Connect with us

Entretenimento

Como Trump pode ajudar a direita do Brasil na luta pela liberdade

Published

on

Como Trump pode ajudar a direita do Brasil na luta pela liberdade

Nas duas primeiras partes deste ensaio, tratei dos princípios que informam a estratégia do governo Trump visando à reindustrialização dos Estados Unidos por meio de reestruturação tarifária e desvalorização controlada do dólar norte-americano vis-à-vis outras moedas fiduciárias e do processo deflagrado pelos múltiplos “tarifaços” de Trump, suas possíveis consequências e limitações, bem como teci comentários sobre o futuro do estatuto do dólar como moeda global de reserva.

Nesta seção final, discorrerei sobre como essa reorientação estratégica dos EUA afeta o Brasil, enfatizando que a dimensão geoeconômica (ou seja, o “tarifaço”) das tensões entre Brasília e Washington é de importância menor –  dir-se-ia mesmo complementar – comparada às divergências fundamentais de natureza política e ideológica que existem não apenas entre os governos Trump e Lula, mas também entre os establishments brasileiro e norte-americano e suas respectivas visões de mundo.

Duas visões sobre a tarifa de Trump

Desde a divulgação da carta de Trump a Lula estabelecendo a tarifa de 50% sobre os produtos brasileiros exportados para os EUA, têm prevalecido, tanto nos meios decisórios quanto na imprensa (geral e especializada) e na comunidade de analistas políticos, duas leituras que são antagônicas somente na aparência.

A primeira, alheia ao enquadramento mais amplo das tarifas que deverão ser aplicadas ao Brasil, defende a via negociadora, a exemplo do que fizeram dezenas de outros países afetados por tarifas anunciadas pelo governo dos EUA, como Japão, México, Indonésia e Vietnã. A segunda, algo emocional e sem respaldo na real relação de forças, preconiza a via retaliatória, diluída no jargão diplomático de “reciprocidade” e ancorada em um instrumento jurídico interno, a Lei de Reciprocidade Econômica, bem como por meio de recurso a outros relevantes parceiros econômico-comerciais do Brasil (como a União Europeia) e à Organização Mundial do Comércio (OMC).

Ambas as táticas, isoladas ou combinadamente, são inúteis, pois partem da premissa de que a tarifa de 50% anunciada por Trump ocorre em um contexto essencialmente comercial, similar àqueles que, por exemplo, informam as tarifas anunciadas contra produtos japoneses, mexicanos ou filipinos. Não é o caso, e o fato de o anúncio da tarifa ter constado de uma missiva cujos parágrafos introdutórios abordavam um tema político, relacionado à supressão da liberdade de expressão e de condições para um processo eleitoral transparente e livre em 2026, não deveria ter escapado à maioria dos analistas e jornalistas que discorrem sobre o tema.

Além disso, a circunstância de que os EUA detêm superávit comercial de bens e serviços com o Brasil (superior a USD 410 bilhões no acumulado dos últimos 15 anos), longe de ser um erro factual ou de tipografia, como provincianamente levantado por autoridades, jornalistas e analistas, corrobora o entendimento de que Washington vê o atual governo brasileiro como antagonista estratégico não apenas no plano da atuação diplomática, mas também como uma entidade liberticida, censora e policialesca que suprime – mediante a distorção da aplicação das leis, do atropelo do Congresso, da condenação e da prisão de opositores políticos e do aparelhamento do Supremo Tribunal Federal (STF) e da Procuradoria-Geral da República (PGR), entre outros expedientes – forças políticas conservadoras e democráticas que despontam como favoritas nas eleições previstas para ocorrer em outubro de 2026.

Há, nesse contexto, duas visões de mundo inconciliáveis. A da esquerda, autodenominada “progressista”, representada pelo consórcio lulopetismo/STF, hostil aos EUA e ao Ocidente, busca instrumentalizar o BRICS e outros grupos/instâncias para erodir a agência norte-americana e a hegemonia do dólar. Na ausência de uma grande estratégia, franqueia setores da economia nacional ao capital chinês, indissociável das amarras que o prendem à cosmovisão do governo de Pequim.

E mais, numa sequência de atos tresloucados, se aproxima, a troco de nada, da Rússia (aqui não me refiro à dimensão comercial das relações bilaterais entre Brasília e Moscou), doando capital político a um autocrata responsável pela mais ampla agressão militar havida na Europa desde a invasão da União Soviética pela Alemanha nazista, em 1941. No que tange à guerra promovida pela Rússia na Ucrânia, trata a vítima (a Ucrânia) como se fosse o algoz, o que está refletido tanto na pouco convincente dubiedade dos pronunciamentos oficiais brasileiros sobre o conflito desde 2023 quanto na profusão de bobagens e mentiras resultantes da mais recente Cúpula do BRICS, realizada no Rio de Janeiro, no início deste mês.

