Published
2 minutos agoon
By

Geração de empregos no Alto Tietê cai 55% no 1º semestre de 2026
Bruno Peres / Agência Brasil
O Alto Tietê gerou 1.710 empregos formais no primeiro semestre de 2026. Os dados foram divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
📉 O número representa uma queda de 55% na comparação com o mesmo período de 2025, quando foram abertas 3.862 vagas com carteira assinada. O cenário é semelhante ao registrado no restante do país (confira abaixo).
✅ Clique para seguir o canal do g1 Mogi das Cruzes e Suzano no WhatsApp
De acordo com levantamento do g1, a região registrou:
➡️ 104.511 contratações
➡️ 102.801 demissões
O saldo considera as admissões e os desligamentos registrados entre janeiro e junho de 2026 em Arujá, Biritiba-Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Poá, Salesópolis, Santa Isabel e Suzano.
Itaquaquecetuba foi a cidade que mais gerou empregos, com saldo superior a 1,5 mil vagas, seguida por Arujá e Mogi das Cruzes.
Poá teve o pior desempenho no período. Ao todo, a cidade fechou mais de 1,4 mil vagas. Confira:
LEIA MAIS
Forte rajada de vento atinge Alto Tietê durante alerta severo da Defesa Civil;
Jaguatirica morre atropelada na Rodovia Mogi-Bertioga
Mês de junho
O Alto Tietê encerrou junho com saldo positivo de 44 empregos formais. Apesar do resultado positivo, o número representa uma queda de 95,8% em relação a junho de 2025, quando a região criou 1.057 vagas.
Em junho deste ano, a região registrou:
➡️ 16.327 contratações;
➡️ 16.283 demissões.
No recorte de junho, Mogi das Cruzes registrou o maior saldo, com 191 empregos criados, seguida por Suzano, com 116, e Itaquaquecetuba, com 94.
Por outro lado, três municípios encerraram o mês com saldo negativo na geração de empregos. Arujá teve o pior resultado, com saldo negativo de 207 vagas. Confira:
VEJA MAIS
Agora no g1
Números do Brasil
A economia brasileira gerou 921,64 mil empregos formais no primeiro semestre deste ano, informou nesta quarta-feira (29) o Ministério do Trabalho e do Emprego.
O número representa uma queda de 25% na comparação com o mesmo período de 2025, quando foram abertas 1,23 milhão de vagas com carteira assinada.
Esse também foi o pior resultado para os seis primeiros meses de um ano desde 2020, quando foram fechadas mais de 1,3 milhão de vagas formais em meio à pandemia da Covid-19.
Com juros alto, criação de empregos formais cai 25% e registra o pior 1º semestre em seis anos
Assista a mais notícias sobre o Alto Tietê