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entre cinismo de Putin e antiocidental ambição de Xi

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entre cinismo de Putin e antiocidental ambição de Xi

A realização da 17ª Reunião de Cúpula do BRICS, no Rio de Janeiro, em 6 e 7 de julho corrente, se apresenta como oportunidade para refletir sobre a evolução do bloco desde seu surgimento informal, em 2001, e ponderar se previsões antigas, indicativas de que o grupo se converteria em uma aliança antiocidental, estão finalmente se consolidando, assim perfazendo uma espécie de “profecia autorrealizada”.

A construção conceitual do BRICS tem se metamorfoseado de um agrupamento de emergentes que representariam os novos pilares da economia mundial até 2050 para uma constelação amorfa de nações crescentemente percebida como contraponto às atuais estruturas de governança global.

Longe de ser um acidente diplomático, essa trajetória é resultado da exploração calculada de descontentamentos globais por parte de regimes que buscam erodir a ordem liberal internacional e consolidar sua própria influência, mascarando ambições geopolíticas sob o manto da “multipolaridade”.

Essa transformação, que muitos observadores já antecipavam, sugere que as dinâmicas recentes consolidam o que pode ser interpretado como um caráter antiocidental do grupo. Longe de ser uma plataforma para a cooperação econômica, o BRICS busca projetar-se como um ator central na reconfiguração de uma ordem mundial mais difusa, moldada por percepções de assimetrias nas relações internacionais.

Adesões oportunistas e o risco da fragmentação interna

A 16ª Cúpula dos BRICS, hospedada por Vladimir Putin em Kazan, em outubro de 2024  – apesar de um mandado de prisão internacional contra o mandatário russo –, contou com a participação de representantes de 36 nações. À ocasião, a configuração do agrupamento já sinalizava a disposição de certas nações em negligenciar princípios em prol tanto de ganhos táticos quanto de uma busca por arranjos alternativos no sistema internacional.

A adesão de novos membros como Irã, Egito, Etiópia e Emirados Árabes Unidos, e o interesse de outros como Cuba, Bielorrússia, Nicarágua e Venezuela em integrar o grupo, revelam menos a adesão a valores comuns e mais um oportunismo geopolítico.

Frustrados com o que consideram a “dupla moral” ocidental, para eles externada de maneira icônica na questão de Gaza, os países do “Sul Global” encontram no BRICS um palco para vocalizar descontentamentos e buscar alavancagem. No entanto, essa aliança heterogênea se baseia em uma conveniência instrumental, não em comunhão de objetivos.

Tomemos o exemplo da Índia, que, ao se autoproclamar “não-ocidental, mas não anti-ocidental”, busca equilibrar sua atuação no BRICS com a participação no Diálogo de Segurança Quadrilateral (QUAD), fórum estratégico informal do qual fazem parte também Estados Unidos, Japão e Austrália, e que visa a fomentar a cooperação econômica e a segurança no Indo-Pacífico.

Essa abordagem multifrontal exemplifica a identificação pragmática de “múltiplas opções” para a consecução de seus interesses nacionais, bem como reflete a priorização da flexibilidade e da autonomia estratégica, o que pode ser interpretado como uma redefinição da dependência em relação às alianças lideradas por potências ocidentais.

China, Rússia e a instrumentalização do bloco

Essa postura, contudo, pode inadvertidamente legitimar e fortalecer atores que buscam subverter a estabilidade global em vez de construir uma ordem mais justa e baseada em regras. Tal opção não deve, portanto, ser lida como um triunfo da diplomacia multipolar, e sim como um indicador da eficiência de Rússia e China, os pilares autocráticos do grupo, no exercício de suas habilidades diplomáticas e influência geopolítica visando à instrumentalização do BRICS para avançar suas respectivas agendas revisionistas.

A retórica de Putin sobre “justiça e segurança”, enquanto agressor na Ucrânia, por exemplo, é um exemplo flagrante de cinismo diplomático, que tem por objetivo principal desviar a atenção de suas próprias violações.

No mesmo ensejo, a “Iniciativa de Segurança Global” de Xi Jinping, apesar de embalada em linguagem de “harmonização”, é uma defesa velada de interesses chineses e tentativa de redefinir as normas de segurança global em benefício de Pequim.

A comunhão de interesses do BRICS, contudo, é inerentemente frágil. A disparidade econômica entre a China e os demais membros é colossal, razão pela qual Pequim atribui valor estratégico ao BRICS sob três fundamentos:

  • como um biombo geopolítico atrás do qual camufla seus interesses unilaterais;
  • como veículo para contrabalancear o poder dos EUA, porém dentro de uma moldura de ação coletiva cuja proposta retórica é a de aperfeiçoar os mecanismos de governança global;
  • como plataforma para monitorar as iniciativas de seus adversários regionais, Índia e Rússia (em tal ordem), enquanto promove seus objetivos individuais junto aos demais membros do bloco e em outras regiões, particularmente nas dimensões econômica e comercial, sobretudo por meio da Iniciativa Cinturão e Rota (Belt and Road Initiative).

A expansão do BRICS e seus efeitos sobre a ordem global

Esses elementos justificam a insistência chinesa em favorecer o aumento indiscriminado do número de integrantes dos BRICS, tendo mesmo considerado a adesão do grupo fundamentalista islâmico Talibã, que retornou ao poder no Afeganistão em 2021.

Entretanto, a pretendida inclusão de onze membros plenos e dez países parceiros dilui qualquer possibilidade de consenso, tornando a promessa de uma “nova ordem mundial” um ideal mais utópico e inconsistente do que um projeto viável.

