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“No caso do Boeing 777-300, como é um avião bimotor, de maneira nenhuma pode-se arriscar uma decolagem se você tem, por exemplo, alguma indicação de temperatura alta que pode comprometer. Com isso, razão total para que aborte a decolagem se há condições de abortar. E abortar é um procedimento normal, um protocolo de segurança e qualquer aviador faria isso. Assusta um pouco, mas isso está nos padrões de segurança, porque é para a segurança tanto abortar quanto arremeter. Qualquer indicativo [problema] que se tenha no avião, você deve arremeter ou abortar. Isso é o que manda o manual”, afirmou.