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Campinas aumenta número de cirurgias pelo SUS, mas fila com 6 mil pacientes expõe gargalos

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Hospital Municipal Ouro Verde, em Campinas Reprodução/EPTV

Cidade registrou alta de 5,5% no total de procedimentos, mas aumento nos acidentes de trânsito, demanda regional e infraestrutura são fatores, na avaliação da Rede Mário Gatti, que pressionam o sistema.

Campinas (SP) realizou 15,2 mil cirurgias e procedimentos ambulatoriais em seus dois hospitais municipais em 2023, crescimento de 5,5% em relação ao ano anterior. Mas apesar da alta, a metrópole possui uma fila de pelo menos 6 mil pacientes à espera de operações eletivas pelo SUS, sendo um dos maiores gargalos a área de ortopedia.

Sérgio Bisogni, diretor-presidente da Rede Mario Gatti, autarquia da prefeitura responsável pela gestão dos hospitais Mário Gatti e Ouro Verde, destaca que o aumento nos acidentes de trânsito, atendimento a demanda regional e questões de infraestrutura são fatores que pressionam o sistema.

Revendo a fila 🔍
Ao g1, Bisogni detalhou o crescimento dos procedimentos ao longo dos últimos anos, após redução forçada durante a pandemia da Covid-19.

Diante dos desafios, ele reconhece que esbarra diante de uma capacidade de execução baixa perante o volume represado, mas defende o trabalho de auditoria na fila que deve “trazer os números mais próximos do real”.

São 4,7 mil procedimentos eletivos na fila do Mário Gatti, e outros 2,1 mil no Ouro Verde, mas o diretor crê que entre 10% a 15% são de pacientes em duplicidade, ou que já realizaram as cirurgias em outros locais, inclusive na rede privada, e até mesmo de pessoas que faleceram.

“Temos tentado aumentar o movimento cirúrgico, mas é preciso destacar que somos [Mário Gatti] hospital de urgência e emergência, e tem a fila eletiva. Na pandemia houve diminuição de acidentes, mas quando foi voltando, tivemos esse aumento, principalmente acidentes de moto. E temos um problema geral, no Brasil inteiro, de cirurgias ortopédicas de alta complexidade”, explica.

Segundo Bisogni, as cirurgias complexas ortopédicas são as mais impactadas pela emergência, e a equipe fica “exaurida”.

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Da fila atual, pelo menos 1,2 mil são da área da ortopedia, sendo as colocações de próteses de joelho (866) e quadril (412) são as maiores demandas.

“A capacidade de execução é baixa”, reconhece Bisogni, que prevê uma expansão, ainda em 2024, dos atendimentos na área de ortopedia com o cadastramento do Ouro Verde junto ao Ministério da Saúde para poder realizar essas cirurgias na unidade.

“O Ouro Verde está habilitado para cirurgias de média complexidade, mas o Ministério da Saúde criou um mecanismo para habilitar, provisoriamente, hospitais para poder custear esses procedimentos nas unidades. Isso deve levar uns três meses. Temos leito, temos equipe, vou conseguir aumentar”, promete.

Atualmente, a Rede Mário Gatti consegue realizar, em média, 200 cirurgias ortopédicas por ano, e a ideia é, com a habilitação e uso do Ouro Verde, dobrar esse volume ainda em 2024.

Foto de arquivo do Hospital Mário Gatti, em Campinas (SP) — Foto: Eduardo Lopes
Foto de arquivo do Hospital Mário Gatti, em Campinas (SP) – Foto: Eduardo Lopes

Hospital regional 🏥
Apesar da projeção de dobrar o volume de procedimentos ortopédicos de alta complexidade, diante de uma fila gigante e de novos pacientes demandando atendimentos da especialidade, principalmente por conta dos acidentes de trânsito, o movimento não resolveria o problema de forma efetiva.

“Precisamos que o governo do estado instale uma hospital de referência para a região, que venha a focar nesses problemas e ajude a equalizar a fila. Campinas tem 1,2 milhão de habitantes, e por ser referência, atende gente de fora, uns 20% são da região. A rede municipal não tem como crescer, não é só construiu o prédio, o problema é infraestrutura, recursos humanos”, elenca Bisogni.

Outra demanda pontuada pelo diretor-presidente da Rede Mário Gatti é o aporte de recursos, com a presença de Campinas dentro do “Tabela SUS Paulista”, que aumenta valores dos repasses a hospitais e entidades de saúde no estado.

Em visita ao Instituto Agronômico de Campinas (IAC), em novembro de 2023, o governador Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos) confirmou a construção de um novo hospital para suprir a demanda por leitos na região, em projeto atrelado aos esforços para descentralização dos atendimentos para “desafogar” unidades de saúde de médio e pequeno porte.

