Arquivo de Economia - DNEWS JORNAL https://dnews.com.br/category/economia/ Notícias do Brasil e do Mundo Sat, 14 Mar 2026 19:02:44 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 170084987 Petrobras sobe os preços do diesel para distribuidoras https://dnews.com.br/petrobras-sobe-os-precos-do-diesel-para-distribuidoras/ https://dnews.com.br/petrobras-sobe-os-precos-do-diesel-para-distribuidoras/#respond Sat, 14 Mar 2026 19:02:44 +0000 https://dnews.com.br/petrobras-sobe-os-precos-do-diesel-para-distribuidoras/ “Mesmo após essa atualização, no acumulado desde dezembro de 2022, os preços de diesel A vendidos às distribuidoras registram redução acumulada de R$ 0,84 por litro, o equivalente a uma queda de 29,6%, considerada a inflação do período”, diz a Petrobras.

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“Mesmo após essa atualização, no acumulado desde dezembro de 2022, os preços de diesel A vendidos às distribuidoras registram redução acumulada de R$ 0,84 por litro, o equivalente a uma queda de 29,6%, considerada a inflação do período”, diz a Petrobras.

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Caso Master: Vorcaro lucrou mais de R$ 440 milhões em operações com fundos da Reag https://dnews.com.br/caso-master-vorcaro-lucrou-mais-de-r-440-milhoes-em-operacoes-com-fundos-da-reag/ https://dnews.com.br/caso-master-vorcaro-lucrou-mais-de-r-440-milhoes-em-operacoes-com-fundos-da-reag/#respond Sat, 14 Mar 2026 18:02:03 +0000 https://dnews.com.br/caso-master-vorcaro-lucrou-mais-de-r-440-milhoes-em-operacoes-com-fundos-da-reag/ O dono do banco Master, Daniel Vorcaro, lucrou mais de R$ 440 milhões em operações de compra e venda de cotas de fundo geridos pela empresa Reag Investimentos. Em 24h, o dono do Master realizou uma transação em que lucrou mais de R$ 290 milhões entre fundos administrados pela gestora, investigada por suspeita de lavagem […]

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O dono do banco Master, Daniel Vorcaro, lucrou mais de R$ 440 milhões em operações de compra e venda de cotas de fundo geridos pela empresa Reag Investimentos.
Em 24h, o dono do Master realizou uma transação em que lucrou mais de R$ 290 milhões entre fundos administrados pela gestora, investigada por suspeita de lavagem de dinheiro para o Banco Master e para empresas ligadas ao Primeiro Comando da Capital (PCC).
As operações aparecem na declaração de Imposto de Renda de 2024, enviada pela Receita Federal à CPMI do INSS, onde o banqueiro detalha os lucros obtidos com vendas de ativos em 2023.
A informação foi divulgada pelo jornal “Folha de São Paulo” e confirmada pelo g1. A defesa de Daniel Vorcaro foi procurada pela reportagem, mas preferiu não se manifestar.
Segunda Turma do STF mantém prisão de Daniel Vorcaro
Entenda a cronologia
Em 27 de dezembro de 2023, Vorcaro efetua a compra de cotas do fundo Hans II no valor de R$ 2,5 milhões.
No dia seguinte, 28 de dezembro, o banqueiro vende esses ativos para o fundo Itabuna por R$ 294,5 milhões, tendo um ganho de capital de R$ 291.955.496,90.
A operação demonstrada no documento mostra que, em 24h, os ativos de Vorcaro aumentaram 116 vezes o preço e tiveram uma valorização real de 11.474%.
Caso Master: PF investiga se Daniel Vorcaro pagou por ataque de influenciadores ao Banco Central
Jornal Nacional/ Reprodução
No mesmo ano, Vorcaro lucrou R$ 150 milhões em uma semana vendendo cotas do Hans II para outro fundo administrado pela Reag, o Astralo Fundo de Investimento Multimercado Crédito Privado I, conhecido como Astralo 95.
No dia 31 de maio, Vorcaro adquiriu cotas do Hans II ao custo de R$ 10 milhões.
Uma semana depois, no dia 7 de junho, vendeu esses ativos para o Astralo 95 por R$ 160 milhões, 16 vezes o preço pago, o que representa uma valorização de 1500%.
Como mostrou o g1, Vorcaro transferiu R$ 700 milhões em ativos do banco Master para uma offshore com sede nas Ilhas Cayman em 2025.
A maior parte desse montante, R$ 555,7 milhões, foram transferidas pela GSR Fundo de Investimento, cujo acionista único é justamente o Astralo 95.
Somando as duas operações, o banqueiro teve um lucro de R$ 441.955.496,90, 36 vezes o capital investido e uma valorização de 3.523%.
Reag é investigada
A Reag também foi alvo da Operação Compliance Zero, a mesma que investiga o Master e que levou Vorcaro à prisão em 4 de março.
A suspeita dos investigadores é que a gestora atuou na estruturação e administração de fundos suspeitos de movimentar recursos de forma atípica, inflar resultados e ocultar riscos, com indícios de fraude e lavagem de dinheiro.
A empresa do setor financeiro também foi alvo da operação Carbono Oculto, que investiga a máfia dos combustíveis e ligações com o Primeiro Comando da Capital (PCC).
Em janeiro, o Banco Central decretou a liquidação da Reag Investimentos.
Prisão de Vorcaro
Daniel Vorcaro foi preso duas vezes como parte da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, que apura um esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo o Master.
A primeira prisão ocorreu em 17 de novembro, quando o banqueiro se preparava para viajar para a Europa. A segunda ocorreu no último dia 4 de março, em São Paulo, como parte da terceira fase da operação.
Após ficar preso na penitenciária 2 de Potim, no interior de São Paulo, o banqueiro foi transferido para Brasília e está na Penitenciária Federal. A PF solicitou a imediata transferência de Vorcaro afirmando que “há necessidade premente de tutela da integridade física do custodiado”.

