Arquivo de Política - DNEWS JORNAL https://dnews.com.br/category/politica/ Notícias do Brasil e do Mundo Sat, 04 Jul 2026 04:17:01 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 170084987 Resultados mostram eleitorado centrista – 03/07/2026 – Política https://dnews.com.br/resultados-mostram-eleitorado-centrista-03-07-2026-politica/ https://dnews.com.br/resultados-mostram-eleitorado-centrista-03-07-2026-politica/#respond Sat, 04 Jul 2026 04:17:01 +0000 https://dnews.com.br/resultados-mostram-eleitorado-centrista-03-07-2026-politica/ O eleitorado virou à direita em alguns assuntos relativos a comportamento (mais nisso) e economia, segundo pesquisa Datafolha realizada neste mês de junho. São 44% à direita, 39% à esquerda —a margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. Em 2022, ano final da pandemia e do governo de Jair […]

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O eleitorado virou à direita em alguns assuntos relativos a comportamento (mais nisso) e economia, segundo pesquisa Datafolha realizada neste mês de junho. São 44% à direita, 39% à esquerda —a margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Em 2022, ano final da pandemia e do governo de Jair Bolsonaro, eram 33% à direita e 49% à esquerda. Esse 2022 parece mais atípico. Em 2017, eram 40% à direita e 41% à esquerda. As mudanças em relação às pesquisas de 2013 e 2014 são pequenas.

Ao longo desses anos, os resultados parecem um lugar comum da teoria política, com os eleitores se aglutinando em torno do centro, ao menos quanto a essas questões do Datafolha.

No mais, a pesquisa suscita mais perguntas do que respostas. Indica que homens e mulheres têm preferências diferentes; classes de renda e educação também (mas não muito). As pessoas querem mais ou menos governo a depender do aspecto da vida. Difícil dizer se as respostas são de esquerda ou de direita —mais sobre isso mais adiante.

O levantamento capta algumas tendências de variação interessantes de preferências, como a respeito de “depender do governo” (cada vez menos), estabilidades majoritárias, como a rejeição à legalização das drogas (em torno de 83% desde 2013) e ligeira e contínua queda na crença de que a fé em Deus torna as pessoas melhores (ora em 76%).

A depender de como se olham os dados, se pode dizer que o eleitorado é centrista de modo estável.

O Datafolha fez 10 perguntas relativas a comportamento e 6 relativas a economia, sendo as respostas as alternativas “de esquerda” e “de direita”. Para cada resposta “de esquerda”, 1 ponto; “de direita”, 0 ponto.

No caso de comportamento, 5 respostas de esquerda classificam alguém como de centro; 6 e 7, como de centro-esquerda, mais que isso, de esquerda; 3 e 4 pontos classificam alguém como de centro-direita. Respostas de centro-esquerda e de centro-direita são agregadas às de esquerda e de direita “puras”.

Por que não agregar os centro-esquerdistas e direitistas ao centro? Fazendo tal conta, o eleitorado seria regularmente de centro desde 2013 (variando entre 72% e 81% do total, com média de 77%), com os “extremos” mantendo pesos históricos idênticos no período (11% tanto à esquerda quanto à direita).

Em economia, esse centro expandido teria em torno de 71% desde 2013. Em comportamento, em torno de 83% de 2013 a 2017 e de 77% em 2022 e 2026.

Na pesquisa de 2026, 56% dos homens estão à direita (soma de direita mais centro-direita) e 25% à esquerda; 47% das mulheres estão à direita, 32% à esquerda. As questões mais divisivas são a posse de armas (mulheres contra), a intervenção regulatória do Estado nos negócios das empresas (mulheres mais a favor) e a preferência de pagar mais impostos para ter serviços públicos de educação e saúde (mulheres mais a favor).

O “papel do Estado na economia” suscita respostas desconcertantes, mas significativas. Desde 2013, há uma tendência clara de preferir menos dependência pessoal do Estado. No caso, as alternativas são: “Quanto menos eu depender do governo, melhor estará minha vida” e “Quanto mais benefícios do governo eu tiver, melhor estará minha vida?”. Em 2013, havia empate, com 47% de escolhas para cada opção. Desde então, cresce a preferência por depender menos do governo, que chegou a 65% neste 2026.

