Arquivo de Economia - DNEWS JORNAL https://dnews.com.br/category/economia/ Notícias do Brasil e do Mundo Sat, 04 Jul 2026 00:46:51 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 170084987 Aneel sorteia mais quatro lotes de transmissão de energia https://dnews.com.br/aneel-sorteia-mais-quatro-lotes-de-transmissao-de-energia-2/ https://dnews.com.br/aneel-sorteia-mais-quatro-lotes-de-transmissao-de-energia-2/#respond Sat, 04 Jul 2026 00:46:51 +0000 https://dnews.com.br/aneel-sorteia-mais-quatro-lotes-de-transmissao-de-energia-2/ Quatro projetos de transmissão de energia foram leiloados hoje (3) na sede da B3, na capital paulista. Promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), este foi o segundo leilão de transmissão de energia do ano. O primeiro deles, que leiloou outros cinco lotes, foi realizado em março deste ano. O certame desta sexta-feira leiloou […]

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Quatro projetos de transmissão de energia foram leiloados hoje (3) na sede da B3, na capital paulista. Promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), este foi o segundo leilão de transmissão de energia do ano. O primeiro deles, que leiloou outros cinco lotes, foi realizado em março deste ano.

O certame desta sexta-feira leiloou quatro lotes, com investimentos estimados em R$ 1,8 bilhão e previsão de mais de 4 mil empregos diretos e indiretos. O certame ofertou quatros lotes (7 a 10) localizados nos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso e a escolha foi pelo maior deságio.

Segundo a Aneel, a licitação pública se destina à construção e manutenção de 61 quilômetros (km) em linhas de transmissão e de 2.400 megavolt-ampères (MVA) em capacidade de transformação de subestações.

O primeiro lote leiloado hoje foi o número 7, composto por instalações no estado de São Paulo. A empresa vencedora foi o Consórcio Olympus XX, que ofertou R$ 96,7 milhões  de Receita Anual Permitida (RAP), com deságio de 52% em relação ao teto definido pelo regulador. A Receita Anual Permitida é uma remuneração que as transmissoras de energia elétrica recebem pela prestação do serviço público de transmissão aos usuários. A vencedora concorreu com a Fip Shelf 300, que ofereceu R$ 181 milhões, com deságio de 10,17%.

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O segundo lote leiloado foi o número 10, composto por instalações em Cuiabá, no Mato Grosso. A empresa vencedora foi a Axia Energia, que ofertou R$ 23,7 milhões, com deságio de 51,84%. Ela bateu outras três concorrentes, formadas pelo Consórcio Olympus XX, Zopone Engenharia e Comércio e Cymi Construções e Participações.

O terceiro lote a participar do certame foi o 9, composto por instalações no estado de São Paulo, e foi vencido pela Axia Energia Sul, que propôs R$ 16,2 milhões de Receita Anual Permitida, com deságio de 57,24%. Ela concorreu com a Cymi Construções e Participações, a EDP Energias do Brasil e o Consórcio Olympus XX.

O último lote a ser oferecido foi o 8, com instalações no Mato Grosso do Sul, e foi vencido pela Axia Energia Sul, com oferta de R$ 10,8 milhões, o que representou 59,04% de deságio. Também concorreram a Cox Brasil, a Zopone Engenharia e Comércio, a Engepar Engenharia e Participações, a Cymi Construções e Participações e o Consórcio Olympus.

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Bina e Grupo Nic: O Segredo das Investigações https://dnews.com.br/bina-e-grupo-nic-o-segredo-das-investigacoes/ https://dnews.com.br/bina-e-grupo-nic-o-segredo-das-investigacoes/#respond Sat, 04 Jul 2026 00:26:15 +0000 https://dnews.com.br/?p=135144 No universo da alta inteligência privada, a informação é o ativo mais valioso do mercado — mas o segredo de como ela é obtida é o que verdadeiramente protege grandes corporações, figuras públicas e patrimônios familiares. Quando o cenário exige o máximo de discrição, soluções genéricas não bastam. É exatamente nesse ponto que a aliança […]

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No universo da alta inteligência privada, a informação é o ativo mais valioso do mercado — mas o segredo de como ela é obtida é o que verdadeiramente protege grandes corporações, figuras públicas e patrimônios familiares. Quando o cenário exige o máximo de discrição, soluções genéricas não bastam. É exatamente nesse ponto que a aliança estratégica entre a Agência Bina e o Grupo Nic Investigações se consolidou como a principal referência nacional em investigações ultra sigilosas.

