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44 segundos agoon
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No dia da posse, já vestido com o fardão, Rosa relutou em sair de casa. “Não vou”, desabafou ao amigo Geraldo França de Lima. “Vou morrer”. No trajeto até a ABL, rezava o terço que a caçula deu de presente. Quando o carro chegou ao número 203 da Presidente Wilson, no Centro do Rio, Rosa, aflito, pediu ao motorista, Ubirajara, para dar voltas no quarteirão. “Para você, não tenho segredos”, voltou a dizer para França de Lima. “Não chego a dezembro”.