No âmbito das frentes de conflito no Oriente Médio, o governo Lula se posiciona de maneira explicitamente hostil a Israel, único país democrático da região (ademais de importantíssimo parceiro brasileiro nas áreas militar e de inteligência), e endossa o regime pária e programaticamente genocida do Irã. Doméstica e externamente, o consórcio lulopetista/STF age para cercear a liberdade de expressão e instrumentalizar empresas de tecnologia para servir aos seus propósitos autoritários.

A direita conservadora, por sua vez, reflete a visão majoritária da população brasileira, americanófila e ciente do pertencimento essencial do Brasil ao Ocidente. Defende a manutenção de relações estreitas com Israel, por razões sobretudo práticas, sem alienação de outros parceiros comerciais do Brasil no Oriente Médio. No que diz respeito às relações com a China, prevalece o entendimento, nos círculos próximos ao ex-presidente Jair Bolsonaro, quanto à necessidade de reavaliação estratégica das prioridades e principais linhas ativas entre os respectivos governos e estruturas econômicas.

À direita não interessa a deterioração das relações comerciais entre o Brasil e a Rússia, particularmente no que se refere à nossa dependência circunstancial de fertilizantes, insumos para fertilizantes e diesel de origem russa, mas tampouco se subscreve a oferta gratuita – e contraproducente –, pelo Brasil, de capital político a Vladimir Putin, ou se tenciona continuar incorrendo no comportamento repulsivo, esposado pelo governo Lula, de ora equivaler as posições morais de Moscou e Kiev, ora tratar a Ucrânia como corresponsável pela invasão de seu próprio território ou, ainda, condenar suas operações retaliatórias contra o agressor russo.

O que busca a direita brasileira

Doméstica e externamente, a direita conservadora visa a eleger um presidente da República e a constituir um governo com maioria parlamentar que reflita os anseios e valores da maioria da população brasileira, amante da liberdade em seu sentido mais amplo, dos valores democráticos, do respeito pleno às liberdades individuais, da aproximação do Brasil de governos e sociedades para os quais tais axiomas são igualmente importantes.

Infiro que, em termos gerais, o processo decisório em Washington leve em conta, ademais de outros elementos que escapam ao objeto de análise deste ensaio, o cotejo destas duas visões de mundo, bem como o fato de que o consórcio que ora manda no Brasil busca prevalecer por meio da criminalização de seus adversários políticos e do estabelecimento, institucional ou não, da verdade como uma função chancelada pelo Estado.

Também a circunstância de que a supressão da liberdade no Brasil é rechaçada pela maioria da população brasileira decerto não escapa aos decisores norte-americanos, que veem na conjunção entre a manifestação do apoio da maioria da população brasileira à direita e a significativa identidade de propósito dos valores dessas forças políticas direitistas com os interesses dos Estados Unidos um fator que legitima a ação de Washington com o propósito não de desrespeitar a soberania brasileira, e sim impedir que o consórcio liberticida suprima definitivamente a liberdade e o primado do Estado de Direito no Brasil.

A mim me parece ser à luz da comparação dos elementos acima expostos que convém entender a atual crise entre Brasil e Estados Unidos, que é não apenas a mais significativa nos 201 anos de relacionamento bilateral como provavelmente também a de maior expressão da História Diplomática do Brasil. Não se trata de situação em que uma potência hegemônica (EUA) busca restringir a autonomia estratégica de uma intermediária (Brasil), como querem fazer crer certos jornalistas chapa-branca, apparatchicks que fazem as vezes de analistas e áulicos genéricos do governo Lula, e sim de um conjunto fundamental de divergências as quais, cumpre salientar, só foram elevadas por Washington à condição de pedra-de-toque da relação bilateral em razão tanto da natureza liberticida do consórcio lulopetismo/STF quanto de sua falta de apoio e legitimidade populares (já que, no atual estágio de deterioração institucional do Brasil, a distinção entre o que é legal ou ilegal tornou-se basicamente uma manifestação de vontade dos ministros do STF).

Tampouco procede a leitura segundo a qual os Estados Unidos estariam atentando contra a soberania brasileira, o que tem sido feito pelo consórcio lulopetismo/STF, seja por meio do atropelo das atribuições constitucionais do Congresso Nacional, seja pela promoção da subserviência diplomática do Brasil aos interesses de potências autoritárias, entre outros.

