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“Quando chegou a esse nível, eu conversando permanentemente com o Galípolo (Gabriel Galípolo- presidente do Banco Central), com o ministro da Fazenda e com o relator (ministro Jhonatan de Jesus), eu disse: está na hora da gente dar um arrefecimento, vamos fazer uns encontros para entender as prerrogativas do Tribunal e as que tem o Banco Central, entendeu? Porque eles têm que guardar sigilo das coisas, mas nos também temos que fiscalizar”, afirmou.