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'Com cerco a Bolsonaro e sanções contra Moraes, margem para negociação entre Brasil e EUA é mínima'

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'Com cerco a Bolsonaro e sanções contra Moraes, margem para negociação entre Brasil e EUA é mínima'




Presidente do Brasil, Luís Inácio Lula da Silva, e o presidente dos EUA, Donald Trump.
Kazuhiro Nogi e Jim Watson/AFP
Com as medidas cautelares impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e a resposta dos Estados Unidos na forma de sanções contra o ministro Alexandre de Moraes, tornaram-se mínimas as chances de negociações entre EUA e Brasil quanto às tarifas de 50% impostas por Donald Trump aos produtos brasileiros.
Essa é a avaliação do cientista político Guilherme Casarões, professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) e coordenador do Observatório da Extrema Direita.
“Percebe-se que há uma intenção do governo americano de cercar ao máximo as possibilidades de negociação com o Brasil, impedindo que o governo brasileiro consiga efetivamente se livrar de alguma medida punitiva por parte dos Estados Unidos”, diz Casarões, em entrevista à BBC News Brasil. “Existe uma ‘tempestade perfeita’ nesse momento, de medidas que os americanos tomam por motivações ideológicas ou geopolíticas, que tornam a margem de negociação do governo brasileiro muito pequena.”
Casarões também acredita que as medidas preventivas do STF para evitar a fuga de Bolsonaro devem fortalecer ainda mais os laços entre trumpismo e bolsonarismo.
“Essa ideia de que Bolsonaro está sendo perseguido e injustiçado encontra eco na experiência de Trump”, diz o professor da FGV. “Com isso, se constrói uma ideia de que Bolsonaro é quase o espelho de Trump no Brasil. Isso reforça uma ligação entre eles e pode reforçar a ideia de que existe não só uma perseguição aos políticos de extrema direita ou conservadores, quanto de que haveria uma espécie de conluio transnacional para persegui-los.”
O especialista avalia ainda que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acerta ao deixar de lado a postura cautelosa com relação a Trump e colocar os ataques do americano como uma ameaça à soberania nacional. E poderá colher os frutos dessa estratégia nas eleições de 2026.
“Essa mudança de tom do presidente Lula não surpreende. Ela faz sentido nesse contexto e, se for devidamente administrada, pode, de fato, possibilitar um caminho para uma reeleição ou para eleição de um sucessor no ano que vem”, diz Casarões.
Segundo o especialista, ainda não se sabe se as sanções a Moraes e aliados vêm substituir as ameaças anteriores, que até aqui ampliaram a popularidade do governo Lula e desgastaram o bolsonarismo, ou se serão complementares a elas.
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“O fato é que estamos diante de uma tentativa sem precedentes de interferência norte-americana no funcionamento da democracia brasileira”, diz ele.
Confira abaixo os principais trechos da entrevista.
BBC News Brasil – As medidas cautelares contra Bolsonaro e as novas sanções contra Moraes marcam uma nova escalada no conflito entre Brasil e EUA?
Guilherme Casarões – Sim. Em poucos dias, Trump esgotou seus recursos de pressão bilaterais e multilaterais. Por um lado, o presidente norte-americano ameaçou tarifas de 10% aos países que aderissem à “agenda antiamericana” dos Brics e, mais recentemente, o secretário geral da Otan, Mark Rutte, sugeriu a possibilidade de sanções econômicas a países aliados da Rússia.
Por outro lado, Trump anunciou 50% de tarifas contra o Brasil, valendo-se de argumentos essencialmente políticos, para na sequência abrir uma ampla investigação contra o Brasil por supostas práticas desleais de comércio.
Em defesa de Jair Bolsonaro, Trump busca estrangular a economia brasileira, colocando governo e instituições políticas numa situação de enorme vulnerabilidade. O agravante a isso tudo é que, por ter motivações políticas (e não técnicas), há muito pouca margem para negociação e eventuais concessões por parte do governo Lula.
As sanções contra Moraes, que já haviam sido sugeridas há pouco mais de um mês por Marco Rubio, representam novo caminho perseguido pela Casa Branca para atingir seus objetivos políticos, ligados aos interesses de empresas de tecnologia norte-americanas e aos desígnios ideológicos de uma extrema direita cada vez mais transnacional.
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Ainda não se sabe se as sanções a Moraes e aliados vêm substituir as ameaças anteriores, que até aqui ampliaram a popularidade do governo Lula e desgastaram o bolsonarismo, ou se serão complementares a elas.
