Connect with us

Economia

NR-1: Regra que amplia fiscalização sobre saúde mental no trabalho entra em vigor em maio; veja o que muda

Published

on

NR-1: Regra que amplia fiscalização sobre saúde mental no trabalho entra em vigor em maio; veja o que muda




NR-1: veja o que muda com a nova regra sobre saúde mental no trabalho
A atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR‑1) entra em vigor nesta terça-feira (26), e amplia a responsabilidade das empresas sobre os riscos à saúde mental dos trabalhadores. Anunciada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em agosto de 2024, a medida reforça a possibilidade de fiscalização e aplicação de multas.
A nova regra estava prevista para valer em maio de 2025. Após pressão de empresas e sindicatos patronais, o governo decidiu adiar a entrada em vigor por um ano. Agora, diante de novos pedidos de prorrogação, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou que não pretende realizar mais um adiamento.
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
“Já houve uma prorrogação no ano passado e, neste momento, não há disposição para novo adiamento”, disse. Segundo o ministro, uma nova mudança só ocorreria com acordo entre empresas e representantes dos trabalhadores — o que não existe hoje.
O Ministério do Trabalho já divulgou um Manual de Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, um Guia de Informações sobre os Fatores de Riscos Psicossociais Relacionados ao Trabalho e um documento de perguntas e respostas para orientar empresas e trabalhadores sobre a atualização da norma.
Especialistas consideram a medida urgente. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), mais de 840 mil pessoas morrem todos os anos no mundo por problemas de saúde ligados a riscos psicossociais no trabalho, como jornadas longas, assédio e insegurança no emprego.
No ano passado, o g1 revelou com exclusividade, com base em dados do Ministério da Previdência Social, que o Brasil já vivia uma crise de saúde mental, com o maior número de afastamentos por transtornos mentais em 10 anos, registrado em 2024.
Em 2025, o cenário não só se repetiu como se agravou: mais de meio milhão de licenças foram concedidas por esse motivo, estabelecendo um novo recorde.
O g1 ouviu especialistas e explica, abaixo, as principais dúvidas sobre como a atualização da NR-1 vai funcionar na prática.
o que muda na prática com a atualização da NR-1;
como vai funcionar a fiscalização;
se empresas poderão ser multadas;
o que as empresas terão que fazer;
e o que muda para os trabalhadores.
Capa afastamentos por saúde mental
Luisa Rivas e Otávio Camargo | Arte g1
O que muda na prática com a atualização da NR‑1?
A principal mudança com a atualização da NR‑1 é que os chamados riscos psicossociais — ligados à forma como o trabalho é organizado — passam a integrar o gerenciamento de riscos ocupacionais das empresas, ao lado de riscos físicos, químicos, biológicos e de acidentes.
Na prática, situações como metas abusivas, jornadas exaustivas, assédio moral ou sexual, pressão excessiva, conflitos interpessoais, falta de autonomia e falhas de gestão entram oficialmente no radar da fiscalização.
Esses fatores já eram analisados de forma indireta, sobretudo a partir das normas de ergonomia, mas agora se tornam exigência explícita dentro do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).
“A grande inovação foi deixar explícito que o risco psicossocial faz parte do gerenciamento de riscos. Isso já estava incluído, mas não estava claro para as empresas e para a sociedade”, explica Alexandre Furtado Scarpelli Ferreira, auditor‑fiscal do trabalho e diretor do Departamento de Segurança e Saúde do Trabalho da Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT).
Segundo ele, a fiscalização passa a olhar menos para equipamentos e mais para a forma como o trabalho é organizado. “Quando a gente fala em risco psicossocial, estamos falando de processo de trabalho: carga, metas, jornada, cadeia de comando, sistemas que não funcionam, falta de autonomia.”
Ou seja: a principal mudança é tornar explícito algo que já estava previsto nas normas trabalhistas. Com isso, o Ministério do Trabalho passa a exigir que as empresas olhem não apenas para máquinas, equipamentos ou riscos físicos, mas também para a dinâmica de trabalho dentro das organizações.