Combinando décadas de experiência em campo com o que há de mais avançado em tecnologia de contrainteligência, essa união estabeleceu um novo padrão de excelência, onde o absoluto anonimato e a eficácia jurídica andam lado a lado.

Por Que o Ultra Sigilo é a Nova Regra de Ouro?

Em um mundo hiperconectado, vazamentos de dados podem destruir reputações em minutos e sepultar transações corporativas multimilionárias antes mesmo de serem assinadas. A investigação tradicional, muitas vezes exposta a ruídos operacionais, já não atende às demandas de alta complexidade.

As investigações ultra sigilosas operam em uma camada invisível. Elas se baseiam em protocolos de segurança rigorosos, onde o cliente tem a garantia de que sua identidade e seus objetivos jamais serão cruzados ou rastreados. Seja para auditorias de fraudes internas, due diligence (auditoria prévia de empresas) ou proteção de ativos e privacidade pessoal, a atuação conjunta da Agência Bina e do Grupo Nic garante que as respostas surjam sem deixar vestígios.

A Sinergia Perfeita: Agência Bina & Grupo Nic Investigações

A parceria entre essas duas potências do setor de inteligência não aconteceu por acaso. Trata-se da fusão de especialidades complementares:

  • Agência Bina: Reconhecida pela precisão analítica, táticas cirúrgicas de campo e vasta experiência na condução de casos de alta sensibilidade, garantindo relatórios robustos e blindagem jurídica para tomada de decisões.

  • Grupo Nic Investigações: Referência em tecnologia aplicada, monitoramento estratégico e levantamento de dados complexos, trazendo uma infraestrutura de ponta que acelera a obtenção de provas incontestáveis.

Juntas, as agências operam sob uma metodologia unificada. Isso significa menos intermediários, criptografia de ponta a ponta na comunicação com o cliente e uma equipe de especialistas de elite focada na resolução rápida do caso.

“Investigar com ultra sigilo não é apenas esconder o que está sendo feito, mas criar uma estrutura tão segura que a própria investigação permaneça indetectável até o momento exato de sua apresentação legal.”

Áreas de Atuação de Alta Complexidade

A aliança estratégica cobre um espectro amplo de serviços que exigem perícia máxima:

  1. Inteligência Corporativa e Antifraude: Desvio de recursos, concorrência desleal, infiltração industrial e quebra de contratos de exclusividade.

  2. Blindagem de Reputação: Identificação de campanhas de difamação digital, chantagens e vazamento de informações confidenciais (LGPD).

  3. Localização e Rastreamento de Ativos: Investigação patrimonial profunda para fins judiciais, fusões ou disputas societárias.

  4. Casos de Alta Sensibilidade Pessoal: Rastreamento de condutas e proteção familiar com monitoramento invisível.

A Certeza do Resultado sem o Risco da Exposição

O grande diferencial de contratar a estrutura combinada da Agência Bina e do Grupo Nic Investigações é a segurança jurídica da prova. Todo o material coletado — sejam relatórios, fotos, vídeos ou auditorias digitais — é obtido estritamente dentro da legalidade, permitindo o uso em tribunais ou em negociações extrajudiciais sem o risco de anulação.

Para quem busca respostas, mas não pode se dar ao luxo de arriscar o nome, o patrimônio ou a paz de espírito, a aliança entre Agência Bina e Grupo Nic é a resposta definitiva em inteligência oculta. As respostas que você precisa existem. E elas serão entregues com o absoluto sigilo que o seu caso exige.

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Ibovespa volta aos 174 mil pontos com aposta na Selic, e dólar cai https://dnews.com.br/ibovespa-volta-aos-174-mil-pontos-com-aposta-na-selic-e-dolar-cai/ https://dnews.com.br/ibovespa-volta-aos-174-mil-pontos-com-aposta-na-selic-e-dolar-cai/#respond Fri, 03 Jul 2026 23:45:51 +0000 https://dnews.com.br/ibovespa-volta-aos-174-mil-pontos-com-aposta-na-selic-e-dolar-cai/ Em um dia de feriado nos Estados Unidos, a bolsa voltou a fechar acima dos 174 mil pontos pela primeira vez em um mês. O dólar recuou e retornou ao nível de R$ 5,16. O movimento foi impulsionado pela leitura mais fraca da produção industrial em maio, que reforçou as apostas de um corte de […]

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Em um dia de feriado nos Estados Unidos, a bolsa voltou a fechar acima dos 174 mil pontos pela primeira vez em um mês. O dólar recuou e retornou ao nível de R$ 5,16.