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Renner deixa de vender camiseta com frase 'Regret Nothing', ligada a discurso misógino https://dnews.com.br/renner-deixa-de-vender-camiseta-com-frase-regret-nothing-ligada-a-discurso-misogino/ https://dnews.com.br/renner-deixa-de-vender-camiseta-com-frase-regret-nothing-ligada-a-discurso-misogino/#respond Sat, 14 Mar 2026 17:00:51 +0000 https://dnews.com.br/renner-deixa-de-vender-camiseta-com-frase-regret-nothing-ligada-a-discurso-misogino/ ‘Regret nothing’: frase de réu por estupro coletivo expõe cultura misógina A Lojas Renner recolheu das prateleiras a camiseta com a frase “Regret Nothing” (“não se arrependa de nada”, em tradução livre), usada por Vitor Hugo Simonin, de 18 anos, ao se entregar à polícia. Simonin é acusado de participar do estupro coletivo de uma […]

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‘Regret nothing’: frase de réu por estupro coletivo expõe cultura misógina
A Lojas Renner recolheu das prateleiras a camiseta com a frase “Regret Nothing” (“não se arrependa de nada”, em tradução livre), usada por Vitor Hugo Simonin, de 18 anos, ao se entregar à polícia. Simonin é acusado de participar do estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos, no Rio de Janeiro.
A imagem de Simonin ganhou as redes sociais nas últimas semanas, após a Folha de S.Paulo destacar a frase estampada na camiseta, informação que foi amplamente repercutida pela imprensa. A expressão é associada a discursos misóginos e a grupos que pregam ódio contra mulheres.
Em nota, a Renner afirmou que “repudia qualquer forma de violência ou conduta ofensiva” e reafirmou “seu compromisso com seus valores e princípios institucionais”.
“O processo criativo da referida peça não tem qualquer relação com o movimento red pill, e que toda a base conceitual e estética foi pautada em manifestações culturais contemporâneas, como poesias e composições musicais. Ainda assim, a companhia providenciou a retirada do item de seus canais digitais e das lojas físicas”, disse a empresa.
Detalhe da camiseta usada por Simonin quando se entregou à polícia
Reprodução
Entenda o caso
Simonin é um dos quatro homens acusados de participarem de um estupro coletivo contra uma adolescente de 17 anos em um apartamento em Copacabana, no Rio de Janeiro. Um adolescente também participou das agressões. O caso aconteceu na noite de 31 de janeiro.
Em depoimento prestado na delegacia, na presença da avó, a adolescente relatou que foi convidada pelo adolescente, que era um colega de escola, para ir ao apartamento de um amigo dele. Ele teria pedido que ela levasse uma amiga, mas, como não conseguiu, foi sozinha.
Ao chegar ao prédio, ela encontrou com o jovem na portaria e subiu ao apartamento, onde foi levada para um quarto. Lá, ela ficou mais de uma hora submetida a agressões físicas e sexuais dos acusados.
Depois do caso em Copacabana, o Fantástico revelou que outra jovem também denunciou Simonin à polícia, por um abuso que sofreu quando tinha 17 anos. O caso aconteceu durante uma festa. Os dois estavam se beijando quando, segundo o relato da vítima, Simonin tentou forçá-la a praticar sexo oral.
Expressão ligada a grupos machistas
Segundo apurou a GloboNews, a expressão aparece em discursos de grupos misóginos, conhecidos como redpills e incels.
Um dos ícones da machosfera, que incentiva o “regret nothing” como um dos lemas, é Andrew Tate, um influenciador, empresário e ex-kickboxer profissional americano-britânico que preza a dominação masculina e o desprezo pelas mulheres. Tate é réu por estupro, tráfico humano e exploração sexual de menores.
O influenciador, com milhões de seguidores nas redes sociais, é citado por um personagem da série “Adolescência” ao comentar sobre o movimento incel – sigla em inglês que significa “celibatários involuntários”, referente a pessoas que se dizem incapazes de conseguir ter um relacionamento sexual, apesar do desejo.

