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1) Fundos de investimento (FIDCs) e instituições financeiras (meios de pagamento): usados para lavar dinheiro o ilícito e ocultar patrimônio. Segundo o MP, os empresários Mohamed Mourad e Roberto Augusto Leme Silva, donos do Grupo Aster/Copape, usaram “laranjas” para movimentar dinheiro mesmo após a deflagração da Operação Carbono Oculto, em agosto do ano passado, com o objetivo de driblar as medidas impostas pela Justiça. Os promotores dizem que essas transações irregulares foram omitidas por Mohamed e Roberto na proposta de colaboração premiada que vinha sendo discutida com a Procuradoria-Geral de Justiça. Esse foi um dos motivos que levaram o chefe do MP estadual a desistir do acordo, no começo deste mês.