No entanto, a inclinação antigoverno é bem menor quanto a impostos e serviços públicos. Por exemplo, 50% prefeririam pagar menos imposto e contratar saúde e educação privadas, ante 44% da alternativa (mais imposto, mais serviço público). No entanto, como os entrevistados interpretaram a frase “quanto menos eu depender do governo, melhor a minha vida”? Quer dizer apenas que se prefere ter mais renda adequada e estável? Ou um estigma crescente quanto a benefícios sociais? Ou mais “empreendedorismo” (que pode ser falta de emprego decente)?

O que quer dizer a preferência ligeiramente majoritária de pagar menos imposto e contratar saúde e educação privadas? Uma oposição em si ao serviço público ou uma crítica ao serviço público ora prestado? Não é possível saber. Logo, não dá para levar a ferro e fogo o direitismo ou esquerdismo dessas respostas, ainda menos se consideradas preferências sobre a atuação do Estado além do universo imediato da vida pessoal.

Para 69%, “o governo tem o dever de ajudar grandes empresas nacionais que corram o risco de ir à falência”. Para 71%, “o governo deve ser o maior responsável por investir no país e fazer a economia crescer”. Esse “estatismo” é de esquerda? Mas a direita realmente existente no Brasil, para nem mencionar as empresas, não gosta assim também da ajuda estatal?

Quanto ao motivo da pobreza, a variação intriga um tanto. “Boa parte da pobreza está ligada à preguiça de pessoas que não querem trabalhar” para 40%; “boa parte da pobreza está ligada à falta de oportunidades iguais para que todos possam subir na vida” para 58%. Em 2017 e 2022, essa preferência mais “esquerdista” estava em 77% e 76%, respectivamente. Em 2014, 58%.

O que fez a resposta variar tanto? Em 2017 e 2022, o país saía de grandes recessões. A compaixão aumenta em tempos de crise? Como foram feitas apenas cinco pesquisas em 14 anos, é impossível tentar pensar os motivos da variação das respostas. Até a circunstância da semana do levantamento pode afetar resultados, tais como aqueles relativos a posse de armas, motivos do crime e penas para adolescentes.

Enfim, é preciso pensar em variações culturais, políticas e demográficas no prazo mais longo. Dezenas de milhões de pessoas da população que agora está na amostra tinham menos de 16 anos em 2013. Lideranças políticas e suas campanhas pelas redes mudaram. O que parece mais constante é uma aglutinação próxima do “centro” dessas perguntas da pesquisa.

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Datafolha: Aceitação de gays cai de 79% para 72% – 03/07/2026 – Política https://dnews.com.br/datafolha-aceitacao-de-gays-cai-de-79-para-72-03-07-2026-politica/ https://dnews.com.br/datafolha-aceitacao-de-gays-cai-de-79-para-72-03-07-2026-politica/#respond Sat, 04 Jul 2026 03:15:50 +0000 https://dnews.com.br/datafolha-aceitacao-de-gays-cai-de-79-para-72-03-07-2026-politica/ A parcela de brasileiros que concorda com a afirmação de que “a homossexualidade deve ser aceita por toda a sociedade” caiu de 79% em 2022 para 72% em 2026, segundo a matriz ideológica do Datafolha. A alternativa de que a homossexualidade deve ser desencorajada foi escolhida por 20%; outros 8% não souberam responder. Apesar da […]

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A parcela de brasileiros que concorda com a afirmação de que “a homossexualidade deve ser aceita por toda a sociedade” caiu de 79% em 2022 para 72% em 2026, segundo a matriz ideológica do Datafolha. A alternativa de que a homossexualidade deve ser desencorajada foi escolhida por 20%; outros 8% não souberam responder.

Apesar da diferença em relação a 2022, a aceitação segue majoritária e acima dos primeiros patamares da série. Em 2013, 67% diziam que a homossexualidade deveria ser aceita; em 2014, eram 64%; em 2017, 74%; e, em 2022, 79%.

Entre católicos, 75% dizem que a homossexualidade deve ser aceita por toda a sociedade, enquanto 18% defendem que seja desencorajada. Entre evangélicos, os percentuais são 61% e 29%, respectivamente.

Também há diferença por gênero. Entre mulheres, a aceitação chega a 76%; entre homens, fica em 69%. A defesa de que a homossexualidade seja desencorajada é de 16% entre elas e de 24% entre eles.

No recorte eleitoral, a aceitação é de 81% entre eleitores de Lula (PT) e de 65% entre eleitores de Flávio Bolsonaro (PL). A posição de que a homossexualidade deve ser desencorajada tem 14% entre eleitores do petista e 26% entre os de Flávio.

A pergunta compõe o eixo de comportamento da matriz ideológica do Datafolha. A escala inclui ainda temas como armas, pobreza, criminalidade, pena de morte, drogas, crença em Deus, sindicatos e punição de adolescentes que cometem crimes.

