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A investigação começou há sete anos e mira integrantes da cúpula do PCC, entre eles Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado como líder máximo da facção. Segundo a polícia, Deolane teria atuado como uma espécie de “caixa” da organização, recebendo valores em contas pessoais e empresariais, misturando os recursos com receitas legais e devolvendo quantias ao grupo criminoso para dificultar o rastreamento do dinheiro.