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“As taxas em que o Equador captou — um crédito que vem sendo atingido por diversos fatores de risco nos últimos anos — foram de 8,75% e 9,25% para títulos de 8 e 13 anos, respectivamente. Portanto, não parece absurdo pensar que a Argentina possa fazer isso, embora sigamos de perto os movimentos do mercado”, acrescentou.