O Datafolha ouviu presencialmente 2.004 eleitores de 16 anos ou mais em 139 municípios, nos dias 17 e 18 de junho de 2026. A margem de erro máxima para o total da amostra é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%. Nos estratos, a margem varia conforme a base. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-09956/2026.

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Boulos anuncia obras na véspera da restrição eleitoral – 03/07/2026 – Painel https://dnews.com.br/boulos-anuncia-obras-na-vespera-da-restricao-eleitoral-03-07-2026-painel/ https://dnews.com.br/boulos-anuncia-obras-na-vespera-da-restricao-eleitoral-03-07-2026-painel/#respond Sat, 04 Jul 2026 02:14:50 +0000 https://dnews.com.br/boulos-anuncia-obras-na-vespera-da-restricao-eleitoral-03-07-2026-painel/ O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSOL), aproveitou o último dia de defeso eleitoral para fazer entregas em sua base eleitoral em São Paulo. Eleito deputado federal, ele não irá concorrer na eleição deste ano, mas tem mobilizado seus apoiadores em torno da campanha de Fernando Haddad (PT) ao Palácio dos Bandeirantes. Nesta […]

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O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSOL), aproveitou o último dia de defeso eleitoral para fazer entregas em sua base eleitoral em São Paulo.

Eleito deputado federal, ele não irá concorrer na eleição deste ano, mas tem mobilizado seus apoiadores em torno da campanha de Fernando Haddad (PT) ao Palácio dos Bandeirantes.

Nesta sexta-feira (3), Boulos representou o presidente Lula (PT) durante a Instituto Federal de Cotia, na Grande São Paulo. Depois, o ministro participou da cerimônia de anúncio de implementação de um hospital federal em Santo Amaro, zona sul da capital.

E à noite, Boulos lançou dois programas do governo federal, Vozes Periféricas e Juventude Solidária, com a presença de mais de mil pessoas na Casa de Portugal, em São Paulo.

Em 2022, Boulos foi o deputado federal mais votado no estado com quase 1 milhão de votos.


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Lula mostra dedo do meio em evento no Palácio do Planato – 03/07/2026 – Brasília Hoje https://dnews.com.br/lula-mostra-dedo-do-meio-em-evento-no-palacio-do-planato-03-07-2026-brasilia-hoje/ https://dnews.com.br/lula-mostra-dedo-do-meio-em-evento-no-palacio-do-planato-03-07-2026-brasilia-hoje/#respond Sat, 04 Jul 2026 01:13:48 +0000 https://dnews.com.br/lula-mostra-dedo-do-meio-em-evento-no-palacio-do-planato-03-07-2026-brasilia-hoje/ O presidente Lula (PT) mostrou o dedo do meio em evento no Palácio do Planalto ao rebater, na manhã desta sexta-feira (3), quem diz que “pobre não gosta de coisa boa”. “Precisamos acabar com essa história que eles pensam que o pobre não gosta de coisa boa. Aqui para eles [faz o gesto]. Nós gostamos […]

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O presidente Lula (PT) mostrou o dedo do meio em evento no Palácio do Planalto ao rebater, na manhã desta sexta-feira (3), quem diz que “pobre não gosta de coisa boa”.

“Precisamos acabar com essa história que eles pensam que o pobre não gosta de coisa boa. Aqui para eles [faz o gesto]. Nós gostamos de coisa boa. Nós queremos é tudo de primeira”, afirmou o petista.

A fala ocorreu durante evento de entrega de obras e equipamentos para 12 cidades realizado no prazo limite da lei eleitoral. Lula mobilizou sete integrantes do primeiro escalão de seu governo para o ato, que também serviu para promover aliados de Lula nos municípios.

A partir de sábado (4), as regras impedem o presidente de participar de inaugurações para limitar o uso da máquina pública em campanhas políticas.

Os atos desta sexta focaram em entregas nas áreas de educação, saúde e habitação. As cidades de Altos (PI), Barra de São Miguel (AL), Bauru (SP), Campinas (SP), Cotia (SP), Garanhuns (PE), Itabaiana (SE), Mauá (SP), Nova Iguaçu (RJ), Osasco (SP), Tefé (AM) e Vassouras (RJ) receberam recursos do governo federal.

Na cerimônia, Lula discursou três vezes, com transmissão para as cidades afetadas.