Como vai funcionar a fiscalização?
Os auditores-fiscais do trabalho têm o direito e o dever de entrar em empresas sem necessidade de autorização judicial para realizar inspeções. Com a atualização da NR-1, a fiscalização passará a olhar para a forma como o trabalho é organizado e executado dentro das empresas.
Na prática, os auditores vão verificar se as empresas identificaram os riscos psicossociais, se eles estão registrados corretamente e se existem medidas concretas para reduzir problemas como pressão excessiva, jornadas abusivas, assédio e sobrecarga de trabalho.
Segundo a auditora-fiscal Odete Reis, a fiscalização será baseada principalmente na análise do trabalho real.
“A gente verifica se o fator de risco está presente e se ele está sendo gerenciado. Isso é feito por observação do ambiente, entrevistas com trabalhadores e análise de documentos”, afirmou.
Durante as inspeções, os auditores poderão analisar jornadas, cobrança por metas, relação entre chefias e funcionários, canais de denúncia, processos internos e documentos como o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), inventários de risco e planos de ação.
Odete ressalta que não é necessário haver um trabalhador já afastado para que a empresa seja cobrada. “Pode ser que ainda não exista afastamento, mas o risco esteja presente. O objetivo da fiscalização é chegar antes do adoecimento, para fazer a prevenção”, afirmou.
A atuação da Auditoria Fiscal do Trabalho poderá ocorrer a partir de denúncias anônimas feitas por trabalhadores, dados da Previdência Social sobre afastamentos por saúde mental e ações de inteligência fiscal, que identificam setores com maior incidência de adoecimento.
Segundo Alexandre Scarpelli, a fiscalização não dependerá apenas de denúncias. “A inspeção do trabalho não atua só por denúncia. A gente cruza denúncias com dados da Previdência e com o conhecimento dos setores onde o risco psicossocial é mais elevado.”
Isso significa que empresas poderão ser fiscalizadas mesmo sem denúncia formal, principalmente se apresentarem muitos afastamentos por transtornos mentais ou atuarem em setores historicamente mais expostos ao adoecimento.
Assédio moral no trabalho pode causar consequências na saúde mental e física da vítima
Freepik
Empresas poderão ser multadas?
Sim. A multa não será automática com a entrada em vigor da norma, mas poderá ocorrer caso a fiscalização identifique falhas no gerenciamento dos riscos psicossociais.
Segundo Odete Reis, o auditor pode multar caso a empresa:
não identifique os riscos;
identifique os problemas, mas não adote medidas;
implemente ações insuficientes;
ou deixe de monitorar os riscos ao longo do tempo.
“Se for constatado que a empresa não está fazendo o gerenciamento dos riscos, a gente lavra o auto de infração. A partir daí, o processo segue para o setor de multas e recursos do Ministério do Trabalho”, explicou.
As multas seguem as regras gerais das Normas Regulamentadoras e podem variar conforme o porte da empresa, o número de empregados e a gravidade da infração. Hoje, os valores vão de R$ 416 a R$ 4.160 para infrações relacionadas à saúde do trabalhador e de R$ 693 a R$ 6.935 para segurança do trabalho.
Segundo Scarpelli, não existe uma “multa única” da NR-1. “A multa vai depender do ponto em que o processo falhou: se foi na identificação do risco, na adoção de medidas ou no monitoramento”, afirmou.
Após a autuação, a empresa ainda pode apresentar defesa em processo administrativo. Apesar da possibilidade de multa, especialistas afirmam que o foco inicial é orientar e induzir mudanças na cultura organizacional.
“Não existe expectativa de que todos os problemas sejam resolvidos de imediato. O que se espera é que as empresas comecem a enfrentar o problema, identifiquem os riscos e estabeleçam um plano de ação”, disse Scarpelli.
A juíza do trabalho Mirella Cahú afirma que a atualização da norma também tem caráter preventivo. “A NR-1 funciona como um alerta: esse tema precisa ser tratado com a mesma seriedade que riscos físicos e biológicos.”
O que as empresas terão que fazer?
Com a entrada em vigor da atualização da NR-1, as empresas passam a ter a obrigação explícita de incluir riscos psicossociais no gerenciamento de riscos ocupacionais.
