S na Argentina após corte de impostos; entenda
Economia1 hora ago

Porsche anuncia desconto de R$ 660 mil no 911 Turbo S na Argentina após corte de impostos; entenda

Wagner Moura e Michael B. Jordan: atores têm mais chances no Oscar ao fazer dois papéis?
Entretenimento1 hora ago

Wagner Moura e Michael B. Jordan: atores têm mais chances no Oscar ao fazer dois papéis?

Alunos do Pedro II pedem aulas para enfrentar a violência de gênero
Noticias2 horas ago

Alunos do Pedro II pedem aulas para enfrentar a violência de gênero

'Caso ela diga não': como redes sociais expõem usuários a 'níveis chocantes de misoginia', segundo pesquisa global
Economia2 horas ago

'Caso ela diga não': como redes sociais expõem usuários a 'níveis chocantes de misoginia', segundo pesquisa global

Como Musk aumentou sua fortuna em quase US$ 500 bilhões em um ano
Noticias3 horas ago

Como Musk aumentou sua fortuna em quase US$ 500 bilhões em um ano

Ataques a Maria da Penha tentam enfraquecer conquistas, diz Instituto
Noticias3 horas ago

Ataques a Maria da Penha tentam enfraquecer conquistas, diz Instituto

O Brasil pode viver novo boom das commodities com a guerra?
Economia3 horas ago

O Brasil pode viver novo boom das commodities com a guerra?

Senado aprova reestruturação de carreiras do serviço público federal
Noticias4 horas ago

Senado aprova reestruturação de carreiras do serviço público federal

Fim da escala 6×1 pode reduzir PIB e elevar informalidade, aponta Fiep
Economia4 horas ago

Fim da escala 6×1 pode reduzir PIB e elevar informalidade, aponta Fiep

Anvisa libera medicamentos para diabetes, câncer de mama e angioedema
Noticias5 horas ago

Anvisa libera medicamentos para diabetes, câncer de mama e angioedema

Botafogo cai para o Barcelona e fica fora da Libertadores
Esporte5 horas ago

Botafogo cai para o Barcelona e fica fora da Libertadores

Mega-Sena completa 30 anos com R$ 43,8 bilhões em prêmios e 980 bilhetes milionários
Economia5 horas ago

Mega-Sena completa 30 anos com R$ 43,8 bilhões em prêmios e 980 bilhetes milionários

O Kid Abelha vai voltar?
Entretenimento5 horas ago

O Kid Abelha vai voltar?

Mendonça desobriga ex-sócio do Master de depor na CPMI do INSS
Noticias6 horas ago

Mendonça desobriga ex-sócio do Master de depor na CPMI do INSS

Senado aprova criação de novos cargos no Poder Executivo; impacto é de R$ 5,3 bilhões
Economia6 horas ago

Senado aprova criação de novos cargos no Poder Executivo; impacto é de R$ 5,3 bilhões

Mega-Sena acumula e prêmio principal vai para R$ 65 milhões
Noticias7 horas ago

Mega-Sena acumula e prêmio principal vai para R$ 65 milhões

Ministério Público junto ao TCU pede afastamento do presidente do IBGE, Marcio Pochmann
Economia7 horas ago

Ministério Público junto ao TCU pede afastamento do presidente do IBGE, Marcio Pochmann

CNE faz resolução para combater “cooptação religiosa” de alunos
Educação8 horas ago

CNE faz resolução para combater “cooptação religiosa” de alunos

Ministro suspende julgamento que pode cassar governador do Rio
Noticias8 horas ago

Ministro suspende julgamento que pode cassar governador do Rio

Roger Machado é anunciado como novo técnico do São Paulo
Esporte8 horas ago

Roger Machado é anunciado como novo técnico do São Paulo

Suspeita de atirar na casa de Rihanna vai responder a acusação de tentativa de homicídio
Entretenimento8 horas ago

Suspeita de atirar na casa de Rihanna vai responder a acusação de tentativa de homicídio

Trump anuncia tarifa de 35% sobre importações do Canadá; cartas já foram enviadas a 23 países | Economia
Internacional8 meses ago

Trump anuncia tarifa de 35% sobre importações do Canadá; cartas já foram enviadas a 23 países | Economia

Presidente do BC vai escrever mais uma carta ao ministro da Fazenda sobre o descumprimento da meta de inflação | Economia
Economia8 meses ago

Presidente do BC vai escrever mais uma carta ao ministro da Fazenda sobre o descumprimento da meta de inflação | Economia

Em carta a Lula, Trump anuncia tarifa de 50% a produtos brasileiros
Noticias8 meses ago