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Tarcísio publica pacote de convênios com prefeituras na véspera de trava eleitoral – 03/07/2026 – Painel https://dnews.com.br/tarcisio-publica-pacote-de-convenios-com-prefeituras-na-vespera-de-trava-eleitoral-03-07-2026-painel/ https://dnews.com.br/tarcisio-publica-pacote-de-convenios-com-prefeituras-na-vespera-de-trava-eleitoral-03-07-2026-painel/#respond Sat, 04 Jul 2026 00:12:50 +0000 https://dnews.com.br/tarcisio-publica-pacote-de-convenios-com-prefeituras-na-vespera-de-trava-eleitoral-03-07-2026-painel/ Em um esforço pré-eleitoral, o governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) publicou um pacote de mais de 120 convênios com prefeituras e entidades do interior nesta sexta-feira (3), para permitir transferências de recursos públicos a municípios no período da campanha deste ano. Uma edição extra do Diário Oficial do Estado está prevista para o fim desta […]

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Em um esforço pré-eleitoral, o governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) publicou um pacote de mais de 120 convênios com prefeituras e entidades do interior nesta sexta-feira (3), para permitir transferências de recursos públicos a municípios no período da campanha deste ano.

Uma edição extra do Diário Oficial do Estado está prevista para o fim desta noite com a publicação mais convênios.

Segundo a legislação, o governo não pode se comprometer com novos repasses de recursos nos três meses que antecedem a disputa — pode apenas manter contratos já em execução. O prazo se encerrava nesta sexta.

A morosidade em transferir recursos para os prefeitos do interior, em especial verbas decorrentes de emendas parlamentares, foi uma queixa de políticos aliados do governador ao longo deste mandato.

As críticas são um dos motivos apontados para Tarcísio ter nomeado Roberto Carneiro (Republicanos) para a Secretaria de Governo — presidente estadual de seu partido, Carneiro é considerado gestor eficiente entre os deputados da Alesp. Tarcísio disputa a reeleição.

Em nota, a Secretaria de Governo e Relações Institucionais informou que “a publicação dos convênios integra o fluxo normal de análise e formalização de parcerias com municípios, conduzido de forma contínua ao longo do ano”.

Ainda segundo a pasta, “trata-se da conclusão de processos já em tramitação, seguindo os prazos regulares de análise técnica, jurídica e orçamentária”.


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Evangélicos estão à direita, diz Datafolha – 03/07/2026 – Política https://dnews.com.br/evangelicos-estao-a-direita-diz-datafolha-03-07-2026-politica/ https://dnews.com.br/evangelicos-estao-a-direita-diz-datafolha-03-07-2026-politica/#respond Fri, 03 Jul 2026 23:11:51 +0000 https://dnews.com.br/evangelicos-estao-a-direita-diz-datafolha-03-07-2026-politica/ Evangélicos aparecem mais à direita que católicos na matriz ideológica do Datafolha. Na escala geral, 52% deles são classificados à direita ou centro-direita, ante 30% à esquerda ou centro-esquerda. Entre católicos, há empate técnico, à margem de erro de 3 pontos percentuais: 43% ficam à direita ou centro-direita, e 39%, à esquerda ou centro-esquerda. Na […]

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Evangélicos aparecem mais à direita que católicos na matriz ideológica do Datafolha. Na escala geral, 52% deles são classificados à direita ou centro-direita, ante 30% à esquerda ou centro-esquerda.

Entre católicos, há empate técnico, à margem de erro de 3 pontos percentuais: 43% ficam à direita ou centro-direita, e 39%, à esquerda ou centro-esquerda.

Na escala detalhada entre evangélicos, 19% são classificados como direita, e 33%, como centro-direita. Outros 18% ficam no centro, 23% na centro-esquerda e 7% na esquerda.

Entre católicos, a distribuição é menos concentrada em um dos campos: 14% aparecem à direita, 29% na centro-direita, 18% no centro, 28% na centro-esquerda e 11% na esquerda.

A diferença é mais forte no eixo de comportamento. Nesse recorte, 61% dos evangélicos ficam à direita ou centro-direita, ante 18% à esquerda ou centro-esquerda. Entre católicos, a direita soma 52%, e a esquerda, 27%.

Na economia, o quadro se aproxima mais da média nacional, onde a esquerda acumula 46%, a direita, 28%, e, o centro, 26%. Entre católicos, a esquerda fica à frente, com 47%, ante 27% à direita e 26% no centro.

Entre evangélicos, esquerda e direita ficam em empate técnico no eixo econômico, considerando margem de erro de 5 pontos percentuais, para baixo e para cima, no recorte. A esquerda soma 39%, a direita, 33%, e o centro, 28%.