A construção de um Hospital Metropolitano Regional é uma demanda antiga de cidades da região.
O g1 procurou a Secretaria de Estado da Saúde para questionar sobre o andamento do projeto, o repasse de recursos à cidade e medidas para ampliação do atendimento às pessoas que se encontraram na fila por cirurgias na cidade. A reportagem será atualizada assim que a pasta se posicionar.

O que pode ser feito?

Presidente da Rede Mário Gatti fala sobre reclamações — Foto: Reprodução/EPTV

Presidente da Rede Mário Gatti fala sobre reclamações – Foto: Reprodução/EPTV

Apesar de cobrar apoio à rede hospitalar regional, Sérgio Bisogni reconhece que a construção dessa unidade é uma solução de longo prazo, até que saia do papel, e que entre as medidas possíveis no momento estão a qualificação da fila (entender o tamanho real), e avançar na estrutura disponível.

O presidente da autarquia prevê maior utilização do Ouro Verde, após a abertura de um centro de material e esterilização na unidade, além da reforma do centro cirúrgico do Mário Gatti.

“O centro cirúrgico do Mário Gatti está exaurido, precisa melhorar. Vamos fechar duas salas, reformar. A partir deste ano vamos navegar mais pelo Ouro Verde, abrir e utilizar duas salas no Mário Gattinho [hospital infantil]”, pontua.

Bisogni espera que após a atualização do centro cirúrgico do Mário Gatti, e diante da maior utilização do Ouro Verde, a rede, estruturada, possa realizar até 17 mil cirurgias e procedimentos ambulatoriais por ano.

Via: G1

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Estrela do Carnaval, ex-passista Maria Lata D’Água morre aos 90 anos em Cachoeira Paulista, SP

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Ela estava internada desde o início do ano em um hospital na cidade. A causa da morte não foi divulgada. Maria Lata D’Água faleceu aos 90 anos nesta sexta-feira (23), no interior de SP
Arquivo/Canção Nova
A ex-passista Maria Mercedes Chaves Roy – a ‘Maria Lata D’Água’ – morreu na noite dessa sexta-feira (23), em Cachoeira Paulista, no interior de São Paulo. Ela tinha 90 anos e a causa da morte não foi divulgada.
Maria Lata D’Água estava internada desde o início deste ano em um hospital em Cachoeira Paulista. Ela foi passista e desfilou por mais de 40 anos em escolas de samba do Rio de Janeiro, como a Portela, Salgueiro, Beija-Flor, Estácio de Sá e Mocidade Independente de Padre Miguel.
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Ela ficou conhecida e recebeu o apelido após desfilar, aos 18 anos de idade, com uma lata de 20 litros cheia d’água em cima da cabeça.
Maria nasceu em Minas Gerais e se mudou para o Rio de Janeiro ainda na infância, aos 11 anos de idade. O desfile com a lata d’água na cabeça serviu, inclusive, de inspiração para a marchinha ‘Lata d’água na cabeça’, composta por Luís Antônio e Jota Júnior.
Aos 70 anos de idade, em 2004, ela se tornou missionária da Canção Nova e passou a morar em Cachoeira Paulista, onde faleceu nessa sexta.
Em nota, a Portela lamentou a morte de Maria Lata D’Água e se solidarizou com os familiares da vítima.
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‘Nuvem de filhotes’: conheça as estratégias de reprodução do pirarucu