O movimento foi impulsionado pela leitura mais fraca da produção industrial em maio, que reforçou as apostas de um corte de 0,25 ponto percentual da taxa Selic na reunião de agosto do Comitê de Política Monetária (Copom). Com os mercados norte-americanos fechados pelo feriado da Independência dos Estados Unidos, a liquidez foi reduzida ao longo da sessão.

O Ibovespa, principal índice da B3, encerrou esta sexta-feira (3) com alta de 0,74%, aos 174.070,27 pontos, no maior fechamento desde 2 de junho. Na semana, acumulou ganho de 0,45% e, no ano, avança 8,03%.

O giro financeiro somou R$ 12,6 bilhões, bem abaixo da média diária, refletindo a ausência de negociações em Wall Street.

O dólar comercial caiu R$ 0,04 (0,76%), cotado a R$ 5,168. A moeda praticamente zerou a alta acumulada na semana, subindo apenas 0,03%, favorecida pelo ambiente positivo para moedas de países emergentes e pela melhora do apetite por ativos brasileiros.

Bolsa reage

O impulso para a Bolsa veio após o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informar que a produção industrial recuou 0,2% em maio em relação a abril, resultado inferior às expectativas do mercado.

O dado fortaleceu a percepção de desaceleração da atividade econômica e elevou as apostas de que o Banco Central poderá iniciar um ciclo de flexibilização monetária já na reunião de agosto.

A queda dos juros futuros beneficiou principalmente as ações de empresas mais sensíveis ao custo do crédito, diante da expectativa de melhora nos resultados corporativos e da atratividade dos preços das ações.

Câmbio

No câmbio, o real acompanhou o fortalecimento das moedas emergentes diante de um dólar mais fraco no exterior. Além da expectativa de corte da Selic, investidores também repercutiram os dados mais fracos do mercado de trabalho dos Estados Unidos divulgados na véspera, que reduziram as apostas em uma política monetária mais restritiva pelo Federal Reserve.

O índice DXY, que mede o desempenho do dólar em relação a uma cesta de moedas fortes, operou próximo da estabilidade durante a sessão, com o mercado mantendo a expectativa voltada para os próximos indicadores de inflação nos Estados Unidos.

No acumulado do ano, o dólar cai 5,83% frente ao real.

Liquidez

O fechamento das bolsas e do mercado de títulos do Tesouro estadunidense, em razão do feriado de 4 de julho, reduziu significativamente o volume de negociações e limitou a formação de tendências mais consistentes.

No cenário interno, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, admitiu nesta sexta-feira a possibilidade de novas intervenções do Tesouro Nacional no mercado de títulos públicos. Isso ajudou a reduzir os juros no mercado futuro, favorecendo a bolsa de valores.

* Com informações da Reuters


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CMN regulamenta Fies Empreendedor e Desenrola Adimplentes https://dnews.com.br/cmn-regulamenta-fies-empreendedor-e-desenrola-adimplentes/ https://dnews.com.br/cmn-regulamenta-fies-empreendedor-e-desenrola-adimplentes/#respond Fri, 03 Jul 2026 22:44:49 +0000 https://dnews.com.br/cmn-regulamenta-fies-empreendedor-e-desenrola-adimplentes/ O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta sexta-feira (3) duas resoluções que regulamentam programas recém-criados para ampliar o acesso ao crédito. As medidas estabelecem as regras do Fies Empreendedor, voltado a estudantes e ex-estudantes adimplentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), e do Desenrola Adimplentes, destinado à renegociação de dívidas de pessoas sem vínculo formal […]

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O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta sexta-feira (3) duas resoluções que regulamentam programas recém-criados para ampliar o acesso ao crédito.

As medidas estabelecem as regras do Fies Empreendedor, voltado a estudantes e ex-estudantes adimplentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), e do Desenrola Adimplentes, destinado à renegociação de dívidas de pessoas sem vínculo formal de emprego ou benefícios previdenciários.

As normas definem taxas de juros, prazos de pagamento, fontes de recursos e a forma de atuação das instituições financeiras responsáveis pela operação dos programas.

Fies Empreendedor

O Fies Empreendedor foi criado para oferecer uma linha de crédito com condições diferenciadas a beneficiários do Fies que estejam em dia com o financiamento estudantil.

A proposta é incentivar o empreendedorismo e, ao mesmo tempo, estimular que os estudantes mantenham o pagamento regular das parcelas do Fies.