O fato é que estamos diante de uma tentativa sem precedentes de interferência norte-americana no funcionamento da democracia brasileira.
BBC News Brasil – Com esses novos desdobramentos, esgotam-se as possibilidades de negociações entre os países?
Casarões – Percebe-se que há uma intenção do governo americano de cercar ao máximo as possibilidades de negociação com o Brasil, impedindo que o governo brasileiro consiga efetivamente se livrar de alguma medida punitiva por parte dos EUA.
Existe uma tempestade perfeita nesse momento, de medidas que os americanos tomam por motivações ideológicas ou geopolíticas, que tornam a margem de negociação do governo brasileiro muito pequena.
Efetivamente, é claro que, agora, com o agravamento da situação do ex-presidente Bolsonaro, essa margem de negociação se reduz ainda mais.
Assim, a perspectiva de termos efetivadas as tarifas de 50% a partir do dia 1º de agosto aumenta nesse momento, na medida em que há muito pouco tempo hábil para que o governo brasileiro consiga negociar uma solução.
BBC News Brasil – Na sua visão, o STF errou ao aumentar a tensão no momento em que o Brasil está sob a mira do Trump?
Casarões – O argumento do Alexandre de Moraes é muito claro: havia o risco, ou pelo menos havia indícios muito claros, de que Bolsonaro poderia fugir do país e buscar asilo nos Estados Unidos.
Inclusive, isso não foi uma mera elucubração por parte do Alexandre de Moraes e da PGR [Procuradoria-Geral da República], mas foi dito inclusive pelo Paulo Figueiredo [ex-comentarista da Jovem Pan e foragido da Justiça por sua participação na suposta tentativa de golpe] em uma live.
Ele mencionou a possibilidade aventada por uma autoridade do governo americano de que Bolsonaro fosse para os EUA em busca de asilo político.
E há uma série de outros crimes que justificariam as medidas cautelares contra o Bolsonaro, que envolvem obstrução de justiça e ameaça à soberania nacional.
Então, eu diria que, no fim das contas, essa decisão da tornozeleira foi, em certa medida, consequência de tudo que a gente vem acompanhando ao longo das duas últimas semanas.
Ela intensifica a indisposição do governo americano, mas num contexto em que não me parece que Trump teria qualquer interesse em dar abertura a negociações com o governo brasileiro.
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Ou seja, por mais que essa medida do STF nesse momento possa agravar as tensões com os Estados Unidos, eu não vejo como elas poderiam ser evitadas ou proteladas em função da chantagem imposta pelo governo americano.
BBC News Brasil – Esse episódio pode fortalecer ainda mais a aliança entre trumpismo e bolsonarismo?
Casarões – Fortalece, porque existem muitas similaridades entre os dois movimentos, tanto em termos daquilo que eles defendem, como com relação às estratégias.
Existe uma narrativa compartilhada entre trumpistas e bolsonaristas sobre ditadura do Judiciário, ameaça à liberdade de expressão, ameaça comunista e globalista.
E também porque as figuras que sustentam esses dois movimentos [Trump e Bolsonaro] passaram por processos judiciais.
E o Trump mesmo fala, quando ele faz a carta ao presidente Bolsonaro, que Bolsonaro está passando por algo que ele já passou.
Então há uma semelhança entre os movimentos que está no plano da estratégia, está no plano da narrativa, mas está no plano também das experiências pessoais dos líderes.
Então, de alguma maneira, essa ideia de que Bolsonaro está sendo perseguido e injustiçado encontra eco na experiência do Trump de ter sido supostamente perseguido e injustiçado.
Com isso se constrói uma ideia de que o Bolsonaro é quase que o espelho do Trump no Brasil. E isso, claro, reforça uma ligação e pode reforçar essa ideia de que existe não só uma perseguição aos políticos de extrema direita, quanto há uma espécie de “conluio transnacional” para persegui-los.
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BBC News Brasil – E quão grave é a crise atual entre Brasil e EUA?
Casarões – Eu era mais cético a respeito dessa crise até duas semanas atrás. Eu achava que era, claro, uma tensão que merecia atenção, cautela. Que era um momento difícil da relação dos dois países, mas que dificilmente iria degringolar numa briga aberta entre Lula e Trump.
Até porque o Lula estava sendo muito cauteloso na relação com o presidente americano.