Em carta a Lula, Trump anuncia tarifa de 50% a produtos brasileiros

Veja a íntegra da carta enviada pelo governo Lula aos Estados Unidos sobre tarifaço de Trump | Política
Política8 meses ago

Veja a íntegra da carta enviada pelo governo Lula aos Estados Unidos sobre tarifaço de Trump | Política

Dilma: Banco do Brics terá 30% da carteira em moedas locais em 2026
Economia8 meses ago

Dilma: Banco do Brics terá 30% da carteira em moedas locais em 2026

Inscrições para o 2º ENAC abrem nesta terça; prova é exigida para prestar concurso de cartório | Concursos
Economia8 meses ago

Inscrições para o 2º ENAC abrem nesta terça; prova é exigida para prestar concurso de cartório | Concursos

“Carteirada” com a ajuda de ministros do STF em concurso da USP
Educação8 meses ago

“Carteirada” com a ajuda de ministros do STF em concurso da USP

Governo quer acelerar emissão da Carteira de Identidade Nacional
Política8 meses ago

Governo quer acelerar emissão da Carteira de Identidade Nacional

Carta do Brics tem capítulo contra todas as formas de discriminação
Noticias8 meses ago

Carta do Brics tem capítulo contra todas as formas de discriminação

Em carta, governo reforça indignação à imposição de tarifas pelos EUA
Noticias8 meses ago

Em carta, governo reforça indignação à imposição de tarifas pelos EUA

Lula não esperava carta de Trump, e governo prepara reação nas redes: ‘Bolsonaro quer taxar o Brasil’ | Blog do Gerson Camarotti
Política8 meses ago

Lula não esperava carta de Trump, e governo prepara reação nas redes: ‘Bolsonaro quer taxar o Brasil’ | Blog do Gerson Camarotti

Playground do narcotráfico e déficit comercial: leia cartas de Trump com alegações para taxar México e UE | Economia
Economia8 meses ago

Playground do narcotráfico e déficit comercial: leia cartas de Trump com alegações para taxar México e UE | Economia

EUA suspendem sanções contra ex-presidente do Paraguai Horacio Cartes
Internacional5 meses ago

EUA suspendem sanções contra ex-presidente do Paraguai Horacio Cartes

Como cartéis da América Latina vêm usando criptomoedas para lavar dinheiro do crime | Tecnologia
Noticias8 meses ago

Como cartéis da América Latina vêm usando criptomoedas para lavar dinheiro do crime | Tecnologia

Trump manda carta a Lula e anuncia tarifa de 50% sobre produtos brasileiros | Economia
Internacional8 meses ago

Trump manda carta a Lula e anuncia tarifa de 50% sobre produtos brasileiros | Economia

Consignado CLT: portabilidade de dívidas pela carteira digital começa no fim do mês; entenda como vai funcionar
Economia7 meses ago

Consignado CLT: portabilidade de dívidas pela carteira digital começa no fim do mês; entenda como vai funcionar

Cartilha analisa retomada da participação social no 3º governo Lula
Política8 meses ago

Cartilha analisa retomada da participação social no 3º governo Lula

Brasil diz a representante dos EUA que devolve carta de Trump e a chama de ofensiva e inaceitável
Internacional8 meses ago

Brasil diz a representante dos EUA que devolve carta de Trump e a chama de ofensiva e inaceitável

Movimentos populares lançam carta e plebiscito por justiça tributária
Política8 meses ago

Movimentos populares lançam carta e plebiscito por justiça tributária

Morre o pastor John MacArthur, um dos mais influentes da sua era
Entretenimento8 meses ago

Morre o pastor John MacArthur, um dos mais influentes da sua era

Carta de Trump a Lula repete fórmula do bullying difundida contra seus adversários | Blog da Sandra Cohen
Internacional8 meses ago

Carta de Trump a Lula repete fórmula do bullying difundida contra seus adversários | Blog da Sandra Cohen

Nacionalismo econômico enche discursos, mas esvazia carteiras
Entretenimento8 meses ago

Nacionalismo econômico enche discursos, mas esvazia carteiras

Tarifaço de Trump: presidente dos EUA manda cartas para chefes de Estado, anunciando novas tarifas entre 25% e 40%
Economia8 meses ago

Tarifaço de Trump: presidente dos EUA manda cartas para chefes de Estado, anunciando novas tarifas entre 25% e 40%

Cartão de gratuidade é dispensado no Rio para quem tem 65 anos ou mais
Noticias8 meses ago

Cartão de gratuidade é dispensado no Rio para quem tem 65 anos ou mais

Em carta, acusado de matar jogador com 10 tiros diz que vai comparecer a júri
Noticias8 meses ago

Em carta, acusado de matar jogador com 10 tiros diz que vai comparecer a júri