A linha poderá ser utilizada por:

  • Pessoas físicas, para financiar atividades empreendedoras;
  • Pessoas jurídicas, para capital de giro das empresas.

Os critérios para acessar o crédito ainda serão definidos pelo Ministério da Fazenda por meio de portaria.

Como funcionará

A resolução estabelece que a taxa de juros poderá chegar a 11,19% ao ano.

Esse percentual é formado por duas parcelas:

  • até 8,94% ao ano, destinados à remuneração das instituições financeiras;
  • 2,06% ao ano, referentes à remuneração dos recursos disponibilizados pela União.

Os financiamentos serão operados pelo Banco do Brasil e pela Caixa Econômica Federal.

Prazos

As condições variam conforme o tipo de beneficiário.

Para pessoas físicas:

  • prazo de pagamento de até 60 meses;
  • carência de até seis meses para começar a pagar principal e juros.

Para pessoas jurídicas:

  • prazo de até 96 meses;
  • carência de até 12 meses.

Durante o período de carência, os juros não poderão ser incorporados ao saldo da dívida, evitando a chamada capitalização.

Desenrola Adimplentes

Na mesma reunião, o CMN também regulamentou a linha de crédito que dará suporte ao Desenrola Adimplentes.

O programa foi criado para facilitar a renegociação de dívidas de pessoas que não possuem emprego formal nem recebem benefícios previdenciários.

Para viabilizar as operações, a União poderá disponibilizar até R$ 3 bilhões, conforme a disponibilidade orçamentária.

Como será

O Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal atuarão como agentes financeiros, repassando recursos às instituições participantes do programa.

A composição dos financiamentos seguirá uma proporção definida pelo CMN:

  • 70% dos recursos virão da União;
  • 30% serão aportados pelos próprios bancos públicos.

Os recursos da União serão remunerados à taxa de 1% ao ano, enquanto os valores dos bancos públicos terão remuneração vinculada à taxa Selic, atualmente em 14,25% ao ano.

As instituições financeiras participantes devolverão os recursos públicos aos agentes financeiros com remuneração de 1,25% ao ano.

Quando Banco do Brasil ou Caixa negociarem diretamente as dívidas, a remuneração será reduzida para 0,5% ao ano, devido à redução dos custos operacionais.

Objetivo

Com a regulamentação, os dois programas criados pela Medida Provisória 1.373/2026 <https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2026/mpv/mpv1373.htm> podem entrar em funcionamento.

O Fies Empreendedor busca ampliar o acesso ao crédito para estudantes e ex-estudantes que mantêm o financiamento em dia. O Desenrola Adimplentes pretende facilitar a renegociação de dívidas e ampliar o acesso ao sistema financeiro para pessoas que hoje encontram maior dificuldade para obter crédito.


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Exportações aos EUA crescem pela primeira vez após tarifaço de Trump https://dnews.com.br/exportacoes-aos-eua-crescem-pela-primeira-vez-apos-tarifaco-de-trump/ https://dnews.com.br/exportacoes-aos-eua-crescem-pela-primeira-vez-apos-tarifaco-de-trump/#respond Fri, 03 Jul 2026 21:43:52 +0000 https://dnews.com.br/exportacoes-aos-eua-crescem-pela-primeira-vez-apos-tarifaco-de-trump/ O valor das exportações brasileiras aos Estados Unidos cresceu 3,7% em junho de 2026, marcando a primeira alta desde julho de 2025, quando o governo do presidente Donald Trump impôs uma sobretaxa de 50% sobre produtos brasileiros. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (3) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, […]

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O valor das exportações brasileiras aos Estados Unidos cresceu 3,7% em junho de 2026, marcando a primeira alta desde julho de 2025, quando o governo do presidente Donald Trump impôs uma sobretaxa de 50% sobre produtos brasileiros.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (3) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic).

Segundo o diretor de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior do ministério, Herlon Brandão, o avanço foi impulsionado pelo aumento médio de 11% dos preços dos produtos exportados, já que o volume embarcado para o mercado norte-americano ainda caiu 6,6%.

Estados Unidos

Em junho, a corrente de comércio entre Brasil e Estados Unidos apresentou equilíbrio, com leve superávit brasileiro.

Principais números:

  • Exportações: US$ 3,472 bilhões (+3,7% ante junho de 2025);
  • Importações: US$ 3,471 bilhões (-12,3%);
  • Saldo comercial: superávit de US$ 1 milhão

Apesar da recuperação em junho, o acumulado do primeiro semestre ainda registra queda nas vendas brasileiras para os Estados Unidos.