A partir do dia 9 [de julho], em que as tarifas de 50% foram decretadas, ali se abre um capítulo que é talvez o momento de maior esgarçamento das relações bilaterais [entre Brasil e EUA].
Porque ele não só contamina a relação de Estado e Estado e cria uma relação difícil entre empresas e setor produtivo de Brasil e EUA, mas também porque é a primeira vez que vemos um nível de estresse tão grande entre dois líderes dos países.
Outra coisa é que temos visto agora uma altercação quase que permanente entre os dois presidentes.
O Trump já deu várias declarações sobre o Brasil. O Lula já falou várias vezes e inclusive, numa entrevista à CNN americana, chamou o Trump de “imperador do mundo”.
Então é um nível de hostilidade interpessoal que eu não me recordo ter havido em nenhum outro momento da história da relação do Brasil com os Estados Unidos.
BBC News Brasil – E como a ação de Trump em relação ao Brasil se compara à ação dele contra outros países como México, Canadá e China?
Casarões – Trump voltou atrás com várias dessas medidas tarifárias que ele tomou. Mas me parece que em todas elas – claro que sempre há um componente político –, mas havia sobretudo uma justificativa de natureza econômica.
De depender menos da manufatura produzida no México, de exportações vindas do Canadá, e de tornar a economia americano menos dependente da China.
Quer dizer, no caso dos outros países contra quem houve medidas tarifárias, havia um cálculo econômico, que está completamente ausente dessa medida com relação ao Brasil.
Inclusive a carta dele do dia 9 traz um argumento errado: o de que os EUA seriam deficitários na relação comercial com o Brasil, o que não é verdade há muitas décadas.
Então, me parece que o conjunto de investigações que o Trump abre na semana seguinte com base na seção 301 da Lei de Comércio é uma forma de corrigir uma afirmação que foi errada, e colocar o Brasil numa situação de impossibilidade de negociar efetivamente.
Porque, com relação ao motivo político, não tem o que ser feito. O Brasil não vai simplesmente parar os seus processos judiciais contra o Bolsonaro e aliados porque o Trump falou alguma coisa.
E, nas investigações que vieram depois, os americanos acusam o Brasil de estar prejudicando Visa e Mastercard porque tem o Pix. Mas qual é a solução para isso? Abrir mão do Pix não faz sentido.
Então, a sensação que eu tenho é de que o conjunto de medidas a que o governo Trump está recorrendo, desde ameaças aos Brics, passando por ameaças diretas ao Brasil e essa investigação recente de comércio, não foram feitas para negociar no plano comercial.
Ainda que o Lula tenha destacado uma delegação liderada pelo [vice-presidente Geraldo] Alckmin para fazer esse tipo de trabalho de bastidor, o objetivo do Trump é fundamentalmente político.
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BBC News Brasil – Como você avalia a atuação do Brasil com relação ao tarifaço até aqui?
Casarões – Eu acredito que o governo brasileiro tem agido de maneira correta, dadas as circunstâncias.
Quer dizer, se não há espaço para negociação, cabe ao governo brasileiro seguir a rota dupla que ele tem seguido.
De um lado, tentar negociar aquilo que dá para negociar. E o Itamaraty, o MDIC [Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços] e a Fazenda têm feito um trabalho importante nesse sentido.
Mas, ao mesmo tempo, como a motivação do Trump é política, a resposta do governo brasileiro tem que também estar no campo político.
E aí o Lula acabou incorporando essa resposta de natureza política. E foi uma resposta arriscada, mas correta. Arriscada porque, dada a imprevisibilidade do governo americano, não sabemos qual vai ser a próxima reação.
Mas a própria maneira como o governo brasileiro respondeu conseguiu unir setores produtivos importantes que também ficaram descontentes com as medidas americanas. E havia muito tempo que Lula não tinha um alinhamento muito claro com o agronegócio e com a indústria.
Ao mesmo tempo, Lula conseguiu capitalizar um pedaço dessa resposta na sua retórica de soberania nacional. O que, como as pesquisas da Atlas e da Quest indicam dessa semana, acabou dando uma sobrevida para o presidente, num momento em que a popularidade dele estava em declínio.
BBC News Brasil – E como você avalia a postura do Lula comparando ela a de outros líderes do cenário internacional? Algum outro líder soube lidar melhor com as tarifas de Trump?
Casarões – Olha, cada caso é um caso, porque a percepção de ameaça é muito diferente de país para país.
