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Justiça

Trump enfrenta nova data de julgamento em processo de acusador de estupro

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O ex-presidente dos EUA, Donald Trump, anuncia que concorrerá novamente à presidência dos EUA nas eleições presidenciais de 2024 durante um evento em sua propriedade em Mar-a-Lago em Palm Beach, Flórida, EUA, 15 de novembro de 2022. Foto: Reuters

Um juiz dos Estados Unidos adiou nesta terça-feira em dois meses o julgamento por difamação de Donald Trump por um escritor que acusou o ex-presidente dos Estados Unidos de estupro.

O juiz distrital dos EUA Lewis Kaplan em Manhattan estabeleceu uma data de 10 de abril de 2023 para E. Jean Carroll tentar provar que Trump mentiu ao negar que a estuprou cerca de 27 anos atrás em um camarim em uma loja de departamentos Bergdorf Goodman.

Kaplan não se pronunciou sobre o pedido de Carroll para realizar um julgamento combinando o processo, que a ex-colunista da revista Elle abriu em novembro de 2019, com um segundo processo que ela abriu na semana passada acusando Trump de agressão.

Carroll, 78, trouxe o caso sob a Lei de Sobreviventes Adultos, uma nova lei em Nova York que dá às vítimas de agressão sexual uma janela de um ano para processar por supostos ataques ocorridos há muito tempo, mesmo que os estatutos de limitações tenham expirado.

Trump, 76, se opôs a combinar os processos, com seus advogados dizendo que não sabiam quem o representaria no segundo processo. Ele queria um julgamento em 8 de maio de 2023 para o primeiro processo. A data original era 6 de fevereiro.

A advogada de Carroll, Roberta Kaplan, disse estar satisfeita com a nova data do julgamento e entendeu a decisão de adiar as decisões no segundo caso. Ambos os processos buscam danos não especificados.

Os advogados de Trump não responderam imediatamente aos pedidos de comentários.

Carroll fez a acusação de estupro em suas memórias e processou Trump depois que ele alegou em junho de 2019 não conhecê-la e disse que ela “não era meu tipo”.

Seu primeiro processo foi adiado enquanto os tribunais de apelação avaliam se Trump estava agindo como presidente quando zombou da alegação de estupro.

Se fosse, os Estados Unidos seriam substituídos como réus, e o primeiro processo falharia porque o governo não pode ser processado por difamação.

O segundo processo de Carroll também inclui uma alegação de difamação em uma postagem de mídia social de 12 de outubro, onde Trump repetiu sua negação e chamou a alegação de estupro de “farsa” e “mentira”.

A imunidade provavelmente não seria um problema porque Trump não é presidente desde janeiro de 2021.

Os casos são Carroll v. Trump, Tribunal Distrital dos EUA, Distrito Sul de Nova York, nºs 20-07311 e 22-10016. Via: Reuters

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VÍDEOS: Bom Dia DF de segunda-feira, 29 de janeiro de 2024

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Briga na Chapada: saiba quem é mulher baleada na cabeça por bombeiro do DF

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Jully da Gama Carvalho, de 30 anos, passou por cirurgia e está estável. Crime ocorreu após briga generalizada em bar. Jully da Gama Carvalho foi baleada na cabeça por bombeiro do DF
Reprodução
A cabelereira Jully da Gama Carvalho, de 30 anos, foi baleada na cabeça pelo bombeiro Andrey Suanno (veja mais abaixo). O crime ocorreu neste domingo (28), em Alto Paraíso de Goiás, após uma briga generalizada em um bar.
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A vítima, moradora do Distrito Federal, foi socorrida e levada para uma unidade de saúde da região. No entanto, segundo familiares, ela foi transferida para o Hospital de Base, passou por uma cirurgia e está estável.
Jully é maquiadora e mora no Riacho Fundo I. Segundo os familiares, ela tem três filhos: de 10 anos, de 6 anos e de 1 ano e 10 meses. A mulher, o marido e um casal de amigos foram passar o fim de semana em Alto Paraíso.
Em nota, o Corpo de Bombeiros disse que acompanha “os procedimentos apuratórios”. Além disso, a corporação disse que vai tomar “todas as medidas administrativas cabíveis”, se necessário.
Confusão
Bombeiro é preso suspeito de atirar em mulher após briga em bar de Alto Paraíso de Goiás
Jully foi baleada na cabeça após uma briga em um bar na região goiana. As câmeras de segurança do estabelecimento registraram a confusão (veja vídeo acima).
Nas imagens, a mulher aparece ao lado do marido, no balcão. Segundo a família da vítima, o companheiro de Jully tirou satisfação com um homem, porque ele teria assediado a mulher.
No entanto, quando ela tentou afastar o companheiro, o outro homem o empurrou, que revidou com um soco. Nesse momento, começou uma briga generalizada e todos deixam o estabelecimento.
No lado de fora do bar, os familiares de Jully vão embora e entram no carro. Porém, o outro homem aparece armado e dispara.
Segundo um parente de Jully, que não quis se identificar, eles só perceberam que ela havia sido atingida quando chegaram à hospedagem. “Ela começou a vomitar muito e foi nessa hora que o irmão dela a segurou e ficou todo ensanguentada”, disse.
O bombeiro foi preso por tentativa de quádruplo homicídio. A investigação será feita pela Polícia Civil de Goiás.
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Bombeiro do DF é preso suspeito de atirar na cabeça de mulher após briga em bar de Alto Paraíso de Goiás; vídeo mostra confusão

