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Pilotando bateria, percussões, MPC e synth, entre outros instrumentos, o músico faz uma música do mundo de tom contemporâneo, partindo do Recife (PE) natal. Às vezes, o sotaque do álbum é mais universal, como exemplifica o suingue funky que conduz “Bem bom”, parceria de Pupillo com Hervé Salters, tecladista do grupo francês de rock-funk eletrônico General Elektriks, convidado da faixa.