Na prática, isso significa deixar de olhar apenas para acidentes físicos ou exposição a agentes químicos e passar a analisar de forma sistemática como a organização do trabalho pode gerar sofrimento ou adoecimento mental.
Segundo a juíza do trabalho Mirella Cahú, a norma muda o foco da análise. “O risco psicossocial não é do trabalhador, é da atividade e da organização do trabalho.”
Ou seja, a responsabilidade deixa de recair apenas sobre características individuais e passa a incluir decisões de gestão, metas, jornadas, relações hierárquicas e condições em que o trabalho é executado.
As empresas terão que identificar situações potencialmente adoecedoras e esses riscos precisarão ser registrados formalmente no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), com descrição clara de como afetam a rotina de trabalho e quais áreas ou funções estão mais expostas.
“Não basta perceber o risco. Ele precisa estar documentado, com inventário e plano de ação”, afirma a auditora-fiscal Odete Reis.
Além do registro, as empresas terão que demonstrar que adotaram medidas concretas para enfrentar as causas do problema — e não apenas ações pontuais ou simbólicas.
Isso pode incluir revisão de metas e prazos, reorganização de jornadas, redistribuição de tarefas, mudanças na forma de cobrança, treinamento de lideranças, criação de políticas contra assédio e fortalecimento de canais de denúncia.
“Gerenciar risco é mudar a organização do trabalho”, resume Odete. Segundo os especialistas, as soluções devem levar em conta o porte da empresa, o tipo de atividade e os riscos específicos de cada ambiente de trabalho.
Ou seja: não existem soluções padronizadas.“Cada atividade tem riscos diferentes e precisa de estratégias próprias, construídas de forma responsável”, afirma Mirella Cahú.
Outro ponto central é que as empresas precisarão acompanhar se as medidas estão funcionando, reavaliar periodicamente os riscos e atualizar o PGR sempre que houver mudanças relevantes na dinâmica de trabalho.
“É um processo contínuo. Identifica, age, reavalia e melhora”, explicou Scarpelli. Durante uma eventual fiscalização, as empresas precisarão comprovar, por meio de documentos e práticas internas, que identificaram os riscos psicossociais e adotaram medidas para enfrentá-los.
“Se o gerenciamento não estiver sendo feito, a empresa pode ser autuada”, alertou Odete Reis. A atualização da NR-1 não obriga empresas a contratar psicólogos, oferecer terapia ou criar programas isolados de bem-estar.
Segundo os especialistas, essas iniciativas podem complementar as ações internas, mas não substituem a obrigação central da norma.
“Oferecer benefícios não resolve se o trabalho continuar adoecendo as pessoas”, afirma Mirella Cahú. “A exigência é mudar práticas de trabalho que geram sofrimento.”
O que muda para os trabalhadores?
A atualização da NR-1 fortalece o entendimento de que saúde mental também é uma questão de saúde e segurança do trabalho. Na prática, trabalhadores passam a ter mais respaldo para denunciar condições consideradas adoecedoras, como pressão excessiva, jornadas abusivas, metas inalcançáveis e assédio moral.
Segundo a juíza do trabalho Mirella Cahú, a principal mudança é que o foco deixa de estar apenas no indivíduo e passa a incluir a forma como o trabalho é organizado. “O risco psicossocial não é do sujeito, é da atividade de trabalho”, afirmou.
Isso significa que situações que antes muitas vezes eram tratadas como “fragilidade individual” passam a ser analisadas também como consequência da dinâmica de como trabalho é gerenciado dentro das empresas.
Especialistas avaliam que a norma também pode facilitar o reconhecimento do nexo entre trabalho e adoecimento mental em casos de afastamento ou ações judiciais. “Já reconhecemos transtornos mentais como acidente de trabalho quando há relação com a organização do trabalho”, afirma a magistrada.
Outra mudança prática é que empresas poderão ser cobradas antes mesmo de existir um trabalhador afastado. Ou seja, a fiscalização poderá exigir mudanças ao identificar riscos psicossociais no ambiente de trabalho, mesmo sem casos formalmente registrados de adoecimento.
Segundo os especialistas ouvidos pelo g1, a expectativa é que a atualização da NR-1 pressione empresas a tratar saúde mental com o mesmo nível de atenção dado hoje a acidentes físicos e outros riscos ocupacionais.
Brasil tem mais de 546 mil afastamentos por saúde mental em 2025 e bate recorde

