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Na fase da carreira antes do estouro, dizia cantar para “La Nueva Religión”, uma base de fãs que ele descrevia como jovens que rejeitam tradições e trabalham duro. A ascensão teve momentos de onipresença: em 2018, viveu uma fase de “topo tudo por um feat”, chegando a participar de mais de 50 músicas (entre faixas próprias e remixes) em um curto período, colaborando com nomes que iam de Drake a Ricky Martin. Essa estratégia de onipresença foi crucial para cimentar seu nome antes de lançar seus álbuns solo aclamados.