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1 minuto agoon
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“Há mais de cinco anos, por volta de 2020, o negócio pegou com mais intensidade. Primeiro o pessoal vinha fazer rapel, descer na corda. Daí que virou nesse outro negócio [saltos comerciais]”, afirma. “É uma coisa que eu tenho que estar sempre acompanhando. Domingo eu passo duas, três vezes aqui por baixo para ver como que está. Se eu bobear, daqui a pouco tem 50 pessoas lá embaixo”, afirma.