Continue Reading
Advertisement
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

NR-1: Regra que amplia fiscalização sobre saúde mental no trabalho entra em vigor em maio; veja o que muda
Economia3 minutos ago

NR-1: Regra que amplia fiscalização sobre saúde mental no trabalho entra em vigor em maio; veja o que muda

Blusa ao avesso e posts ‘atrasados’: como equipes de artistas evitam assédio de fãs e vazamentos
Entretenimento18 minutos ago

Blusa ao avesso e posts ‘atrasados’: como equipes de artistas evitam assédio de fãs e vazamentos

Procissão de Pentecostes da Festa do Divino Espírito Santo de Mogi das Cruzes 2026 aconteceu neste domingo
Noticias48 minutos ago

Procissão de Pentecostes da Festa do Divino Espírito Santo de Mogi das Cruzes 2026 aconteceu neste domingo

CNH: seguro pode não cobrir carro particular usado em aulas de direção
Economia1 hora ago

CNH: seguro pode não cobrir carro particular usado em aulas de direção

Gabriel Ganley: corpo de fisiculturista foi encontrado por amigo no apartamento onde ele morava, em SP
Noticias2 horas ago

Gabriel Ganley: corpo de fisiculturista foi encontrado por amigo no apartamento onde ele morava, em SP

Justiça de SP nega pedido de liberdade de Deolane Bezerra e mantém influenciadora presa
Noticias3 horas ago

Justiça de SP nega pedido de liberdade de Deolane Bezerra e mantém influenciadora presa

Corpus Christi é feriado? Veja em quais capitais haverá folga
Economia3 horas ago

Corpus Christi é feriado? Veja em quais capitais haverá folga

Papa lança sua 1ª encíclica nesta segunda; texto aborda Inteligência Artificial
Noticias4 horas ago

Papa lança sua 1ª encíclica nesta segunda; texto aborda Inteligência Artificial

Influenciadora diz que relógio de luxo foi furtado em Viracopos
Noticias4 horas ago

Influenciadora diz que relógio de luxo foi furtado em Viracopos

INSS inicia pagamento de benefícios de maio nesta segunda; veja calendário
Economia4 horas ago

INSS inicia pagamento de benefícios de maio nesta segunda; veja calendário

Dia da África: continente aproveita ascensão da China e mira progresso
Noticias5 horas ago

Dia da África: continente aproveita ascensão da China e mira progresso

Huawei propõe caminho para desenvolver chips em meio a sanções dos EUA
Economia5 horas ago

Huawei propõe caminho para desenvolver chips em meio a sanções dos EUA

Virada Cultural: Vale do Anhangabaú teve shows lotados, desmaios e correria por água no domingo
Noticias6 horas ago

Virada Cultural: Vale do Anhangabaú teve shows lotados, desmaios e correria por água no domingo

Tradição e devoção marcam o encerramento da Festa do Divino de Mogi das Cruzes 2026
Noticias7 horas ago

Tradição e devoção marcam o encerramento da Festa do Divino de Mogi das Cruzes 2026

Países discutem solução para combustível fóssil e desmatamento ilegal
Noticias8 horas ago

Países discutem solução para combustível fóssil e desmatamento ilegal

Palmeiras vence Bragantino e dorme na liderança do Brasileiro Feminino
Esporte8 horas ago

Palmeiras vence Bragantino e dorme na liderança do Brasileiro Feminino

Mais de 10 milhões de MEIs ainda não entregaram declaração à Receita; prazo acaba neste mês
Economia8 horas ago

Mais de 10 milhões de MEIs ainda não entregaram declaração à Receita; prazo acaba neste mês

Idosa morre e outros cinco ficam feridos após acidente na SP-132 em Pindamonhangaba
Noticias9 horas ago

Idosa morre e outros cinco ficam feridos após acidente na SP-132 em Pindamonhangaba

Executivo se desculpa por falar em ‘capital humano de menor valor’
Economia9 horas ago

Executivo se desculpa por falar em ‘capital humano de menor valor’

Nando Reis regrava com Marisa Monte a canção que lançou com Ana Cañas
Entretenimento10 horas ago

Nando Reis regrava com Marisa Monte a canção que lançou com Ana Cañas

PL que veta criança em evento LGBTQIA+ é inconstitucional, diz jurista
Noticias10 horas ago

PL que veta criança em evento LGBTQIA+ é inconstitucional, diz jurista

China anuncia negociação com EUA para reduzir tarifas
Economia10 horas ago

China anuncia negociação com EUA para reduzir tarifas

Manifestantes condenam tratamento policial a ativistas da flotilha
Internacional11 horas ago

Manifestantes condenam tratamento policial a ativistas da flotilha

Veja as dezenas sorteadas na Mega-Sena 30 anos neste domingo
Noticias11 horas ago

Veja as dezenas sorteadas na Mega-Sena 30 anos neste domingo

Senado analisa indicados para autarquia que regula fundos de investimento nesta quarta
Economia11 horas ago

Senado analisa indicados para autarquia que regula fundos de investimento nesta quarta

Trump anuncia tarifa de 35% sobre importações do Canadá; cartas já foram enviadas a 23 países | Economia
Internacional11 meses ago

Trump anuncia tarifa de 35% sobre importações do Canadá; cartas já foram enviadas a 23 países | Economia

Presidente do BC vai escrever mais uma carta ao ministro da Fazenda sobre o descumprimento da meta de inflação | Economia
Economia11 meses ago

Presidente do BC vai escrever mais uma carta ao ministro da Fazenda sobre o descumprimento da meta de inflação | Economia

Em carta a Lula, Trump anuncia tarifa de 50% a produtos brasileiros
Noticias11 meses ago

Em carta a Lula, Trump anuncia tarifa de 50% a produtos brasileiros

Veja a íntegra da carta enviada pelo governo Lula aos Estados Unidos sobre tarifaço de Trump | Política
Política10 meses ago