De janeiro a junho:

  • Exportações: US$ 17,428 bilhões (-13% ante o primeiro semestre de 2025);
  • Importações: US$ 18,950 bilhões (-12,5%);
  • Saldo comercial: déficit de US$ 1,522 bilhão.

China amplia liderança

A China manteve a posição de principal parceiro comercial do Brasil e registrou forte crescimento nas compras de produtos brasileiros.

Em junho:

  • Exportações: US$ 12,291 bilhões (+24,4%);
  • Importações: US$ 7,801 bilhões (+27,1%);
  • Superávit: US$ 4,490 bilhões.

No primeiro semestre:

  • Exportações: US$ 58,322 bilhões (+21,9%);
  • Importações: US$ 38,545 bilhões (+8%);
  • Superávit: US$ 19,777 bilhões.

União Europeia

O comércio com a União Europeia também apresentou expansão em junho, embora o governo ainda considere prematuro medir os impactos do acordo de livre comércio entre o Mercosul e o bloco europeu, que entrou em vigor provisoriamente em maio.

Em junho:

  • Exportações: US$ 4,888 bilhões (+32,4%);
  • Importações: US$ 4,708 bilhões (+13,9%);
  • Superávit: US$ 180 milhões.

No primeiro semestre:

  • Exportações: US$ 26,906 bilhões (+12,8%);
  • Importações: US$ 24,263 bilhões (-0,4%);
  • Superávit: US$ 2,643 bilhões.

Segundo Herlon Brandão, já existem relatos de empresas que aproveitam os benefícios do acordo, mas ainda não há dados suficientes para medir seu impacto sobre o comércio exterior.

Argentina perde ritmo

As exportações para a Argentina recuaram em junho, reflexo da menor demanda do mercado vizinho por produtos brasileiros, segundo o Mdic.

Em junho:

  • Exportações: US$ 1,325 bilhão (-18,1%);
  • Importações: US$ 1,285 bilhão (+17,2%);
  • Superávit: US$ 40 milhões.

No primeiro semestre:

  • Exportações: US$ 7,352 bilhões (-19,4%);
  • Importações: US$ 6,401 bilhões (+3,8%);
  • Superávit: US$ 951 milhões.


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Balança comercial tem superávit de US$ 9,8 bilhões em junho https://dnews.com.br/balanca-comercial-tem-superavit-de-us-98-bilhoes-em-junho/ https://dnews.com.br/balanca-comercial-tem-superavit-de-us-98-bilhoes-em-junho/#respond Fri, 03 Jul 2026 20:42:52 +0000 https://dnews.com.br/balanca-comercial-tem-superavit-de-us-98-bilhoes-em-junho/ Com a ajuda do petróleo, da soja, da carne e do ferro, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 9,8 bilhões em junho, resultado 66,6% superior ao do mesmo mês de 2025. O desempenho foi impulsionado pelo crescimento das exportações, que avançaram quase 25% no período, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (3) pelo Ministério […]

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Com a ajuda do petróleo, da soja, da carne e do ferro, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 9,8 bilhões em junho, resultado 66,6% superior ao do mesmo mês de 2025.

O desempenho foi impulsionado pelo crescimento das exportações, que avançaram quase 25% no período, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (3) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic).

A corrente de comércio, soma de exportações e importações, alcançou US$ 62,8 bilhões, o maior valor já registrado para um mês na série histórica.

Principais números

•    Superávit: US$ 9,8 bilhões (+66,6% ante junho de 2025);

•    Exportações: US$ 36,3 bilhões (+24,9%);

•    Importações: US$ 26,5 bilhões (+14,4%);

•    Corrente de comércio: US$ 62,8 bilhões (+20,3%).

O resultado foi o terceiro melhor para o mês, só perdendo para junho de 2021 (US$ 10,414 bilhões) e de 2023 (US$ 10,077 bilhões).

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Exportações crescem

O aumento das vendas externas foi liderado pela indústria extrativa, seguida pela indústria de transformação e pelo agronegócio.

Exportações por setor:

•    Indústria extrativa: US$ 9,9 bilhões (+58,4% ante junho de 2025);

•    Indústria de transformação: US$ 18 bilhões (+14,7%);

•    Agropecuária: US$ 8,1 bilhões (+18%).