A matriz ideológica é calculada a partir de respostas a perguntas sobre comportamento e pensamento econômico. No primeiro eixo, entram temas como armas, pobreza, criminalidade, homossexualidade, crença em Deus, sindicatos e punição de adolescentes que cometem crimes. No segundo, entram questões sobre impostos, papel do governo na economia, benefícios públicos, leis trabalhistas e investimento.

A escala geral dá o mesmo peso aos dois eixos, embora comportamento tenha dez perguntas e economia, seis.

O Datafolha ouviu presencialmente 2.004 eleitores de 16 anos ou mais em 139 municípios, nos dias 17 e 18 de junho de 2026. A margem de erro máxima para o total da amostra é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%. Nos estratos, a margem varia conforme a base. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-09956/2026.

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Michelle Bolsonaro visita PL após foto de papelão – 03/07/2026 – Painel https://dnews.com.br/michelle-bolsonaro-visita-pl-apos-foto-de-papelao-03-07-2026-painel/ https://dnews.com.br/michelle-bolsonaro-visita-pl-apos-foto-de-papelao-03-07-2026-painel/#respond Fri, 03 Jul 2026 22:10:50 +0000 https://dnews.com.br/michelle-bolsonaro-visita-pl-apos-foto-de-papelao-03-07-2026-painel/ Dois dias depois de publicar uma foto com Michelle Bolsonaro (PL) de papelão, a conta do PL Mulher no Instagram publicou uma nova foto, agora com a verdadeira ex-primeira-dama. Ela foi à sede do partido e tirou uma foto nova com a equipe. Na legenda, a equipe escreveu: “Antes que digam alguma coisa, não é […]

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Dois dias depois de publicar uma foto com Michelle Bolsonaro (PL) de papelão, a conta do PL Mulher no Instagram publicou uma nova foto, agora com a verdadeira ex-primeira-dama.

Ela foi à sede do partido e tirou uma foto nova com a equipe. Na legenda, a equipe escreveu: “Antes que digam alguma coisa, não é IA nem papelão. Aqui prevalecem a alegria e a emoção.”

Na quarta (1º), o perfil tinha postado a foto com o papelão em tamanho real para demonstrar apoio à ex-primeira dama depois que ela deixou o comando do PL Mullher em conversa com o presidente do PL, Valdemar Costa Neto.

Os integrantes do PL Mulher que faziam parte da equipe de Michelle já estão de aviso prévio após a saída da ex-primeira dama. O partido não deve absorver a estrutura montada por Michelle.


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Direita volta a ficar à frente da esquerda no Brasil – 03/07/2026 – Política https://dnews.com.br/direita-volta-a-ficar-a-frente-da-esquerda-no-brasil-03-07-2026-politica/ https://dnews.com.br/direita-volta-a-ficar-a-frente-da-esquerda-no-brasil-03-07-2026-politica/#respond Fri, 03 Jul 2026 21:09:57 +0000 https://dnews.com.br/direita-volta-a-ficar-a-frente-da-esquerda-no-brasil-03-07-2026-politica/ A identificação dos brasileiros com a direita voltou a ficar à frente da identificação com a esquerda na matriz ideológica calculada pelo Datafolha. Em nova rodada de pesquisa realizada pelo instituto, 44% dos brasileiros com 16 anos ou mais foram classificados à direita ou centro-direita, ante 39% à esquerda ou centro-esquerda. Outros 17% ficaram no […]

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A identificação dos brasileiros com a direita voltou a ficar à frente da identificação com a esquerda na matriz ideológica calculada pelo Datafolha. Em nova rodada de pesquisa realizada pelo instituto, 44% dos brasileiros com 16 anos ou mais foram classificados à direita ou centro-direita, ante 39% à esquerda ou centro-esquerda. Outros 17% ficaram no centro.

A diferença de cinco pontos percentuais fica fora da margem de erro geral, de dois pontos para mais ou para menos. O resultado, apurado durante gestão do presidente Lula (PT), inverte o quadro de 2022, quando a esquerda somava 49%, e a direita, 34%, sob governo de Jair Bolsonaro (PL).

Esta é a primeira vez desde 2014 que a direita aparece à frente na série. Naquele ano, com Dilma Rousseff (PT) na Presidência, a direita reunia 45%, contra 35% da esquerda. Houve empate técnico nas edições de 2013, com 39% à direita e 41% à esquerda, e de 2017, com 40% e 41%, respectivamente.