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Governo prioriza abastecimento e segurar preço do diesel, diz Alckmin https://dnews.com.br/governo-prioriza-abastecimento-e-segurar-preco-do-diesel-diz-alckmin/ https://dnews.com.br/governo-prioriza-abastecimento-e-segurar-preco-do-diesel-diz-alckmin/#respond Sat, 14 Mar 2026 15:59:59 +0000 https://dnews.com.br/governo-prioriza-abastecimento-e-segurar-preco-do-diesel-diz-alckmin/ O vice-presidente Geraldo Alckmin disse, neste sábado (14), que o governo federal prioriza, neste momento, garantir abastecimento e “segurar o preço” do diesel. Ele defendeu as ações anunciadas, nesta semana, de zerar as alíquotas de PIS/Cofins sobre o diesel e da criação de uma subvenção de mais R$ 0,32 por litro. Ao todo, a expectativa é reduzir, […]

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O vice-presidente Geraldo Alckmin disse, neste sábado (14), que o governo federal prioriza, neste momento, garantir abastecimento e “segurar o preço” do diesel. Ele defendeu as ações anunciadas, nesta semana, de zerar as alíquotas de PIS/Cofins sobre o diesel e da criação de uma subvenção de mais R$ 0,32 por litro. Ao todo, a expectativa é reduzir, ao todo, pelo menos R$ 0,64 por litro na bomba.

As medidas levam em conta que o Brasil importa 25% do diesel. Devido à guerra no Oriente Médio, houve aumento na cotação internacional do barril de petróleo, o que impacta os preços na bomba de combustíveis. 

O vice-presidente contextualizou que a alta do diesel pode encarecer alimentos e transportes, além de elevar a inflação. Alckmin, que também é ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), visitou concessionária da Scania em Santa Maria (DF) em função do andamento do programa Move Brasil (a política pública de estímulo à renovação da frota de caminhões).

Alckmin considerou a ação do governo federal como “inteligente” e criticou medida do governo de Jair Bolsonaro (em 2022), que limitou a cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de combustíveis e ainda vetou compensação aos Estados. 

“Os estados foram para a justiça porque perderam receita. Acabou tudo judicializado, virando aí um precatório gigantesco, afirmou.  O vice-presidente explicou que, embora o Brasil seja exportador de petróleo, é importador de diesel porque ainda não tem refino o suficiente para o mercado local.

Incentivo à indústria

Em relação ao programa Move Brasil, o vice-presidente defendeu a estratégia de impulsionamento da indústria com “depreciação acelerada” dos equipamentos.

“Lançamos o Move Brasil colocando R$ 10 bilhões, e saímos de juros de média de 23% para 13%. A resposta foi espetacular”, avaliou. Ele disse que, com dois meses do programa, já foram aplicados R$ 6,2 bilhões dos recursos previstos.

Ele acrescentou que o programa estimulou o caminhoneiro autônomo a comprar um veículo zero quilômetro ou semi-novo. O vice-presidente também defendeu a iniciativa de estimular a indústria do carro sustentável com a eliminação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

O carro sustentável é aquele que é fabricado no Brasil, flex, com 80% de reciclabilidade e que não pode emitir mais que 83 gramas por quilômetro rodado. Alckmin explica que essa medida vai ter impacto na poluição ambiental.

O vice-presidente alertou também que melhores equipamentos nas estradas tende a reduzir os acidentes. “Quando se tem tecnologia, é como uma vacina. Isso vai evitar acidentes e mortes”.

