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“O pior dos temporais aduba os jardins”, contemporiza Miklos em verso de Sampaio, com facho de esperança que também espoca nos versos desiludidos, mas resilientes, do rock “O tempo não para” (Arnaldo Brandão e Cazuza, 1988), grande fecho do álbum “Coisas da vida” por aliar a pulsação das cordas a uma pegada roqueira que se afina com a história e de Paulo Miklos, crooner que vai bem além do karaokê neste primeiro enérgico disco de intérprete.