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Macho muda de cor durante ritual de acasalamento e fêmea pode ter mais de um parceiro reprodutivo. Táticas surgiram para garantir a continuidade da espécie. ‘Nuvem de filhotes’: conheça as estratégias de reprodução do pirarucu
Uma “nuvem” formada por alevinos nada lentamente sobre a cabeça do macho de uma das espécies mais emblemáticas da Amazônia. O pirarucu (Arapaima gigas) é o maior peixe de escamas em água doce do mundo e garante proteção aos filhotes durante toda fase de crescimento.
“As pessoas ficaram impressionadas com a cena, com esse comportamento parental da espécie”, explica o biólogo Paulo Franco, autor de uma imagem que circulou em grupos de pesquisadores na internet e que ilustra bem o comportamento do macho da espécie com a prole.
Na gravação, os alevinos fazem um “balé” sobre a cabeça do pai enquanto aprendem a se alimentar e a respirar fora d’água. O registro foi compartilhado recentemente, mas a gravação é de 2012 e foi feita no Jardim Zoológico de Brasília.
“Nuvem” de alevinos nada sobre a cabeça de um pirarucu macho
Reprodução / Paulo Franco
“Eu era diretor de museologia e taxidermia do zoológico. Sempre passava pelo lago que fica próximo ao teatro de arena e um dia tive a oportunidade de filmar com o celular o pirarucu acompanhado dos filhotes. Esses peixes vieram do Rio Araguaia e foram introduzidos neste local, na década de 1960. Essa era uma cena bem comum por lá e sempre chamava a atenção dos visitantes”, comenta Franco.
Imagine um pai que ensina e garante proteção aos filhos até a juventude, quando eles entram na faculdade, depois se formam e daí para frente vão seguir o próprio caminho. Na natureza o cuidado é diferente, mas a função de proteger que o macho do pirarucu exerce é semelhante, o que muda é o critério de “independência” dos alevinos.
“Essa proteção está relacionada com o tamanho do filhote, com a capacidade de se alimentar e de se proteger de predadores. Geralmente, indivíduos entre 30 e 50 centímetros já conseguem fazer isso”, afirma Ana Claudia Torres Gonçalves.
Ana é coordenadora do Programa de Manejo de Pesca do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, projeto referência na pesca sustentável de pirarucu na Amazônia, região onde a espécie é nativa.
Mesmo com toda essa proteção, apenas cerca de 10% dos alevinos de pirarucu na natureza chegam à fase adulta em ambientes onde a espécie é nativa. Os alevinos são predados por outras espécies vorazes como, por exemplo, a piranha e o tucunaré.
Poligamia entre fêmeas
Existem peixes poligâmicos que são divididos em dois grupos: poligínicos, quando o macho acasala com várias fêmeas durante a reprodução e os peixes poliândricos, quando é a fêmea que pode se acasalar com diversos machos.
Pirarucu é o maior peixe de escamas em água doce
manimiranda / iNaturalist
Essa é uma estratégia da fêmea do pirarucu para garantir a sobrevivência da espécie. “Ela tem o que chamamos de desova parcelada. Se ela identificar que aquele macho tem condições de garantir a proteção da prole, a fêmea pode fazer toda desova com aquele macho, mas ela também pode fazer a desova parcelada várias vezes e com vários machos ao longo do ciclo de reprodução”, diz Ana Claudia.
Apesar do macho ter uma participação fundamental e contínua nessa proteção, a fêmea também participa do cuidado com os filhotes. “Ela não se distancia tanto e está sempre por perto para afastar possíveis predadores, embora seja o macho o responsável por esse cuidado mais constante”, explica.
Macho muda de cor para atrair parceira
No período em que está cuidando da prole, a coloração do macho do pirarucu é mais escura. No entanto, essa cor muda no período de reprodução, ficando mais avermelhada. O tom forte que se destaca é que dá o nome popular à espécie: em tupi, “pira” significa peixe e “urucum”, vermelho.
Para se reproduzir, a fêmea busca identificar machos que tenham o potencial de cuidar da prole. “Ela seleciona indivíduos maiores, mais vermelhos e que demonstram mais saúde e capacidade de proteção”, explica Ana Claudia.
Ao definir o parceiro para o acasalamento, ela constrói o ninho. Durante a incubação, a fêmea permanece no ninho, enquanto o macho fica em volta protegendo o território. Ao todo, passam cerca de dez dias para os ovos eclodirem.
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Morre empresário Pedro Nemésio Faria, aos 75 anos

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Também conhecido como “Pedrinho da Mottta”, ele atuou como diretor de uma empresa de transporte em Presidente Prudente (SP). Morre empresário Pedro Nemésio Faria, aos 75 anos
Redes sociais/Facebook
O empresário e ex-diretor da empresa de transporte Viação Motta, Pedro Nemésio Faria, morreu aos 75 anos, em São Paulo (SP). A informação foi divulgada pelas filhas na manhã deste sábado (24).
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O velório será a partir das 15h e a cremação às 16h em Itapecerica da Serra (SP).
A missa de sétimo dia será realizada em Presidente Prudente (SP), ainda sem data divulgada.
Pedro Nemésio Faria, também conhecido como “Pedrinho da Motta”, foi empresário e ex-diretor da empresa Viação Motta, fundada em Presidente Prudente.
O empresário deixa três filhas.
VÍDEOS: Tudo sobre a região de Presidente Prudente
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Polícia prende homem condenado por estuprar criança em Urupês | São José do Rio Preto e Araçatuba

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A Polícia Civil prendeu um homem, de 51 anos, condenado a mais de 13 anos de prisão em regime fechado por estuprar uma criança de seis anos durante uma operação em Urupês (SP). A operação, nomeada “Pendura a Fantasia”, foi deflagrada na quarta (21) e sexta-feira (23).