Creio, portanto, que o repúdio do presidente Donald Trump e de seu governo à abjeta perseguição política travestida de devido processo legal contra o ex-presidente Jair Bolsonaro se insira nesse enquadramento estratégico mais amplo, o qual poderá ter o condão de restaurar o primado do Estado de Direito no Brasil e reconduzir as relações entre Brasil e EUA à normalidade.

Washington, naturalmente, tem interesses de natureza estratégica e econômica, sem prejuízo de outros, no Brasil, os quais a esquerda tenta, falaciosamente e sem muito êxito, qualificar como essencialmente opostos aos interesses brasileiros e atentatórios à soberania nacional. Na atual conjuntura, os interesses da maioria do povo brasileiro no que respeita ao restabelecimento da liberdade e dos princípios que informam o Estado de Direito coincidem, em considerável medida, com aqueles que orientam a grande estratégia dos Estados Unidos sob a presidência de Donald Trump.

É principalmente por tais razões que infiro seja difícil estimar a extensão dos instrumentos dos quais o governo dos Estados Unidos poderá se valer para impedir a conversão do Brasil em um satélite autoritário, uma espécie de Venezuela ou Nicarágua de dimensões continentais. É tarefa complexa até mesmo aquilatar os entraves de longo prazo que a consolidação de um regime autoritário multigeracional no Brasil traria para os interesses norte-americanos na América do Sul e na América Latina, de modo que não se deve esperar do governo Trump (e de futuros governos norte-americanos) passividade similar às demonstradas por George W. Bush e Barack Obama diante da transformação da Venezuela em uma ditadura bolivariana, sem falar no duro processo de reconstrução dos pilares da sociedade brasileira, submetida pelos governos PT a décadas de deterioração moral e econômica.

Que não haja dúvida: o foco de decisores, analistas e jornalistas sobre o tema puramente tarifário de crise entre Brasília e Washington equivale a tomar a árvore por toda a floresta. A abrangência dos interesses, mesmo para os EUA, extrapola sobremaneira a dimensão puramente comercial, e é, para o Brasil, uma questão existencial, pois um processo eleitoral em 2026 ainda mais viciado e manipulado que o de 2022 muito possivelmente lançará o País em um regime ditatorial multigeracional em alguma medida similar ao da Venezuela, já há 26 anos sob o chicote do socialismo bolivariano. Incumbe, portanto, às forças internas – sobretudo a maioria oposicionista nas duas Casas do Congresso e a população – estabelecer categoricamente a deturpação falaciosa empreendida pelo consórcio lulopetismo/STF visando a qualificar a deterioração das relações bilaterais com os EUA como uma consequência do “atentado à soberania” brasileira,  assim como pavimentar o caminho para a necessária alternância de poder que impedirá a consolidação de regime de exceção ora em avançada fase de implementação no Brasil. Tenho esperança de que, ao fim e ao cabo, a liberdade e a verdade triunfarão.

Marcos Degaut é doutor em Segurança Internacional, Pesquisador Sênior na University of Central Florida (EUA), ex-secretário especial adjunto de Assuntos Estratégicos da Presidência da República e ex-secretário de Produtos de Defesa do Ministério da Defesa.

VEJA TAMBÉM:

  • Afinal, o que Trump quer com as tarifas?
  • Como a Doutrina Trump pretende reconstruir a ordem econômica global

Continue Reading
Advertisement
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

PGR dá aval a escolas cívico-militares paulistas, mas não a pagamentos
Noticias48 minutos ago

PGR dá aval a escolas cívico-militares paulistas, mas não a pagamentos

Perdas do BRB em operações com Master podem chegar a R$ 5 bilhões, diz agência
Economia53 minutos ago

Perdas do BRB em operações com Master podem chegar a R$ 5 bilhões, diz agência

Wagner Moura fala sobre indicação ao Oscar e explica 'O Agente Secreto' a revista dos EUA: “Vocês nunca viveram uma ditadura. Não sabem como é”
Entretenimento2 horas ago

Wagner Moura fala sobre indicação ao Oscar e explica 'O Agente Secreto' a revista dos EUA: “Vocês nunca viveram uma ditadura. Não sabem como é”

Polícia Federal prende em SP suspeito de planejar atentado terrorista
Noticias2 horas ago

Polícia Federal prende em SP suspeito de planejar atentado terrorista

Déficit primário do Governo Central totaliza R$ 61,7 bilhões em 2025
Economia2 horas ago

Déficit primário do Governo Central totaliza R$ 61,7 bilhões em 2025

Governo debate combate ao antissemitismo com foco na educação
Política2 horas ago