 

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Governo levantou R$ 179 bi desde 2023 para transição ecológica https://dnews.com.br/governo-levantou-r-179-bi-desde-2023-para-transicao-ecologica/ https://dnews.com.br/governo-levantou-r-179-bi-desde-2023-para-transicao-ecologica/#respond Sat, 14 Mar 2026 14:58:49 +0000 https://dnews.com.br/governo-levantou-r-179-bi-desde-2023-para-transicao-ecologica/ Em três anos, o governo federal levantou R$ 179 bilhões para financiar projetos ligados à transição ecológica no país. Os recursos vêm do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (Fundo Clima) e do programa Eco Invest Brasil. Segundo o governo, o montante contabiliza as operações desde 2023. A quantia reúne financiamentos aprovados, contratados e desembolsados […]

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Em três anos, o governo federal levantou R$ 179 bilhões para financiar projetos ligados à transição ecológica no país. Os recursos vêm do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (Fundo Clima) e do programa Eco Invest Brasil.

Segundo o governo, o montante contabiliza as operações desde 2023. A quantia reúne financiamentos aprovados, contratados e desembolsados para iniciativas relacionadas à redução de emissões, recuperação ambiental e adaptação às mudanças climáticas.

Os números foram divulgados nesta semana pelos ministérios do Meio Ambiente e Mudança do Clima e da Fazenda. Os dados serão detalhados pelas duas pastas e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em data ainda não definida.

Fundo Clima

Na quinta-feira (12), comitê gestor aprovou o Plano Anual de Aplicação de Recursos para 2026 para o Fundo Clima, com orçamento de R$ 27,5 bilhões. Esse é o maior valor da série histórica do programa.

Operado pelo BNDES e coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente, o Fundo Clima representa um dos principais instrumentos de financiamento de políticas ambientais no Brasil. Desde 2023, informaram os órgãos, o fundo registrou aumento no orçamento e no volume de projetos aprovados. 

Eco Invest

O programa Eco Invest Brasil, conduzido pelos ministérios da Fazenda e do Meio Ambiente, integra o Plano de Transformação Ecológica do Brasil, estratégia do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para promover investimentos sustentáveis.

A iniciativa busca atrair capital privado e recursos internacionais para projetos de longo prazo. Entre os instrumentos previstos estão mecanismos de proteção contra a volatilidade cambial, destinados a reduzir riscos para investidores estrangeiros.

No fim do ano passado, o Ministério da Fazenda divulgou que o programa mobilizou R$ 75 bilhões para projetos sustentáveis, dos quais R$ 46 bilhões captados no exterior. O volume efetivamente liberado em financiamentos somava R$ 14 bilhões no fim de 2025.

Projetos verdes

Os recursos mobilizados por meio do Fundo Clima e do Eco Invest Brasil apoiam projetos ligados à chamada indústria verde, recuperação de biomas, infraestrutura para enfrentar os impactos das mudanças climáticas e inovação tecnológica voltada à transição ecológica.

A expectativa da equipe econômica é ampliar a participação do setor privado no financiamento dessas iniciativas e acelerar investimentos em sustentabilidade e descarbonização da economia brasileira.

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Argentina derruba exportações de veículos produzidos no Brasil https://dnews.com.br/argentina-derruba-exportacoes-de-veiculos-produzidos-no-brasil/ https://dnews.com.br/argentina-derruba-exportacoes-de-veiculos-produzidos-no-brasil/#respond Sat, 14 Mar 2026 13:57:29 +0000 https://dnews.com.br/argentina-derruba-exportacoes-de-veiculos-produzidos-no-brasil/ No total, no primeiro bimestre, foram embarcados 59,4 mil veículos, ante 82,4 mil no mesmo período de 2025, o que representou uma retração de 28%. O resultado só não foi pior porque o México trouxe uma inesperada demanda. Em fevereiro, as vendas para o mercado mexicano saltaram de 2,2 mil para 9,1 mil unidades.

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No total, no primeiro bimestre, foram embarcados 59,4 mil veículos, ante 82,4 mil no mesmo período de 2025, o que representou uma retração de 28%. O resultado só não foi pior porque o México trouxe uma inesperada demanda. Em fevereiro, as vendas para o mercado mexicano saltaram de 2,2 mil para 9,1 mil unidades.

