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“Todos os indicados representam uma espécie de K-pop pós-ídolos, no sentido de que Rosé, as três integrantes do HUNTR/X e Katseye representam a versão globalizada do K-pop, onde o ‘K’ está muito presente, mas alguns podem argumentar que é silencioso. As músicas não são necessariamente para a Coreia, feitas pela Coreia, da Coreia, mas sim de um gênero que transcende a Coreia”, diz ele. “É uma celebração e um testemunho de quão diverso e dinâmico o K-pop se tornou.”