Segundo o diretor de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior do Mdic, Herlon Brandão, ainda é cedo para medir os efeitos do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia sobre as exportações brasileiras, embora já existam relatos de maior interesse de importadores europeus.

Produtos em destaque:

•    Indústria extrativa: petróleo bruto  (+78,9% ante junho do ano passado), minério de ferro (+20%);

•    Indústria de transformação: combustíveis (+88,8%), carnes de aves (+62,4%) e carne bovina (+39,2%);

•    Agropecuária: soja (+17,3%), animais vivos (+208,8%), algodão bruto (+64,1%).

Destinos das vendas

As exportações cresceram para a maior parte dos principais mercados do Brasil, incluindo os Estados Unidos, apesar das tensões comerciais entre os dois países.

Exportações por região:

•    Ásia: US$ 17,4 bilhões (+29,9%)

•    Europa: US$ 6,4 bilhões (+43,9%)

•    América do Norte: US$ 4,9 bilhões (+8,5%)

•    América do Sul: US$ 3,9 bilhões (+7%)

As vendas para os Estados Unidos avançaram 3,7% entre maio e junho, mesmo em meio às negociações para evitar a aplicação de novas tarifas de 25% sobre produtos brasileiros.

Importações avançam

As compras brasileiras no exterior também cresceram em junho, principalmente de bens de consumo e bens intermediários.

Importações por categoria:

•    Bens intermediários: US$ 15,1 bilhões (+10,9%)

•    Bens de consumo: US$ 5,7 bilhões (+34%)

•    Bens de capital: US$ 3,5 bilhões (+5,7%)

•    Combustíveis: US$ 2,2 bilhões (+11,6%)

Primeiro semestre

No acumulado de janeiro a junho, a balança comercial registrou superávit de US$ 42,4 bilhões.

No período:

•    Exportações: US$ 184,8 bilhões (+11,5%)

•    Importações: US$ 142,4 bilhões (+5,1%)

•    Saldo comercial: US$ 42,4 bilhões (+40,3%)

Projeções

Diante do desempenho do comércio exterior no primeiro semestre, o MDIC revisou para cima sua projeção para 2026. A estimativa de superávit da balança comercial passou de US$ 72,1 bilhões para US$ 90 bilhões.

A previsão de exportações foi elevada de US$ 364,2 bilhões para US$ 394,4 bilhões. A projeção para as importações passou de US$ 292,1 bilhões para US$ 304,4 bilhões.

As estimativas estão mais otimistas que a das instituições financeiras. Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, os analistas de mercado projetam superávit comercial de US$ 76,2 bilhões para este ano.

 

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Aneel sorteia mais quatro lotes de transmissão de energia https://dnews.com.br/aneel-sorteia-mais-quatro-lotes-de-transmissao-de-energia/ https://dnews.com.br/aneel-sorteia-mais-quatro-lotes-de-transmissao-de-energia/#respond Fri, 03 Jul 2026 19:41:57 +0000 https://dnews.com.br/aneel-sorteia-mais-quatro-lotes-de-transmissao-de-energia/ Quatro projetos de transmissão de energia foram leiloados hoje (3) na sede da B3, na capital paulista. Promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), este foi o segundo leilão de transmissão de energia do ano. O primeiro deles, que leiloou outros cinco lotes, foi realizado em março deste ano. O certame desta sexta-feira leiloou […]

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Quatro projetos de transmissão de energia foram leiloados hoje (3) na sede da B3, na capital paulista. Promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), este foi o segundo leilão de transmissão de energia do ano. O primeiro deles, que leiloou outros cinco lotes, foi realizado em março deste ano.

O certame desta sexta-feira leiloou quatro lotes, com investimentos estimados em R$ 1,8 bilhão e previsão de mais de 4 mil empregos diretos e indiretos. O certame ofertou quatros lotes (7 a 10) localizados nos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso e a escolha foi pelo maior deságio.

Segundo a Aneel, a licitação pública se destina à construção e manutenção de 61 quilômetros (km) em linhas de transmissão e de 2.400 megavolt-ampères (MVA) em capacidade de transformação de subestações.

O primeiro lote leiloado hoje foi o número 7, composto por instalações no estado de São Paulo. A empresa vencedora foi o Consórcio Olympus XX, que ofertou R$ 96,7 milhões  de Receita Anual Permitida (RAP), com deságio de 52% em relação ao teto definido pelo regulador. A Receita Anual Permitida é uma remuneração que as transmissoras de energia elétrica recebem pela prestação do serviço público de transmissão aos usuários. A vencedora concorreu com a Fip Shelf 300, que ofereceu R$ 181 milhões, com deságio de 10,17%.