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Privatização da BR prejudica consumidor em momento de crise https://dnews.com.br/privatizacao-da-br-prejudica-consumidor-em-momento-de-crise/ https://dnews.com.br/privatizacao-da-br-prejudica-consumidor-em-momento-de-crise/#respond Sat, 14 Mar 2026 12:54:00 +0000 https://dnews.com.br/privatizacao-da-br-prejudica-consumidor-em-momento-de-crise/ Especialistas e entidades do setor de petróleo apontam que os aumentos abusivos nos preços dos combustíveis pelas distribuidoras – em São Paulo, há relatos de postos vendendo o litro de gasolina a R$ 9 – não se devem apenas à instabilidade no cenário internacional. Para analistas, a privatização da BR Distribuidora eliminou o controle estratégico […]

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Especialistas e entidades do setor de petróleo apontam que os aumentos abusivos nos preços dos combustíveis pelas distribuidoras – em São Paulo, há relatos de postos vendendo o litro de gasolina a R$ 9 – não se devem apenas à instabilidade no cenário internacional.

Para analistas, a privatização da BR Distribuidora eliminou o controle estratégico do Estado sobre a cadeia de fornecimento, deixando o mercado à mercê de reajustes abusivos que ignoram os valores praticados nas refinarias. Sem a estrutura verticalizada que ia “do poço ao posto”, o Brasil perdeu a ferramenta institucional necessária para frear a especulação em momentos de crise, avaliam especialistas ouvidos pela Agência Brasil.

O alerta da venda de gasolina a R$ 9 “mesmo sem reajustes equivalentes nas refinarias” partiu de Ticiana Alvares, diretora técnica do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep). Segundo nota publicada pela Federação Única dos Petroleiros (FUP), postos em São Paulo estão elevando preços de forma desproporcional, mesmo sem reajustes equivalentes por parte da Petrobras.

Para a FUP, o conflito no Oriente Médio — intensificado no final de fevereiro — tem servido de pretexto para que distribuidoras e revendedoras apliquem margens de lucro excessivas.

“As distribuidoras e revendedoras aumentaram os preços dos combustíveis. [O valor] chega na bomba para o consumidor final com acréscimo em torno de 40%”, calcula o coordenador-geral da FUP, Deyvid Bacelar, em entrevista à Agência Brasil.

Política de preços diferenciada

Segundo Bacelar, a majoração de preços – que prejudica os consumidores e pode impactar na inflação – ocorre porque foram privatizadas as subsidiárias da Petrobras que atuavam na distribuição de combustíveis (BR Distribuidora e a Liquigás).

“Nós tínhamos uma Petrobras que era bem mais integrada e verticalizada do que é hoje. Era a antiga empresa do poço ao posto,” afirmou o sindicalista.

“Uma companhia petrolífera que faz exploração e produção de petróleo, e também transporte, refino, distribuição e comercialização dos derivados desse petróleo, consegue praticar política de preços diferenciada”, compara Bacelar – favorável à verticalização na Petrobras de todas etapas de fornecimento de petróleo.

A análise é compartilhada pela academia. Para Geraldo de Souza Ferreira, professor de Engenharia de Petróleo da Universidade Federal Fluminense (UFF), a retirada de uma empresa pública de um setor tão vital retira do Estado suas “ferramentas institucionais” de intervenção. “Quando se retira uma empresa pública de determinado setor da cadeia produtiva, o Estado deixa de ter ferramentas institucionais para fazer algum tipo de intervenção.”

Para Souza Ferreira, a atuação estatal no setor de petróleo é estratégica.

“O petróleo e seus derivados são importantes para segurança energética do país e para manutenção de várias outras atividades. Esses produtos são fundamentais para a sociedade. Então, tem que ter um certo nível de controle.”

O especialista ainda assinala que “uma empresa pública é orientada por sua função social. Já as empresas privadas são orientadas para o lucro, para o retorno financeiro.”

Na última quarta-feira (11), a empresa Vibra Energia S.A que comprou a BR Distribuidora anunciou lucro líquido de R$ 679 milhões em 2024. “Nossos resultados financeiros e operacionais comprovam a robustez e a capacidade de execução da companhia. Tivemos crescimento consistente de margens a cada trimestre do ano”, destacou Ernesto Pousada, CEO da Vibra, em comunicado da empresa.

Sem consulta ao Congresso

A Petrobras perdeu o controle da BR Distribuidora em julho de 2019, quando iniciou a privatização da antiga subsidiária. A privatização total foi concluída dois anos depois. Naquele período, sob o governo do então presidente Jair Bolsonaro, a diretoria da Petrobras defendia que a empresa deveria focar na produção e exploração de óleo e gás, e abrir mão da distribuição de combustível.