Governo debate combate ao antissemitismo com foco na educação

Trombonista Joabe Reis vai de Tincoãs ao jazz e ao UK garage na rota do álbum ‘Drive slow – A última das fantasias’
Entretenimento2 horas ago

Trombonista Joabe Reis vai de Tincoãs ao jazz e ao UK garage na rota do álbum ‘Drive slow – A última das fantasias’

Moraes nega visita de Valdemar e Malta a Bolsonaro 
Noticias3 horas ago

Moraes nega visita de Valdemar e Malta a Bolsonaro 

Preços do petróleo sobem 5% com ameaças de Donald Trump ao Irã
Economia3 horas ago

Preços do petróleo sobem 5% com ameaças de Donald Trump ao Irã

Meta e Google enfrentam processo nos EUA sobre vício em redes sociais entre jovens
Noticias4 horas ago

Meta e Google enfrentam processo nos EUA sobre vício em redes sociais entre jovens

Incêndio destrói empresas e creche na zona leste de São Paulo
Noticias4 horas ago

Incêndio destrói empresas e creche na zona leste de São Paulo

Inflação do aluguel sobe 0,41% em janeiro, mas tem queda em um ano
Economia4 horas ago

Inflação do aluguel sobe 0,41% em janeiro, mas tem queda em um ano

PF investiga origem de fake news sobre programas sociais
Política4 horas ago

PF investiga origem de fake news sobre programas sociais

Congonhas confirma terceiro vazamento em mina, em menos de uma semana
Noticias5 horas ago

Congonhas confirma terceiro vazamento em mina, em menos de uma semana

Bruce Willis não sabe que tem demência, diz esposa durante entrevista a podcast
Entretenimento6 horas ago

Bruce Willis não sabe que tem demência, diz esposa durante entrevista a podcast

Ouro se aproxima de US$ 5.600 após ameaças de Trump contra o Irã
Economia6 horas ago

Ouro se aproxima de US$ 5.600 após ameaças de Trump contra o Irã

Por que a China executou 11 membros de máfia que aplica golpes pela internet e trafica pessoas para Mianmar
Noticias6 horas ago

Por que a China executou 11 membros de máfia que aplica golpes pela internet e trafica pessoas para Mianmar

As chances de 'O agente secreto', Wagner Moura e Adolpho Veloso no Oscar, segundo especialistas
Entretenimento6 horas ago

As chances de 'O agente secreto', Wagner Moura e Adolpho Veloso no Oscar, segundo especialistas

Luto e fome: viúva tenta se reerguer após operação mais letal do Rio
Noticias6 horas ago

Luto e fome: viúva tenta se reerguer após operação mais letal do Rio

Conselheiros do BRB renunciam após convocação de assembleia para mudar direção do banco
Economia7 horas ago

Conselheiros do BRB renunciam após convocação de assembleia para mudar direção do banco

Vídeo de barraca voando em acampamento no interior de SP viraliza: 'Coisa rara de se ver', brinca influenciador
Noticias8 horas ago

Vídeo de barraca voando em acampamento no interior de SP viraliza: 'Coisa rara de se ver', brinca influenciador

Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 9
Economia8 horas ago

Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 9

Jovem que teve dedo esmagado em balsa receberá indenização e pensão
Noticias9 horas ago

Jovem que teve dedo esmagado em balsa receberá indenização e pensão

Cade analisa aporte da United Airlines na Azul
Economia9 horas ago

Cade analisa aporte da United Airlines na Azul

MPF investiga contrato de R$ 72 milhões sem licitação para túnel Santos-Guarujá
Noticias10 horas ago

MPF investiga contrato de R$ 72 milhões sem licitação para túnel Santos-Guarujá

Trump anuncia tarifa de 35% sobre importações do Canadá; cartas já foram enviadas a 23 países | Economia
Internacional7 meses ago

Trump anuncia tarifa de 35% sobre importações do Canadá; cartas já foram enviadas a 23 países | Economia

Presidente do BC vai escrever mais uma carta ao ministro da Fazenda sobre o descumprimento da meta de inflação | Economia
Economia7 meses ago

Presidente do BC vai escrever mais uma carta ao ministro da Fazenda sobre o descumprimento da meta de inflação | Economia

Em carta a Lula, Trump anuncia tarifa de 50% a produtos brasileiros
Noticias7 meses ago

Em carta a Lula, Trump anuncia tarifa de 50% a produtos brasileiros

Veja a íntegra da carta enviada pelo governo Lula aos Estados Unidos sobre tarifaço de Trump | Política
Política7 meses ago