Além disso, a dificuldade em emitir comunicados conjuntos — como visto na reunião de chanceleres realizada em abril, sem declaração final sobre as questões de Gaza e da Ucrânia devido a divergências internas sobre a reforma do Conselho de Segurança da ONU — expõe as profundas rachaduras em sua estrutura e empurram o grupo para uma polarização indesejada.

Nesse contexto, a profecia autorrealizada do BRICS não é mero reflexo das ansiedades ocidentais, mas sim uma manifestação estratégica de potências autocráticas que, ao explorar fissuras na ordem global e capitalizar descontentamentos legítimos, buscam reconfigurar arranjos de poder em benefício próprio.

Confirmam esse entendimento o repúdio unânime dos membros do BRICS à exclusão da Rússia do Conselho de Direitos Humanos da ONU, bem como as críticas do bloco às sanções econômicas contra Moscou e a recente declaração conjunta expressando “profunda preocupação” com os ataques ao Irã, um de seus novos membros, e a defesa de seu programa nuclear.

O que se apresenta, portanto, como busca por multipolaridade é, na verdade, um retorno à Realpolitik mais crua, ora disfarçada de nova era de cooperação global, em um movimento calculado para deslegitimar instituições existentes e pavimentar o caminho para um mundo menos estável e mais propenso ao “poder é direito”. O BRICS, assim, se revela menos uma alternativa construtiva e mais um catalisador de fragmentação e tensão na arena internacional, cujas consequências ainda estão por ser plenamente aquilatadas.

O papel da diplomacia brasileira diante do novo BRICS

Nesse complexo tabuleiro geopolítico, a posição do Brasil merece uma análise crítica. Embora o País defenda agenda de cooperação Sul-Sul e a reforma das instituições de governança global, a prioridade dada a um bloco com membros cada vez mais assertivos em sua contestação à ordem liberal, e com inegável potencial para se configurar como antiocidental, levanta sérias questões.

Para Brasília, o BRICS pode representar uma via para amplificar sua voz e promover seus interesses – do comércio ao enfrentamento de desafios globais. No entanto, ao investir significativamente seu já esquálido capital diplomático num grupo disfuncional e sem coerência programática, especialmente após sua expansão e a intensificação das tensões geopolíticas globais, o Brasil corre o risco de criar antagonismos desnecessários com parceiros tradicionais e democracias ocidentais, notadamente os Estados Unidos, que incidem fundamentalmente no crescimento econômico e no posicionamento geoestratégico brasileiros

A habilidade da diplomacia brasileira em navegar essa dinâmica, sem comprometer alianças estratégicas ou legitimar retóricas que colidam com nossos próprios valores democráticos, já tão aviltados pelo governo Lula 3, será um teste decisivo para sua autonomia e relevância na arena internacional.

Tal circunstância se nos apresenta como inevitável diante da já mencionada “profecia autorrealizada”, que representa mais um desafio do que uma oportunidade para a política externa brasileira, sobretudo a partir da constatação de que há pouquíssimos assuntos discutidos no âmbito do BRICS que não possam ser abordados bilateralmente, de modo mais eficiente e pragmático, com outros membros do grupo.

No mesmo ensejo, o atual governo brasileiro se demonstra incapaz de diferenciar a dimensão bilateral das relações com a China e com a Rússia daquela que se desdobra no âmbito do BRICS.

No que concerne às relações entre Brasília e Moscou, suas expressões econômico-comercial e, em menor escala, de defesa e aeroespacial, sem prejuízo de outras vertentes, são pautadas pelo pragmatismo, do que é exemplo o importante papel desempenhado pela Rússia no fornecimento de fertilizantes e óleo diesel ao Brasil.

No contexto do BRICS, contudo, os expedientes russos visando a demonstrar sua ativa participação no grupo a fim de invalidar o discurso ocidental de que o país está internacionalmente isolado desde a invasão da Ucrânia, em fevereiro de 2022, são subscritos pelo governo Lula em detrimento dos interesses estratégicos do Brasil, pois a Brasília não deveria interessar convergência ampla com Moscou em temas políticos do BRICS.

Esse endosso da dupla Lula-Celso Amorim aos esforços russos de diplomacia pública tem o condão de indispor países ocidentais em relação ao Brasil a troco de absolutamente zero ganho.

Com referência à tensão entre as relações bilaterais Brasília-Pequim e seus desdobramentos no âmbito do BRICS, temos um contexto mais complexo. Isso ocorre tanto em razão da instrumentalização chinesa do grupo para seus propósitos econômicos e geoestratégicos, que o governo Lula 3 tem endossado acriticamente, assim também concorrendo para a redução da nossa capacidade de interlocução com países ocidentais, quanto pela necessidade incontornável de reavaliação estratégica das relações bilaterais entre Brasil e China, o que esperamos seja realizado por um governo brasileiro de orientação conservadora.

É fundamental, portanto, que nossa diplomacia tenha presente tais variáveis, de modo a não se deixar levar por narrativas que mascaram a realidade, abordando o BRICS a partir de uma estratégia que priorize os objetivos de longo prazo, e não urgência ideológicas imediatistas, assim evitando que a busca por uma posição de protagonismo a todo custo nos coloque, como sói ocorrer em praticamente todas as iniciativas de política externa lulopetistas, em um papel desvantajoso e do lado errado da história.

Marcos Degaut é Doutor em Segurança Internacional, Pesquisador Sênior na University of Central Florida (EUA), ex-Secretário Especial Adjunto de Assuntos Estratégicos da Presidência da República e Ex-Secretário de Produtos de Defesa do Ministério da Defesa

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