A venda das empresas subsidiárias da Petrobras foi feita sem consulta ao Congresso Nacional, de acordo com o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 5624.

Conforme decisão da Corte, em caráter liminar de junho de 2019, “a alienação do controle acionário de empresas públicas e sociedades de economia mista exige autorização legislativa e licitação”, mas “a exigência de autorização legislativa, todavia, não se aplica à alienação do controle de suas subsidiárias e controladas. Nesse caso, a operação pode ser realizada sem a necessidade de licitação, desde que siga procedimentos que observem os princípios da administração pública inscritos no Artigo 37 da Constituição, respeitada, sempre, a exigência de necessária competitividade.”

<<Petrobras aprova venda total de ações na BR Distribuidora

Corte de tributos e pagamento de subvenções

Para conter aumento no preço dos combustíveis, o governo zerou as alíquotas de Programa de Integração Social/Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (PIS/Cofins) sobre o diesel, e reduzindo o preço em cerca de R$ 0,32 por litro e editou a Medida Provisória nº 1.340 que autoriza a concessão de mais R$ 0,32 por litro como subvenção econômica para a comercialização de óleo diesel.

No total, são R$ 0,64 por litro cobrados a menos para diminuir o impacto no bolso do consumidor da variação do preço do petróleo no mercado.

O preço do diesel é formado pelo custo do produto junto à Petrobras (45,5% do preço médio na bomba do posto); tributo estadual (19%); custo de distribuição e revenda (17,2%); adição de biodiesel (13%). O peso da tributação da PIS/Cofins era de 5,2%.

Tendo em perspectiva o comportamento do mercado internacional de petróleo, o governo federal criou uma sala de monitoramento para acompanhar as condições do de comercialização de combustíveis fora e dentro do Brasil.

Na quinta-feira (12), o governo federal se reuniu com as empresas distribuidoras de combustível que sugeriram que a Petrobras amplie a importação de diesel para garantir abastecimento e estabilidade de preços no país.

 

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Projeto de lei sugere criar CNH separada para carros automáticos e manuais https://dnews.com.br/projeto-de-lei-sugere-criar-cnh-separada-para-carros-automaticos-e-manuais/ https://dnews.com.br/projeto-de-lei-sugere-criar-cnh-separada-para-carros-automaticos-e-manuais/#respond Sat, 14 Mar 2026 11:52:45 +0000 https://dnews.com.br/projeto-de-lei-sugere-criar-cnh-separada-para-carros-automaticos-e-manuais/ Após mudanças nas regras para obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), um projeto de lei propõe a criação de categorias diferentes para quem dirige carros automáticos e manuais. A proposta foi aprovada em comissão específica na Câmara dos Deputados, mas ainda tem um trajeto para entrar em vigor. (veja abaixo) Pelo texto, o candidato […]

