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À frente de cenário emoldurado com projeções, Céu abriu o roteiro com “Lenda” (Céu, Alec Haiat e Graziella Moretto, 2005), emendou com “Malemolência” (Céu e Alec Haiat, 2005) – número introduzido pelo toque cintilante do cavaquinho de Lucas Martins e turbinado com citação do samba “Mora na filosofia” (Monsueto Menezes e Arnaldo Passos, 1955) – e, de olho no retrovisor, seguiu dando voz (com a dicção desde sempre imperfeita, mas também desde sempre assimilada pelos admiradores da cantora) a músicas como “Roda” (Céu e Beto Villares, 2005).