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Vídeo mostra quando militar entra no meio de uma briga entre dois outros homens. Arma do bombeiro foi apreendida. Bombeiro é preso suspeito de atirar em mulher após briga em bar de Alto Paraíso de Goiás
Um bombeiro do Distrito Federal foi preso no domingo (28) suspeito de atirar balear uma mulher na cabeça após uma briga de bar em Alto Paraíso de Goiás, no nordeste de Goiás. Um vídeo mostra quando dois homens estão trocando socos e o militar se envolve na briga. Já fora do bar, ele teria atirado na direção do carro de um dos homens que estava na briga e atingiu a mulher.
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O Corpo de Bombeiros do Distrito Federal informou que vem acompanhando toda apuração do caso e que, se as informações forem confirmadas, a corporação vai tomar as medidas administrativas necessárias. O nome do militar não foi divulgado e, por isso, o g1 não conseguiu identificar a defesa dele.
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As imagens mostram quando dois homens estão no chão, próximo ao caixa, brigando. O militar se aproxima, tenta intervir, mas acaba caindo também. Ele, então, acaba discutindo com outro homem que estava próximo.
Duas mulheres tentam separar a confusão e os homens que estavam no chão são contidos e se afastam. O bombeiro militar tenta conversar com os dois clientes, que deixam o bar. Segundo testemunhas, já do lado de fora, o militar pegou uma arma e atirou na direção do carro em que estava um dos homens envolvidos na briga e acabou acertando uma mulher.
Momentos depois, o bombeiro ainda voltou armado para dentro do bar. Não há informação sobre o que causou o início da briga e se o militar conhecia alguma das pessoas envolvidas.
O g1 não conseguiu atualizar o estado de saúde da vítima baleada até a última atualização dessa reportagem.
A Polícia Militar foi chamada e prendeu o militar em flagrante. A arma dele foi apreendida.
O bar informou que está à disposição da polícia para ajudar na investigação e já repassou todas as filmagens relacionadas à confusão. O estabelecimento disse ainda que solidariza com a vítima e que vai reforçar medidas de segurança e cuidado na entrada para evitar novos incidentes.
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Bombeiro é filmado com arma em bar de Alto Paraíso de Goiás
Reprodução/TV Anhanguera
VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

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Você está vivendo um relacionamento violento? Tribunal de Justiça do DF faz quiz para mulheres perceberem se estão em uma relação abusiva