Lula conseguiu colocar muito bem que as medidas de Trump de fato representam uma ameaça aos interesses econômicos brasileiros. Não é só uma ameaça ao PT, uma ameaça ao Supremo, é uma ameaça ao Brasil. E essa virada de chave foi muito importante.
As pesquisas dessa semana indicam que não só a popularidade do Lula aumentou, mas aumentou também a percepção de que Trump representa um problema para o Brasil. Então há uma visão negativa com relação aos EUA e, sobretudo, ao governo Trump, que também está se formando.
Então é difícil comparar com outros casos.
A [presidente do México] Claudia Sheinbaum talvez tenha sido uma referência importante, porque ela conseguiu manter o discurso nacionalista e, ao mesmo tempo, não confrontar o Trump de maneira tão direta.
Mas a natureza da relação do México com os EUA é muito diferente da nossa. É uma relação de dependência muito maior.
Ainda que os EUA sejam o segundo maior parceiro comercial do Brasil, isso representa, em termos concretos, uma fração menor do nosso comércio, com impactos econômicos menores também. Então Lula teve a possibilidade de aumentar o tom contra Trump, sem que isso representasse um risco monumental para a economia brasileira.
Essa mudança de tom do presidente Lula não surpreende. Ela faz sentido nesse contexto e, se for devidamente administrada, pode, de fato, possibilitar um caminho para uma reeleição ou para eleição de um sucessor no ano que vem.
BBC News Brasil – E como é que você avalia a aprovação da Lei de Reciprocidade? Retaliar é o melhor caminho para o Brasil?
Casarões – A Lei da Reciprocidade foi aprovada há alguns meses [no Congresso, foi aprovada em 2 de abril, e assinada por Lula em 14 de julho] e ela não tinha como mote principal medidas do governo americano.
É uma lei que foi discutida durante muito tempo e estava muito focada em medidas protecionistas europeias. Então, não foi uma lei casuisticamente pensada para lidar com os EUA.
E a reciprocidade é muito difícil, porque ela pressupõe relações mais ou menos simétricas entre dois países e, no caso, a relação do Brasil com os EUA não se trata de uma relação simétrica, nem economicamente, nem politicamente.
Então, existem riscos no uso da reciprocidade no tratamento de um país que é muito mais poderoso do que o Brasil.
Mas parece que o governo tem pensado em como redirecionar parte das exportações que eram destinadas aos EUA, de forma a tornar o Brasil, no médio prazo, menos dependente das relações econômicas com os EUA. E, a partir disso, poder retaliar de maneira mais dura medidas [dos EUA] que o governo [brasileiro] considera arbitrárias contra a nossa economia.
Mas certamente as medidas não vão ser tomadas de supetão, de uma hora para outra. Até porque, o custo econômico disso, sem o devido planejamento, pode ser muito alto para setores importantes da economia brasileira.
BBC News Brasil – Por fim, em abril, quando começou a discussão das tarifas, alguns especialistas diziam que elas podiam representar uma oportunidade para o Brasil, que o país poderia baixar suas próprias tarifas e se abrir para outros mercados. Mas tudo isso foi antes da tarifa de 50%. Você avalia que ainda há oportunidades a serem aproveitadas pelo país no contexto atual?
Casarões – Eu diria que sim. Mas o próprio redirecionamento de exportações brasileiras tem um limite. Ela não consegue ser feito de maneira automática.
Existem setores, como aço, por exemplo, que não tem como ter competitividade nos mercados asiáticos.
Então acredito que o governo brasileiro vai tentar olhar de maneira mais específica para a América do Sul, onde me parece haver um pouco mais de receptividade a produtos brasileiros.
De maneira geral, eu diria que as oportunidades permanecem, mas que essas tarifas de 50% colocam um dado novo nessa equação.
O Brasil, na primeira leva tarifária, lá do Dia da Libertação, foi muito pouco penalizado. Ele tinha 10% [de tarifa], era menos do que a maioria dos países naquele momento.
Então, essa oportunidade que muitos analistas apontaram era mais simples de se efetivar, já que a relação comercial entre o Brasil e os EUA não seria tão prejudicada.
O problema é que, agora, a incidência de tarifas pega justamente muitos setores cruciais da economia: suco de laranja, aço, aeronaves.
Então, há oportunidades ainda, me parece. Mas é muito difícil substituir o padrão de comércio que temos com os EUA até aqui. Que não é gigantesco, mas ainda assim é significativo, com impactos setoriais muito grandes, que vão ter que ser avaliados.
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