Na divisão em cinco grupos, 15% estão à direita, 29% na centro-direita, 17% no centro, 26% na centro-esquerda e 13% à esquerda. Em 2022, os percentuais eram, na mesma ordem, 9%, 24%, 17%, 32% e 17%.

A classificação não resulta de uma pergunta direta sobre como o entrevistado se define. Para chegar ao resultado, o instituto consulta os entrevistados sobre uma série de questões envolvendo valores sociais, políticos, culturais e econômicos. A partir daí, posiciona-os em escalas de comportamento e pensamento econômico.

São dez questões de comportamento, sobre temas como armas, pobreza, criminalidade, homossexualidade e religião, e seis de economia, que tratam de impostos, leis trabalhistas e atuação do governo. Embora tenham quantidades diferentes de perguntas, os dois eixos recebem o mesmo peso na composição da matriz geral.

A mudança em relação a 2022 se concentra no comportamento. Nesse eixo, a direita soma agora 52%, ante 29% da esquerda e 20% do centro. Há quatro anos, direita e esquerda estavam em empate técnico, com 39% e 42%, respectivamente.

A maior alteração entre as perguntas comportamentais ocorreu na visão sobre a pobreza. A parcela que a associa à “preguiça de pessoas que não querem trabalhar” foi de 22% para 40%. Já os que atribuem a pobreza à falta de oportunidades iguais passaram de 76% para 58%, posição que ainda é majoritária.

Também houve deslocamentos em temas de segurança e costumes. O apoio ao direito de possuir uma arma legalizada foi de 35% para 41%, enquanto a defesa da proibição da posse passou de 63% para 55%.

A fatia que afirma que a homossexualidade deve ser aceita pela sociedade foi de 79% para 72%. Já 70% defendem que adolescentes que cometem crimes sejam punidos como adultos, ante 65% em 2022.

Na economia, a concordância com bandeiras da esquerda continua à frente. Ela reúne 46%, contra 28% da direita e 26% do centro. Em 2022, os percentuais eram de 50%, 25% e 25%, respectivamente.

As respostas na área econômica, porém, não seguem direção única. A parcela que diz que depender menos do governo melhora a vida chegou a 65%, maior valor da série, e 50% preferem pagar menos impostos e contratar serviços particulares de saúde e educação. A alternativa de pagar mais impostos para receber serviços públicos gratuitos tem 44%.

Ao mesmo tempo, 71% afirmam que o governo deve ser o maior responsável por investir no país e fazer a economia crescer. Outros 56% dizem que as leis trabalhistas protegem mais os trabalhadores do que atrapalham as empresas e que parte de seus benefícios deveria ser ampliada.

O perfil também varia entre grupos da população. Entre homens, 50% são classificados à direita, e 33%, à esquerda. Entre mulheres, a esquerda fica à frente, com 44%, ante 37% da direita.

A diferença é mais acentuada entre evangélicos —52% ficam à direita, 30% à esquerda e 18% no centro— do que entre católicos. Neste último segmento, direita e esquerda estão em empate técnico, com 43% e 39%, respectivamente, dada a margem de erro de três pontos para o segmento, e 18% aparecem no centro.

No eixo de comportamento, a direita chega a 61% entre evangélicos e a 52% entre católicos. Na economia, a esquerda reúne 47% entre católicos. Entre evangélicos, os 39% da esquerda e os 33% da direita configuram empate técnico, considerada a margem de cinco pontos do estrato.

A pesquisa foi feita presencialmente nos dias 17 e 18 de junho com 2.004 eleitores de 16 anos ou mais em 139 municípios. A margem de erro máxima para o total da amostra é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. As margens são maiores nos recortes da população.

O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-09956/2026.

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É mulherada que manda, diz Flávio Bolsonaro após desgastes – 03/07/2026 – Política https://dnews.com.br/e-mulherada-que-manda-diz-flavio-bolsonaro-apos-desgastes-03-07-2026-politica/ https://dnews.com.br/e-mulherada-que-manda-diz-flavio-bolsonaro-apos-desgastes-03-07-2026-politica/#respond Fri, 03 Jul 2026 20:08:52 +0000 https://dnews.com.br/e-mulherada-que-manda-diz-flavio-bolsonaro-apos-desgastes-03-07-2026-politica/ O líder do PL na Câmara, Sóstenes Calvacante (PL-RJ), e deputadas federais do partido buscaram minimizar nesta sexta-feira (3) a crise desencadeada entre Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Michelle Bolsonaro desde que a ex-primeira-dama divulgou vídeo em que afirma ter sido desrespeitada pelo enteado. O pré-candidato do PL à Presidência, por sua vez, evitou falar do […]

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O líder do PL na Câmara, Sóstenes Calvacante (PL-RJ), e deputadas federais do partido buscaram minimizar nesta sexta-feira (3) a crise desencadeada entre Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Michelle Bolsonaro desde que a ex-primeira-dama divulgou vídeo em que afirma ter sido desrespeitada pelo enteado.