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Mogi das Cruzes tem vacinação contra a dengue neste sábado

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População vai encontrar doses em oito Unidades Básicas de Saúde( UBS). Imunização é para crianças de 10 anos e 11 anos. Vacina contra a dengue será aplicada em oito UBS’s de Mogi das Cruzes neste sábado
SES
Mogi das Cruzes abre oito Unidades Básicas de Saúde (UBS) neste sábado (24), para a vacinação contra a dengue.
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De acordo com a Prefeitura, a vacinação acontece das 9h às 16h, para crianças de 10 anos a 11 anos.
Para receber a dose é preciso apresentar documento pessoal da criança e do responsável acompanhante; caderneta de vacinas de rotina; comprovante de endereço ou cartão SIS.
Confira as UBS’s abertas neste sábado
UBS Alto Ipiranga: avenida Capitão Joaquim de Melo Freire, 700
UBS Braz Cubas: rua Padre Álvaro Quinones Zuniga, 340
UBS Ponte Grande: avenida Lothar Waldemar Hohene, 70
UBS Vila Natal: rua Cardoso Siqueira, 2.650
UBS Vila Nova Aparecida: rua Aloisio Azevedo, 53
USF Nova Jundiapeba: rua Dolores de Aquino, 601
UBS Vila Suíssa: avenida Ricieri José Marcatto, 310
UBS Santa Tereza: rua Kazumo Sumizono, 1.181
Para receber a dose é preciso apresentar documento pessoal da criança e do responsável acompanhante; caderneta de vacinas de rotina; comprovante de endereço ou cartão SIS.
A vacina é contraindicada para pessoas com Imunossupressão doenças ou terapias imunossupressoras, transplantes, HIV/AIDS), gestantes e lactantes.
Não serão vacinadas pessoas residentes fora das áreas contempladas com a vacinação definidas pelo Ministério da Saúde.
A vacina é contraindicada para pessoas com Imunossupressão, doenças ou terapias imunossupressoras, transplantes, HIV/AIDS), gestantes e lactantes.
Veja os casos recomendados para adiamento ou precaução em relação a vacina da dengue
Pessoas com histórico de alergias graves a um dos componentes da vacina ou dose anterior;
Em casos de doenças agudas com febre;
Pessoas com doenças crônicas ou com problemas de coagulação;
Adolescentes com potencial de engravidar: evitar a gravidez por 3 meses;
Adolescentes que tiveram dengue recentemente, devem aguardar 6 meses para receber a 1ª dose;
Adolescentes que porventura tenham sido vacinados no serviço privado, não receberão a dose novamente.
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Censo 2022: Mais de 180 mil moradores do Alto Tietê não têm coleta de esgoto

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Santa Isabel conta apenas com 70,7% da população contemplada com o serviço. Além disso, todas as cidades da região contam com mais de 90% da população com coleta de lixo. Censo aponta que cidades do Alto Tietê ainda não têm rede de esgoto suficiente para todos os moradores
Reprodução/ TV Diário
Dados do Censo 2022, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indicam que mais de 180 mil moradores do Alto Tietê não têm coleta de esgoto. Segundo a pesquisa, 1,6 milhões de pessoas vivem na região.
A cidade com o índice mais baixo é Santa Isabel, onde apenas 70,7% da população é contemplada com o serviço.
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Nenhum município da região alcançou 100% de coleta de esgoto. Em termos de comparaçao, é como se toda a população de Biritiba-Mirim (29.683), Guararema (31.236), Salesópolis (15.202) e Santa Isabel (53.174), somada à metade dos habitantes de Arujá (43.339), não tivesse acesso à saneamento.
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Santa Isabel, com apenas 70,7%, é a cidade da região com o menor índice. Por outro lado, Poá é o município com a maior cobertura de coleta de esgoto na região, de acordo com a pesquisa.
O Censo 2022 também detalha a situação da coleta de lixo nas cidades da região. Todas as cidades da região contam com mais de 90% da população com a prestação do serviço, sendo que a menor taxa é observada em Salesópolis, com 90,1%, e a maior em Poá, com 99,6%.
Os dados do Censo 2022 sobre água, esgoto, banheiro e coleta de lixo no Alto Tietê podem ser conferidos aqui.
Dados nacionais
Novos dados divulgados do Censo 2022 divulgados nesta sexta-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram como é o acesso ao saneamento básico e à coleta de lixo nos municípios do Brasil.
Os indicadores melhoraram desde 2010. O percentual de pessoas vivendo em lares:
com descarte adequado de esgoto subiu de 64,5% para 75,5;
com banheiro exclusivo (não compartilhado), de 64,5% para 97,8%;
com coleta de lixo, de 85,8% para 90,9%;
com ligação à rede geral de água (a forma mais comum), de 81,5% para 86,6% (incluídos os que não utilizam a rede como forma principal).
Ainda assim, 2022, o Brasil tinha:
49 milhões de pessoas em residências sem descarte adequado de esgoto (24% da população);
18 milhões sem coleta de lixo (9%);
6 milhões sem abastecimento de água adequado (3%);
1,2 milhão sem banheiro ou sequer um sanitário (0,6%).
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