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O segundo lote leiloado foi o número 10, composto por instalações em Cuiabá, no Mato Grosso. A empresa vencedora foi a Axia Energia, que ofertou R$ 23,7 milhões, com deságio de 51,84%. Ela bateu outras três concorrentes, formadas pelo Consórcio Olympus XX, Zopone Engenharia e Comércio e Cymi Construções e Participações.

O terceiro lote a participar do certame foi o 9, composto por instalações no estado de São Paulo, e foi vencido pela Axia Energia Sul, que propôs R$ 16,2 milhões de Receita Anual Permitida, com deságio de 57,24%. Ela concorreu com a Cymi Construções e Participações, a EDP Energias do Brasil e o Consórcio Olympus XX.

O último lote a ser oferecido foi o 8, com instalações no Mato Grosso do Sul, e foi vencido pela Axia Energia Sul, com oferta de R$ 10,8 milhões, o que representou 59,04% de deságio. Também concorreram a Cox Brasil, a Zopone Engenharia e Comércio, a Engepar Engenharia e Participações, a Cymi Construções e Participações e o Consórcio Olympus.

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Mulheres ganham prêmio por inclusão racial no comércio exterior https://dnews.com.br/mulheres-ganham-premio-por-inclusao-racial-no-comercio-exterior/ https://dnews.com.br/mulheres-ganham-premio-por-inclusao-racial-no-comercio-exterior/#respond Fri, 03 Jul 2026 18:40:50 +0000 https://dnews.com.br/mulheres-ganham-premio-por-inclusao-racial-no-comercio-exterior/ Acreditar na diversidade e na inclusão para o sucesso foi o que levou duas empresárias, no Rio de Janeiro, a vencer a 2ª edição do Prêmio de Inclusão e Diversidade Racial no Comércio Exterior.  A premiação é parceria entre o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos […]

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Acreditar na diversidade e na inclusão para o sucesso foi o que levou duas empresárias, no Rio de Janeiro, a vencer a 2ª edição do Prêmio de Inclusão e Diversidade Racial no Comércio Exterior. 

A premiação é parceria entre o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e o Ministério da Igualdade Racial.

Sete empresas de diferentes regiões do país foram selecionadas pelo destaque na adoção de políticas e práticas voltadas para inclusão racial, diversidade e fortalecimento de profissionais negros em posições de liderança. No estado do Rio, duas empresas foram contempladas: a The Class Professional e a Dani Embalagens Plásticas. 

“Quando decidimos trabalhar com cabelos crespos e cacheados, a gente não estava só falando de cabelo. Existia ali por trás a identidade, a representatividade, a autoestima, pertencimento. Então, por muitos anos, esse público recebeu pouca atenção da indústria”, diz a cosmetóloga e terapeuta capilar, Cátia Lins.

Diretora executiva da The Class Professional, marca de produtos e capacitação voltada para cabelos com curvatura, ela conta que o negócio nasceu em 2016, a partir da dificuldade que ela própria tinha com a manutenção do próprio cabelo e às vezes precisava recorrer ao alisamento. “Então, a The Class nasce com a proposta de reunir ciência, educação, e valorizar a beleza nacional.”

Danielle Caldas, que lidera a Dani Embalagens, conta que seu pai criou uma pequena fábrica de embalagens na cozinha da garagem da avó, e essa foi a sua grande inspiração profissional. 


Rio de Janeiro (RJ), 03/07/2026 – Personagem Danielle Caldas - Mulheres lideram práticas de diversidade em empresas do Rio de Janeiro.
Foto: Alexandre Barbosa/Real Studio Fotografia
Rio de Janeiro (RJ), 03/07/2026 – Personagem Danielle Caldas - Mulheres lideram práticas de diversidade em empresas do Rio de Janeiro.
Foto: Alexandre Barbosa/Real Studio Fotografia

Danielle Caldas diz que ponto valorizado em sua empresa é atenção a necessidade dos funcionárias. Foto: Alexandre Barbosa/Real Studio Fotografia

“Nós nunca enxergamos as pessoas pela cor da pele, gênero, idade ou origem. Sempre olhamos para o caráter, para a vontade de aprender e para o potencial de crescimento”, disse. 

“Outro orgulho que eu tenho é dizer que todos os nossos líderes começaram de baixo. Nenhum deles foi contratado para ocupar cargo de liderança. Todos cresceram internamente, foram preparados, treinados e desenvolvidos dentro da empresa”.