O pré-candidato do PL à Presidência, por sua vez, evitou falar do racha com Michelle e também fez acenos ao público feminino após a declaração machista do influenciador Paulo Figueiredo, aliado da família Bolsonaro, que afirmou que mulher vota muito mal, especialmente as solteiras.

“É a mulherada que manda em casa, é a mulherada que manda no Brasil e que fala por último no palco”, disse Flávio.

O PL fez nesta sexta um seminário sobre comunicação, voltado para influenciadores de direita e assessores de parlamentares.

Além de Flávio, o presidente nacional do partido, Valdemar da Costa Neto, e o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da pré-campanha de Flávio, compareceram e discursaram. Michelle foi mencionada pelas mulheres que falaram ao microfone.

O vídeo da ex-primeira-dama dizendo ter sido humilhada pelo enteado foi publicado no último dia 24 de junho. Desde então, aliados tentam estancar a crise, que teve como uma das consequências imediatas a saída de Michelle da presidência do PL Mulher e a ameaça de recuo dela à pré-candidatura ao Senado.

Nesta sexta, deputadas e o próprio Flávio tentaram reforçar os laços familiares do senador, que tem mulher e duas filhas.

A deputada Soraya Santos (PL-RJ) disse que partiu de Flávio a ideia de congelar a vaga de presidente do PL Mulher até o fim da eleição, porque, segundo ela, Michelle é “insubstituível”.

“Dizem que o PL não gosta de mulher e é a bancada que mais mulher tem. Dizem que você é duro com as mulheres e eu quero dizer que você é voto vencido porque lá [na casa de Flávio] são 3 contra 1. Por que você acha que as pessoas podem supor que esse partido pode levar essa fama?”, disse Soraya, em painel com Flávio.

O pré-candidato não comentou o embate com Michelle nem voltou a citar a declaração do aliado Paulo Figueiredo. Na quarta (1°) em reunião com um grupo de mulheres, Flávio disse repudiar a fala do influenciador. Na ocasião, aliadas da ex-primeira-dama boicotaram o evento.

A jornalistas o líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), disse ter “certeza de que Michelle apoiará Flávio”.

O PL fez um painel sobre o impacto das mulheres no cotidiano das famílias, com Flávio entre os debatedores, ao lado da deputada Bia Kicis (PL-DF).

O senador, que já havia feito aceno ao público feminino mais cedo ao indicar que agressores de mulheres devem ser mantidos presos, sugeriu a ampliação de creches para que mulheres possam trabalhar.

Também falou da relação com as filhas. “Sou um homem comum”, afirmou. “Era para Bolsonaro estar aqui. Mas estou aqui firme e forte, mais forte do que nunca, de cabeça erguida, para disputar a presidência do Brasil”, disse o pré-candidato.

Durante o seminário, parlamentares tentavam acessar Flávio e outros líderes do partido, como o presidente nacional, Valdemar da Costa Neto, e o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da pré-campanha presidencial.

Dois parlamentares que conversaram com a Folha se queixaram, sob reserva, da falta de definição sobre alguns cenários, como a vice-presidência, que deve ser encaminhada a uma mulher, e o Senado.

“Quando você tem sobra de opções, o que é um problema bom na política, acaba dificultando que a gente busque a melhor composição. A política tem seu tempo e vamos superar isso”, disse Sóstenes Cavalcante.

Flávio tem considerado o nome da ex-presidente da Caixa Econômica Federal Daniella Marques (Republicanos) como possível candidata. Na pré-candidatura ao Senado pelo Rio, Sóstenes abriu a possibilidade de que o PL negocie a cessão de lugar na chapa a Marcelo Crivella (Republicanos-RJ).

A primeira chapa está definida com o prefeito de Belford Roxo Marcio Canella (União), e a segunda segue em aberto desde a desistência do ex-governador Cláudio Castro.

Crivella teve vitória no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), na quarta (1°), após o ministro André Mendonça proferir decisão que o autoriza a disputar a vaga.