Veja a íntegra da carta enviada pelo governo Lula aos Estados Unidos sobre tarifaço de Trump | Política

Dilma: Banco do Brics terá 30% da carteira em moedas locais em 2026
Economia11 meses ago

Dilma: Banco do Brics terá 30% da carteira em moedas locais em 2026

Carta do Brics tem capítulo contra todas as formas de discriminação
Noticias11 meses ago

Carta do Brics tem capítulo contra todas as formas de discriminação

Inscrições para o 2º ENAC abrem nesta terça; prova é exigida para prestar concurso de cartório | Concursos
Economia10 meses ago

Inscrições para o 2º ENAC abrem nesta terça; prova é exigida para prestar concurso de cartório | Concursos

“Carteirada” com a ajuda de ministros do STF em concurso da USP
Educação11 meses ago

“Carteirada” com a ajuda de ministros do STF em concurso da USP

Governo quer acelerar emissão da Carteira de Identidade Nacional
Política10 meses ago

Governo quer acelerar emissão da Carteira de Identidade Nacional

Em carta, governo reforça indignação à imposição de tarifas pelos EUA
Noticias10 meses ago

Em carta, governo reforça indignação à imposição de tarifas pelos EUA

Lula não esperava carta de Trump, e governo prepara reação nas redes: ‘Bolsonaro quer taxar o Brasil’ | Blog do Gerson Camarotti
Política11 meses ago

Lula não esperava carta de Trump, e governo prepara reação nas redes: ‘Bolsonaro quer taxar o Brasil’ | Blog do Gerson Camarotti

Trump manda carta a Lula e anuncia tarifa de 50% sobre produtos brasileiros | Economia
Internacional11 meses ago

Trump manda carta a Lula e anuncia tarifa de 50% sobre produtos brasileiros | Economia

EUA suspendem sanções contra ex-presidente do Paraguai Horacio Cartes
Internacional8 meses ago

EUA suspendem sanções contra ex-presidente do Paraguai Horacio Cartes

Playground do narcotráfico e déficit comercial: leia cartas de Trump com alegações para taxar México e UE | Economia
Economia11 meses ago

Playground do narcotráfico e déficit comercial: leia cartas de Trump com alegações para taxar México e UE | Economia

Como cartéis da América Latina vêm usando criptomoedas para lavar dinheiro do crime | Tecnologia
Noticias11 meses ago

Como cartéis da América Latina vêm usando criptomoedas para lavar dinheiro do crime | Tecnologia

Consignado CLT: portabilidade de dívidas pela carteira digital começa no fim do mês; entenda como vai funcionar
Economia9 meses ago

Consignado CLT: portabilidade de dívidas pela carteira digital começa no fim do mês; entenda como vai funcionar

Cartilha analisa retomada da participação social no 3º governo Lula
Política11 meses ago

Cartilha analisa retomada da participação social no 3º governo Lula

Brasil diz a representante dos EUA que devolve carta de Trump e a chama de ofensiva e inaceitável
Internacional11 meses ago

Brasil diz a representante dos EUA que devolve carta de Trump e a chama de ofensiva e inaceitável

Movimentos populares lançam carta e plebiscito por justiça tributária
Política11 meses ago

Movimentos populares lançam carta e plebiscito por justiça tributária

Morre o pastor John MacArthur, um dos mais influentes da sua era
Entretenimento10 meses ago

Morre o pastor John MacArthur, um dos mais influentes da sua era

Carta de Trump a Lula repete fórmula do bullying difundida contra seus adversários | Blog da Sandra Cohen
Internacional11 meses ago

Carta de Trump a Lula repete fórmula do bullying difundida contra seus adversários | Blog da Sandra Cohen

USP mantém aprovação após “carteirada” com ajuda de ministros do STF
Educação2 meses ago

USP mantém aprovação após “carteirada” com ajuda de ministros do STF

Nacionalismo econômico enche discursos, mas esvazia carteiras
Entretenimento11 meses ago

Nacionalismo econômico enche discursos, mas esvazia carteiras

Tarifaço de Trump: presidente dos EUA manda cartas para chefes de Estado, anunciando novas tarifas entre 25% e 40%
Economia11 meses ago

Tarifaço de Trump: presidente dos EUA manda cartas para chefes de Estado, anunciando novas tarifas entre 25% e 40%

Cartão de gratuidade é dispensado no Rio para quem tem 65 anos ou mais
Noticias11 meses ago

Cartão de gratuidade é dispensado no Rio para quem tem 65 anos ou mais