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Teste tem 17 perguntas. Confira também lista de onde procurar mais informações e ajuda. Pessoas de mãos dadas, em imagem de arquivo
Bruna Bonfim/g1
Comportamentos violentos – disfarçados de desculpas de serem formas de amor e de cuidado – fazem com que muitas mulheres se encontrem em relacionamentos abusivos sem se darem conta da situação.
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Para que as mulheres consigam perceber se vivem em uma relação do tipo, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) fez um quiz com 17 perguntas, que o g1 reproduz abaixo.
Como saber se estou vivendo um relacionamento violento?
Onde buscar mais informações e onde denunciar sutuações de violência de gênero?
Centos Especializados de Atendimento à Mulher (CEAMs)
Os Centros Especializados de Atendimento à Mulher (CEAM) oferecem acolhimento e acompanhamento social, psicológico, pedagógico e de orientação jurídica às mulheres em situações de violências de gênero. Buscam promover e assegurar o fortalecimento da autoestima, da autonomia e o resgate da cidadania das mulheres, além da prevenção, interrupção e superação das situações de violações aos seus direitos.
👉 Os atendimentos nos CEAMs podem ser marcados de forma on-line, por meio deste link.
Site do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT)
No site do TJDFT há cartilhas explicativas sobre os diferentes tipos de violência que a vítima pode sofrer, como denunciar situações de violência contra as mulheres, explicações sobre a Lei Maria da Penha, sobre o que é uma medida protetiva e como solicitar.
👉 Confira as informações neste link.
Rede de Proteção às Mulheres do Distrito Federal
Para buscar instituições que oferecem assistência e atendimento em relação à violência, aos cuidados com saúde mental entre outros pontos, um catálogo foi feito para dar acesso aos diferentes serviços oferecidos na Rede de Porteção às Mulheres no Distrito Federal.
👉 Consulte o site com possibilidade de pesquisa de instituições em diferentes regiões do DF neste link.
Como denunciar a violência?
Fachada da Delegacia de Atendimento Especial à Mulher (DEAM II)
SSP-DF/Divulgação
A Secretaria de Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP) tem canais de atendimento que funcionam 24h. As denúncias e registros de ocorrências podem ser feitos pelos seguintes meios:
Telefone 197
Telefone 190
E-mail: [email protected]
Delegacia eletrônica
Whatsapp: (61) 98626-1197
O DF tem duas delegacias especializadas no atendimento à mulher (Deam), na Asa Sul e em Ceilândia, mas os casos podem ser denunciados em qualquer unidade.
Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (DEAM)
Endereço: EQS 204/205, Asa Sul
Telefones: (61) 3207-6195 e (61) 3207-6212
Delegacia de Atendimento Especial à Mulher (DEAM II)
Endereço: QNM 2, Conjunto G, Área Especial, Ceilândia Centro
Telefone: (61) 3207-7391
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Pessoas tóxicas: Tribunal de Justiça do DF faz quiz para homens identificarem se são abusivos em suas relações

