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Luciano Lopes da Silva, ex-vereador de Guarujá, no litoral de São Paulo, completa um ano como foragido da Justiça nesta quinta-feira (5)
Câmara de Guarujá e Redes sociais
A condenação de Luciano Lopes da Silva, ex-vereador de Guarujá, no litoral de São Paulo, pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023 completa um ano nesta quinta-feira (5). Ele está foragido desde junho de 2025, com pena de 14 anos de prisão pendente, conforme determinado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O homem também foi condenado a indenizar o Estado (veja mais abaixo).
Conhecido como ‘Luciano China’, o réu foi condenado por abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de estado, dano qualificado, deterioração de patrimônio tombado e associação criminosa armada em 5 de março de 2025.
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A condenação transitou em julgado em junho de 2025, ou seja, tornou-se definitiva. O ministro Alexandre de Moraes determinou o cumprimento da pena de ‘China’, que possui mandado de prisão em aberto com validade até 2037.
O réu também foi condenado ao pagamento de R$ 30 milhões por danos morais em decorrência dos atos. A indenização é solidária entre os demais condenados, mas não há informações oficiais sobre a quantia que o ex-vereador deverá pagar.
O g1 entrou em contato com a advogada de Luciano China em busca de um posicionamento, mas não teve retorno.
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Em janeiro de 2026, o STF divulgou um relatório sobre as condenações relacionadas à tentativa de golpe de Estado. A entidade destacou que 1.399 pessoas foram responsabilizadas pelos crimes cometidos.
Além disso, o STF destacou que há 98 denúncias oferecidas em andamento, além de 518 investigações. O órgão também pontuou que há 346 ações penais sendo movidas pelos atos, sendo 224 de crimes graves e 122 de crimes de menor gravidade.
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