Veja a íntegra da carta enviada pelo governo Lula aos Estados Unidos sobre tarifaço de Trump | Política

Inscrições para o 2º ENAC abrem nesta terça; prova é exigida para prestar concurso de cartório | Concursos
Economia7 meses ago

Inscrições para o 2º ENAC abrem nesta terça; prova é exigida para prestar concurso de cartório | Concursos

Dilma: Banco do Brics terá 30% da carteira em moedas locais em 2026
Economia7 meses ago

Dilma: Banco do Brics terá 30% da carteira em moedas locais em 2026

Governo quer acelerar emissão da Carteira de Identidade Nacional
Política6 meses ago

Governo quer acelerar emissão da Carteira de Identidade Nacional

“Carteirada” com a ajuda de ministros do STF em concurso da USP
Educação7 meses ago

“Carteirada” com a ajuda de ministros do STF em concurso da USP

Em carta, governo reforça indignação à imposição de tarifas pelos EUA
Noticias7 meses ago

Em carta, governo reforça indignação à imposição de tarifas pelos EUA

EUA suspendem sanções contra ex-presidente do Paraguai Horacio Cartes
Internacional4 meses ago

EUA suspendem sanções contra ex-presidente do Paraguai Horacio Cartes

Consignado CLT: portabilidade de dívidas pela carteira digital começa no fim do mês; entenda como vai funcionar
Economia6 meses ago

Consignado CLT: portabilidade de dívidas pela carteira digital começa no fim do mês; entenda como vai funcionar

Como cartéis da América Latina vêm usando criptomoedas para lavar dinheiro do crime | Tecnologia
Noticias7 meses ago

Como cartéis da América Latina vêm usando criptomoedas para lavar dinheiro do crime | Tecnologia

Lula não esperava carta de Trump, e governo prepara reação nas redes: ‘Bolsonaro quer taxar o Brasil’ | Blog do Gerson Camarotti
Política7 meses ago

Lula não esperava carta de Trump, e governo prepara reação nas redes: ‘Bolsonaro quer taxar o Brasil’ | Blog do Gerson Camarotti

Trump manda carta a Lula e anuncia tarifa de 50% sobre produtos brasileiros | Economia
Internacional7 meses ago

Trump manda carta a Lula e anuncia tarifa de 50% sobre produtos brasileiros | Economia

Playground do narcotráfico e déficit comercial: leia cartas de Trump com alegações para taxar México e UE | Economia
Economia7 meses ago

Playground do narcotráfico e déficit comercial: leia cartas de Trump com alegações para taxar México e UE | Economia

Carta do Brics tem capítulo contra todas as formas de discriminação
Noticias7 meses ago

Carta do Brics tem capítulo contra todas as formas de discriminação

Cartilha analisa retomada da participação social no 3º governo Lula
Política7 meses ago

Cartilha analisa retomada da participação social no 3º governo Lula

Brasil diz a representante dos EUA que devolve carta de Trump e a chama de ofensiva e inaceitável
Internacional7 meses ago

Brasil diz a representante dos EUA que devolve carta de Trump e a chama de ofensiva e inaceitável

Movimentos populares lançam carta e plebiscito por justiça tributária
Política7 meses ago

Movimentos populares lançam carta e plebiscito por justiça tributária

Morre o pastor John MacArthur, um dos mais influentes da sua era
Entretenimento7 meses ago

Morre o pastor John MacArthur, um dos mais influentes da sua era

Carta de Trump a Lula repete fórmula do bullying difundida contra seus adversários | Blog da Sandra Cohen
Internacional7 meses ago

Carta de Trump a Lula repete fórmula do bullying difundida contra seus adversários | Blog da Sandra Cohen

Nacionalismo econômico enche discursos, mas esvazia carteiras
Entretenimento7 meses ago

Nacionalismo econômico enche discursos, mas esvazia carteiras

Tarifaço de Trump: presidente dos EUA manda cartas para chefes de Estado, anunciando novas tarifas entre 25% e 40%
Economia7 meses ago

Tarifaço de Trump: presidente dos EUA manda cartas para chefes de Estado, anunciando novas tarifas entre 25% e 40%

Cartão de gratuidade é dispensado no Rio para quem tem 65 anos ou mais
Noticias7 meses ago

Cartão de gratuidade é dispensado no Rio para quem tem 65 anos ou mais

Em carta, acusado de matar jogador com 10 tiros diz que vai comparecer a júri
Noticias7 meses ago

Em carta, acusado de matar jogador com 10 tiros diz que vai comparecer a júri