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Após mudanças nas regras para obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), um projeto de lei propõe a criação de categorias diferentes para quem dirige carros automáticos e manuais. A proposta foi aprovada em comissão específica na Câmara dos Deputados, mas ainda tem um trajeto para entrar em vigor. (veja abaixo)
Pelo texto, o candidato que fizer aulas e o exame prático em um carro automático poderá dirigir apenas esse tipo de veículo, com a restrição registrada na CNH. A mesma regra vale para quem fizer a prova em um carro com câmbio manual.
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Se o motorista quiser dirigir o outro tipo de veículo, o projeto prevê a obrigatoriedade de um curso complementar e de um novo teste prático. Somente após a aprovação a CNH seria atualizada para permitir a condução de ambos.
“É forçoso constar no documento de habilitação do condutor que optar por fazer o curso e o exame em veículo com câmbio automático que ele não está apto a dirigir veículo com câmbio mecânico”, diz o relator Neto Carletto (Avante-BA).
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Até a publicação desta reportagem, o projeto ainda precisa passar por outras etapas para se tornar lei. A proposta já foi aprovada na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados e ainda aguarda:
Ser analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania;
Entrar em votação no plenário da Câmara dos Deputados;
Se aprovada, seguir para votação no Senado Federal.
Já existe indicação na CNH para carros automáticos
Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
Crystofher Andrade/g1
Atualmente, já existe uma anotação no campo de observações da CNH que indica que o motorista deve usar um carro com câmbio automático. No entanto, essa restrição é voltada a condutores com necessidades específicas, que não conseguem dirigir veículos com câmbio manual.
Outras letras significam:
A: obrigatório uso de lentes corretivas;
B: obrigatório uso de próteses auditivas;
C: obrigatório uso do acelerador à esquerda;
D: obrigatório o uso de veículo com transmissão automática;
E: obrigatório o uso de empunhadura, manopla ou pomo de volante;
F: obrigatório o uso de veículo com direção hidráulica;
G: obrigatório o uso de veículo com embreagem manual ou com automação de embreagem ou com transmissão automática;
H: obrigatório uso de acelerador e freio manual;
I: obrigatório uso de adaptação dos comandos de painel ao volante;
J: obrigatório uso de adaptação dos comandos de painel para os membros inferiores e/ou outras partes do corpo;
K: obrigatório o uso de veículo com prolongamento da alavanca de câmbio e/ou almofadas (fixas) de compensação de altura e/ou profundidade;
L: obrigatório o uso de veículos com prolongadores dos pedais e elevação do assoalho e ou almofadas fixas de compensação de altura ou profundidade;
M: obrigatório o uso de motocicleta com pedal de câmbio adaptado;
N: obrigatório o uso de motocicleta com o pedal de freio traseiro adaptado;
O: obrigatório uso de motocicleta com manopla de freio dianteiro adaptada;
P: obrigatório o uso de motocicleta com manopla de embreagem adaptada;
Q: obrigatório o uso de motocicleta com carro lateral ou triciclo;
R: obrigatório o uso de motoneta com carro lateral ou triciclo;
S: obrigatório o uso de motocicleta com automação de troca de marchas;
T: vedado dirigir em rodovias e vias de trânsito rápido;
U: vedado dirigir após o pôr do sol;
V: obrigatório uso de capacete de segurança com viseira protetora, sem limitação de campo visual;
W: aposentado por invalidez;
X: outras restrições;
Y: surdo (também representada como X na CNH);
Z: visão monocular (também representada como X na CNH).
Há ainda outras siglas, usadas em conjunto, que têm significados diferentes:
ACC: autorização para conduzir ciclomotor;
HTE: habilitado em transporte escolar;
MTF: autorização motofretista;
MTX: autorização para mototaxista;
EAR: exerce atividade remunerada;
HTVE: habilitado em transporte de veículos de emergência;
HTC: habilitado em transporte coletivo de passageiros;
HPP: habilitado em transporte de produtos perigosos.

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CGU analisa material do BC sobre servidores afastados por suposto envolvimento no caso Master https://dnews.com.br/cgu-analisa-material-do-bc-sobre-servidores-afastados-por-suposto-envolvimento-no-caso-master/ https://dnews.com.br/cgu-analisa-material-do-bc-sobre-servidores-afastados-por-suposto-envolvimento-no-caso-master/#respond Sat, 14 Mar 2026 10:49:24 +0000 https://dnews.com.br/cgu-analisa-material-do-bc-sobre-servidores-afastados-por-suposto-envolvimento-no-caso-master/ O material foi enviado pelo BC na última terça-feira (10). No jargão interno, o órgão de controle abriu um “inquérito preliminar”, ou seja, vai checar se o material atende aos requisitos de admissibilidade, e tem até 180 dias para concluir a análise.

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O material foi enviado pelo BC na última terça-feira (10). No jargão interno, o órgão de controle abriu um “inquérito preliminar”, ou seja, vai checar se o material atende aos requisitos de admissibilidade, e tem até 180 dias para concluir a análise.

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Chevrolet Onix Activ volta em 2026 como versão aventureira do hatch https://dnews.com.br/chevrolet-onix-activ-volta-em-2026-como-versao-aventureira-do-hatch/ https://dnews.com.br/chevrolet-onix-activ-volta-em-2026-como-versao-aventureira-do-hatch/#respond Sat, 14 Mar 2026 09:47:51 +0000 https://dnews.com.br/chevrolet-onix-activ-volta-em-2026-como-versao-aventureira-do-hatch/ Chevrolet Onix Activ 2026 divulgação/Chevrolet A Chevrolet anunciou, nesta sexta-feira (13), o retorno do Onix Activ ainda neste ano. O hatch chega ao Brasil em um cenário no qual esse tipo de carro vem perdendo espaço para os SUVs desde 2020. (veja abaixo) A fabricante americana demonstra estar atenta ao movimento do mercado, ao apresentar […]

