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Em um dos vídeos compartilhados no seu perfil, que tem mais de 145 mil curtidas, Mari explica que, quando percebeu que o filho mais novo, Sebastião, gostava também de coisas consideradas socialmente de “meninas”, decidiu que iria criar os filhos não como meninos ou meninas, mas como crianças. Afinal, como ela mesma diz em outra postagem no Instagram, “roupas e brinquedos não têm gênero”.