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A investigação foi aberta em janeiro do ano passado pela unidade de combate a crimes cibernéticos do Ministério Público, segundo o comunicado. O inquérito apura suposta “cumplicidade” na manutenção e disseminação de imagens pornográficas de menores, deepfakes sexualmente explícitos, negação de crimes contra a humanidade e manipulação de um sistema automatizado de processamento de dados no âmbito de um grupo organizado, além de outras infrações.