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Chevrolet Onix Activ 2026
divulgação/Chevrolet
A Chevrolet anunciou, nesta sexta-feira (13), o retorno do Onix Activ ainda neste ano. O hatch chega ao Brasil em um cenário no qual esse tipo de carro vem perdendo espaço para os SUVs desde 2020. (veja abaixo)
A fabricante americana demonstra estar atenta ao movimento do mercado, ao apresentar o Onix Activ como uma “alternativa racional aos SUVs”, voltada a consumidores que procuram veículos mais altos e robustos, mas sem migrar para um utilitário esportivo.
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Esse segmento inclui modelos como o Volkswagen Tera, que encerrou o primeiro bimestre de 2026 como o segundo SUV mais vendido do Brasil, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
Veja os SUVs cinco mais vendidos do Brasil em 2026:
Volkswagen T-Cross: 11.408 unidades emplacadas;
Volkswagen Tera: 10.350 unidades emplacadas;
Hyundai Creta: 9.473 unidades emplacadas;
Jeep Compass: 8.672 unidades emplacadas;
Chevrolet Tracker: 8.535 unidades emplacadas.
Para diferenciar este Onix do hatch tradicional, que ganhou uma nova versão no ano passado, a Chevrolet elevou o modelo aventureiro em 61 milímetros, mantendo o comprimento de 4,16 metros.
O modelo também recebeu um novo ajuste de suspensão e passa a ter rodas de 16 polegadas como item de série, o maior tamanho disponível para o hatch nas demais versões.
A Chevrolet não informou qual motor equipará o Activ, mas confirmou que o modelo não será vendido com câmbio manual. Até a publicação deste artigo, o Onix automático é oferecido exclusivamente com motor turbo de 115 cavalos e 16,8 kgfm de torque.
Na mesma plataforma, a Chevrolet também utiliza um motor 1.2 turbo de 141 cavalos em outros modelos da marca, como a Tracker. Por isso, o novo Onix Activ pode adotar qualquer uma dessas opções.
Chevrolet Onix Activ 2026
divulgação/Chevrolet
Mesmo sem divulgar o preço, a expectativa é que o Onix Activ custe mais do que a versão automática mais básica do hatch, que hoje parte de R$ 114.990 e chega a R$ 133.390 na configuração RS Turbo.
Chevrolet terá SUV de entrada
Junto do hatch sabor SUV, a Chevrolet já anunciou um utilitário de entrada para brigar no mercado que anda dominado pela Volks. O modelo é um SUV cupê — segmento inédito para a marca e se chamará Sonic, resgatando o nome que antes identificava um hatch semelhante ao Onix.
“O novo modelo virá para complementar a gama de veículos da marca e estrear em um segmento estratégico, ainda não explorado pela marca, o dos SUVs cupês”, diz Santiago Chamorro, presidente da GM América do Sul.
O novo SUV será fabricado em Gravataí (RS). A unidade gaúcha é uma das cinco fábricas da Chevrolet no Brasil e, atualmente, concentra a produção do Onix nas versões hatch e sedã.
Segundo Chamorro, a unidade de Gravataí passa por uma modernização para iniciar a produção do Sonic. A fabricação em massa e o lançamento do SUV estão previstos para 2026, resultado de um investimento de R$ 1,2 bilhão anunciado pela GM em 2024.
“Esse investimento de R$ 1,2 bilhão permitirá fortalecer e modernizar a nossa capacidade fabril neste complexo industrial”, disse Chamorro em 2024.
A fábrica do Rio Grande do Sul já produziu mais de 3 milhões de unidades do Onix, que se tornou o modelo mais fabricado pela marca no país, superando Chevrolet Corsa em agosto deste ano.
SUVs dominam as vendas
A escolha pelo formato SUV tanto para o Sonic como partes dele no Onix Activ não é por acaso: esse tipo de veículo domina o mercado brasileiro desde 2020, quando os hatches começaram a perder espaço.

Segundo Milad Kalume Neto, consultor independente especializado no setor automotivo, os hatches perderam atratividade porque já não apresentam diferença de preço significativa em relação aos SUVs, o que reduz o interesse do consumidor.
Segundo Milad Kalume Neto, consultor independente especializado no setor automotivo, os hatches perderam atratividade porque já não apresentam diferença de preço significativa em relação aos SUVs, o que reduz o interesse do consumidor.
Kalume Neto lembra que a chegada de vários SUVs compactos, com preços mais baixos, pode retirar ainda mais hatches da lista dos 10 carros mais vendidos do ano.

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