“É uma questão de diálogo. O Crivella é um quadro que poderia fazer uma composição, sim. Isso pode ser decidido até o último dia da convenção. Vamos ter muitas surpresas no Rio de Janeiro e [uma das surpresas] pode ser a fusão com o Republicanos”, disse Sóstenes.

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O rei só terá um herdeiro – 03/07/2026 – Demétrio Magnoli https://dnews.com.br/o-rei-so-tera-um-herdeiro-03-07-2026-demetrio-magnoli/ https://dnews.com.br/o-rei-so-tera-um-herdeiro-03-07-2026-demetrio-magnoli/#respond Fri, 03 Jul 2026 19:07:54 +0000 https://dnews.com.br/o-rei-so-tera-um-herdeiro-03-07-2026-demetrio-magnoli/ Habituados à democracia, que separa a sucessão da linhagem sanguínea, poucos analistas entenderam o já célebre vídeo de Michelle. Como o clã Bolsonaro opera segundo regras dinásticas, para interpretá-lo é preciso retornar a um passado distante. A inspiração da estratégia da esposa de Jair deita raízes na honorável prática do fratricídio. No Império Otomano, a […]

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Habituados à democracia, que separa a sucessão da linhagem sanguínea, poucos analistas entenderam o já célebre vídeo de Michelle. Como o clã Bolsonaro opera segundo regras dinásticas, para interpretá-lo é preciso retornar a um passado distante. A inspiração da estratégia da esposa de Jair deita raízes na honorável prática do fratricídio.

No Império Otomano, a sucessão abria-se a todos os herdeiros homens do sultão, o que provocava sangrentas guerras palacianas. O sultão Mehmed 2º legalizou o fratricídio como parte do código imperial, o Kanunname, no seu segundo reinado, entre 1451 e 1481. Um de seus filhos tornou-se o sultão Mehmed 3º e, em 1595, ordenou a execução de seus 19 meio-irmãos. No reinado de Ahmed 1º (1603-1617), o fratricídio legal foi substituído pelo sistema de Kafes, o confinamento palaciano de potenciais herdeiros rivais.

As monarquias europeias tentaram proteger-se das batalhas entre irmãos por meio da regra estrita da primogenitura. A cláusula, porém, não evitou execuções e mutilações no interior da família real no Império Bizantino ou, nas origens do Império Russo, durante as guerras de sucessão de Vladimir 1º, príncipe de Kiev, no século 11. Também não impediu a prática na Inglaterra das Guerras das Rosas (1455-1487). O rei só pode ter um herdeiro –eis o princípio que orienta Michelle.

Jair, rei doente e aprisionado, não pode falar. Seu gesto de passagem do cetro ao primogênito revelou-se incapaz de solucionar a questão sucessória. Michelle entendeu isso, deflagrando um plano de extermínio político de seus enteados. O vídeo, mais que uma treta familiar, inscreve-se numa estratégia de longo prazo.

Ao contrário dos antigos discursos postados por Jair, com cenografia similar às de grupos jihadistas, Michelle brindou o público com uma obra profissional. Leu um texto bem escrito, sob iluminação perfeita, rodeada por uma coleção de signos que veiculam um programa político baseado no fundamentalismo cristão. Acertou o timing, ofuscando o noticiário sobre os negócios de Jaques Wagner com Vorcaro que lancetam a candidatura de Lula.

Na década de 1980, a fim de fixar as posições do partido, o PT lançava candidatos próprios em quase todos os lugares. Michelle copia aquela orientação: no Ceará, por exemplo, rejeita a aliança do PL com Ciro Gomes. Joga no campo dos “princípios”, traçando uma fronteira programática entre a extrema direita e o pântano do centrão.

Michelle mira 2030. Sua meta tem como premissa o triunfo de Lula, que arrastaria a extrema direita para fora da bolha do sangue. No vídeo, um mapa do Brasil pintado de rosa exibe seus feitos à frente do PL Mulher: a edificação de uma máquina partidária pessoal. Os filhos só têm o sobrenome; ela possui, além disso, uma engrenagem que, pela via evangélica, esculpe uma base eleitoral nacional.

Segundo Paulo Figueiredo, as mulheres votam mal, “principalmente as solteiras”, às quais faltaria uma figura patriarcal para indicar o voto certo. De fato, quem pouco entende de política é o neto influencer do último general-ditador, estafeta do filho que arma conspiratas nos corredores da Casa Branca. Michelle, casada, desafia o comando sucessório do marido. A renúncia à presidência do PL Mulher inscreve na pedra a cisão com o herdeiro oficial. Sua cruzada pelo cetro apenas começou.


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