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TJDF desenvolveu questionário para homens perceberem se são autores de situações violentas em relacionamentos. g1 reproduz quiz para você descobrir o que torna uma pessoa tóxica. Mulher sofre violência de companheiro.
Ricardo Wolffenbuttel/Secom
O entendimento da existência do machismo – que consiste em comportamento de dominação dos homens em relação às mulheres, por meio da opressão e da retirada de direitos – é um primeiro passo para a percepção de como a violência doméstica é fruto de uma cultura machista, e também para a interrupção do ciclo da violência.
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No Distrito Federal, o Tribunal de Justiça (TJDFT) fez um quiz com 20 perguntas para homens identificarem se têm comportamentos abusivos e violentos em suas relações. O g1 reproduz esse quiz e ainda reúne uma lista onde procurar ajuda para mudanças de atitude (veja abaixo).
Você respeita as mulheres?
Veja quais são os tipos de violência contra as mulheres previstos na Lei Maria da Penha
Violência psicológica: humilhações, insultos, perseguição, isolamento, controle, ameaça e outras atitudes que ferem a auto-estima e a autonomia da mulher
Violência moral: atitudes que geram constrangimento, como xingamentos, ofensas e comentários depreciativos, incluindo os crimes de calúnia, injúria e difamação
Violência patrimonial: controlar o dinheiro, destruir ou subtrair objetos, documentos pessoais, ocultar bens e propriedades em comum, dentre outros
Violência sexual: pressionar a fazer sexo contra a vontade da mulher, exigir práticas sexuais que ela não gosta, impedi-la de usar métodos contraceptivos, dentre outros
Violência física: empurrar, chutar, bater, amarrar, sufocar, dentre outras atitudes que ferem a integridade física da mulher
Como controlar a agressividade?
Em uma cartilha sobre violência contra a mulher, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) elaborou uma lista de sugestões de como favorecer uma convivência mais harmoniosa:
Que tal ouvir sua esposa com mais atenção? Esta escuta o ajudará a perceber que nem todos os desejos, sejam os seus ou os dela, são atendidos numa relação amorosa. Por meio do diálogo, vocês poderão tomar decisões conjuntas e chegar a acordos.
Que tal aprender a explicar o que sente sem culpabilizar a pessoa? Quando se diz com clareza o que não gosta, sem ofender, humilhar ou atacar, a outra pessoa consegue entender melhor a queixa e pensar soluções para o que foi falado. Concentrar-se na resolução do problema, entendendo outros pontos de vista e negociando uma solução, é mais relevante que acusar ou responsabilizar.
Que tal aprender a controlar a raiva? Ficar nervoso ou raivoso em demasia é extremamente ruim para a sua própria saúde, bem como para seu relacionamento com sua companheira e filhos (se houver). Portanto, é importante aprender a controlar e a lidar com as emoções, principalmente a raiva, de modo mais saudável. Não alimente discussão, crie estratégias para esfriar a cabeça antes de retomar uma discussão acalorada.
Que tal aprender a ser mais tolerante, a ter atitudes de mais respeito com relação às mulheres com quem você se relaciona? Não imponha os seus valores como os únicos válidos. É sempre bom avaliar seus erros e buscar repará-los consertá-los. Olhe para as mulheres com todas as suas características: trabalhadora, mãe, companheira, amiga. Isso trará diferença significativa a seus relacionamentos.
Onde procurar atendimento para mudança de atitudes?
Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS)
Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) é uma unidade pública de Assistência Social que atende as pessoas e famílias (crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos, mulheres) que estão vivendo situações de violência ou violação de direitos.
👉 Confira locais e contatos para receber o atendimento neste link.
Núcleo de Atendimento às Famílias e aos Autores de Violência Doméstica (NAFAVD)
Os NAFAVDs oferecem acompanhamento psicossocial às famílias em situação de violência doméstica. Normalmente, as intervenções iniciam-se por meio de atendimentos individuais e prosseguem em grupos de discussão semanais, com cerca de 12 encontros temáticos. O acompanhamento é realizado ao longo de 4 a 5 meses.
👉 Veja neste link os locais de atendimento no DF.
Programas de Atenção à Violência (PAV) da Secretaria de Saúde
Programa da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal que tem como objetivo atender pessoas em situação de violência, numa abordagem biopsicossocial e interdisciplinar. Os PAVs, localizados nas regionais de saúde, oferecem atendimento especializado, realizado por equipe multiprofissional, as vítimas e aos autores de violência.
👉 Veja neste link mais informações sobre o CEPAV Alecrim, que atende autores de violência doméstica.
Centros de Atenção Psicossocial (CAPS)
Serviço de saúde aberto e comunitário do Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo dos CAPS é oferecer atendimento à população, realizando o acompanhamento clínico e a reinserção social dos usuários pelo acesso ao trabalho, lazer, exercício dos direitos civis e fortalecimento dos laços familiares e comunitários.
👉 Confira onde conseguir atendimento nos CAPS neste link.
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‘Marsha Trans do Brasil’: primeira edição acontece na Esplanada dos Ministérios, em Brasília; veja FOTOS

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Mobilização é neste domingo (28) e homenageia Dia da Visibilidade Trans, celebrado na segunda-feira (29). Evento é organizado pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) e tem como madrinhas Erika Hilton e Duda Salabert, primeiras deputadas federais trans do país. Primeira Marsha Trans do Brasil, em Brasília
Grax Medina
Brasília recebe na tarde deste domingo (28) a primeira Marsha Trans Brasil. A mobilização acontece na Esplanada dos Ministérios em homenagem aos 20 anos do Dia da Visibilidade Trans no Brasil, celebrado na segunda-feira (29).
✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp.
A concentração começou por volta das 13h, em frente ao Congresso Nacional. Às 17h, está previsto o cortejo até o Museu Nacional da República.
O evento é organizado pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) e tem como madrinhas Erika Hilton e Duda Salabert, primeiras deputadas federais trans do Brasil. A Antra explica que a palavra “marsha”, grafada desta forma, é em homenagem à referência trans global Marsha P. Johnson, que lutou pelos direitos da comunidade LGBTIAP+ em 1969.
Primeira Marsha Trans do Brasil, em Brasília
Conscientização
De acordo com a Antra, o Dia Nacional da Visibilidade Trans é uma data importante “para aumentar a conscientização sobre os desafios e conquistas da comunidade trans e travesti no país”. Com o propósito de exaltar quem ajudou a trilhar o caminho da luta trans no Brasil ao longo das últimas décadas, a Marsha homenageia personalidades como:
Katia Tapety: a primeira travesti a ocupar um cargo político no país
Jovanna Baby: fundadora da primeira instituição trans do país
Keila Simpson: primeira travesti a receber o título de doutora honoris causa no país
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LOCALIZAÇÃO DE PESSOAS – TEL.11 9.8721-7939

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