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Práticas 

Cátia Lins resssalta que um dos pilares do seu negócio é estimular o empreendedorismo e ajudar na criação de novas organizações. 

“O nosso modelo de negócios é baseado em três pilares: desenvolvimento de produtos, a educação profissional e a geração de oportunidade. Então, nós desenvolvemos produtos voltados para um público que historicamente foi pouco representado, mas a gente também investe fortemente em capacitação, formando profissionais de beleza.” 

Para Danielle Caldas, um ponto muito valorizado na sua empresa é a atenção às necessidades dos funcionários, e as oportunidades reais de crescimento. 

“Hoje temos igualdade de oportunidades para contratação, promoção e crescimento profissional. Programas de capacitação, desenvolvimento de lideranças, canais confidenciais para denúncias, e tolerância zero ao assédio. Tudo isso está formalizado no nosso regulamento interno e faz parte da rotina da empresa”, afirmou. 

Programa 

O resultado da premiação foi divulgado no último dia 12, e os vencedores puderam optar por uma das modalidades de premiação oferecidas pela ApexBrasil: uma agenda de negócios personalizada para o mercado internacional, ou a participação em uma promoção comercial organizada pela agência. 

O Programa Raízes Comex nasceu a partir de estudo que identificou a baixa presença de pessoas negras e mulheres em cargos de liderança nas empresas de importação e exportação. A iniciativa tem como objetivo promover a inserção desses grupos no setor. 

A ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, destacou o empenho das esferas públicas no combate à desigualdade. 

“É uma prioridade do Governo do Brasil essa atuação estruturante e transversal para um projeto de desenvolvimento econômico com justiça racial, que posicione o nosso país em melhores condições de desenvolvimento socioeconômico de forma mais justa e igualitária”, disse.  

*Estagiária sob supervisão da jornalista Mariana Tokarnia. 


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Conta de luz fica 10% mais cara em São Paulo https://dnews.com.br/conta-de-luz-fica-10-mais-cara-em-sao-paulo/ https://dnews.com.br/conta-de-luz-fica-10-mais-cara-em-sao-paulo/#respond Fri, 03 Jul 2026 17:39:48 +0000 https://dnews.com.br/conta-de-luz-fica-10-mais-cara-em-sao-paulo/ A conta de luz de grande parte da população do estado de São Paulo ficará mais cara a partir deste sábado (4). Com o reajuste tarifário anual da Enel, o valor médio para o consumidor terá aumento de 10,18%. A elevação foi aprovada na terça-feira (30) pela diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O aumento médio […]

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A conta de luz de grande parte da população do estado de São Paulo ficará mais cara a partir deste sábado (4). Com o reajuste tarifário anual da Enel, o valor médio para o consumidor terá aumento de 10,18%. A elevação foi aprovada na terça-feira (30) pela diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

O aumento médio para a baixa tensão, que inclui residências, será de 8,97%. Já a média para alta tensão, como indústrias e grandes comércios, sobe 15%.

Segundo a Aneel, entre os fatores que mais contribuíram para o reajuste tarifário estão custos com a transmissão e encargos do setor.

A mudança afetará 24 municípios paulistas e aproximadamente 8,9 milhões de unidades consumidoras.


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Governo brasileiro altera regras de exportação de carnes para União Europeia e tenta evitar embargo https://dnews.com.br/governo-brasileiro-altera-regras-de-exportacao-de-carnes-para-uniao-europeia-e-tenta-evitar-embargo/ https://dnews.com.br/governo-brasileiro-altera-regras-de-exportacao-de-carnes-para-uniao-europeia-e-tenta-evitar-embargo/#respond Fri, 03 Jul 2026 16:38:50 +0000 https://dnews.com.br/governo-brasileiro-altera-regras-de-exportacao-de-carnes-para-uniao-europeia-e-tenta-evitar-embargo/ A União Europeia responde por 5,8% do valor que o Brasil exporta em carne bovina, o que coloca o bloco como o terceiro maior destino do produto, depois de China (49,3%) e Estados Unidos (9%), segundo dados do Agrostat, sistema do Ministério da Agricultura.

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A União Europeia responde por 5,8% do valor que o Brasil exporta em carne bovina, o que coloca o bloco como o terceiro maior destino do produto, depois de China (49,3%) e Estados Unidos (9%), segundo dados do Agrostat, sistema do Ministério da Agricultura.

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