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5 curiosidades sobre a carreira de Saja, ex-goleiro do Grêmio

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Um goleiro marca gol com a camisa do Grêmio não é algo comum na história do Clube, mas aconteceu com um argentino que atuou em Porto Alegre na primeira década deste século. O argentino Diego Sebastián Saja deixou poucas saudades por sua capacidade técnica, mas até hoje é lembrado pelos torcedores do imortal por conta de um jogo que aconteceu no dia 3 de novembro de 2007.

O Portal do Gremista relembra curiosidades sobre a carreira de Saja!

1) Títulos e artilharia no San Lorenzo

A primeira vez da carreira profissional do ex-goleiro foi o San Lorenzo, onde atuou por oito temporadas, entre 2000 e 2008, quando acabou seu contrato. Na equipe de Almagro, Saja disputou 145 gols em partidas e marcou 11 gols. Pelo clube, ele se sagrou campeão do Campeonato Argentino (Clausura) e da Copa Mercosul, em 2001, e Copa Sul-Americana de 2002, com direito a um gol do camisa 1 no jogo de ida da final, na goleada por 4 a 0 diante do Atlético Nacional, na Colômbia.

2) Passagem com gol pelo Grêmio

Antes de chegar ao Tricolor, o goleiro rodou por empréstimo por uma série de times, como Brescia-ITA, Rayo Vallecano-ESP, América-MÉX e Córdoba-ESP. Em 2007, ele acertou com o Grêmio e foi recebido em Porto Alegre por cerca de 500 torcedores. Campeão gaúcho e vice da Libertadores em 2007, Saja chamou atenção no fim daquele ano.

No dia 7 de novembro, em partida contra o Figueirense, válido pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro, o goleiro assumiu a responsabilidade de cobrar um pênalti sofrido por Jonas, aos 38 minutos de jogo, e marcou 1 a 0. No entanto, o Grêmio acabou sofrendo uma virada dos catarinenses para o placar de 2 a 1 (com um erro de Saja em um dos gols).

3) Destaque no futebol grego

Depois de deixar o Grêmio, Saja, finalmente, se desvinculou do San Lorenzo e, em julho de 2008, acertou com o AEK Atenas. Na equipe grega, o argentino foi eleito por duas vezes o melhor goleiro do campeonato nacional e conquistou o título da Copa da Grécia da temporada 2010/2011.

4) Quase 200 jogos pelo Racing e últimos gols

As boas atuações na Europa despertaram o interesse pelo Racing, que repatriou Saja em 2011, aos 32 anos. O arqueiro baixou na equipe de Avellanada até 2016, acumulando 192 e seus últimos sete gols na carreira (foram 19 ao todo). No clube, ele se sagrou campeão do Campeonato Argentino, em 2014.

5) Curta experiência como treinador e nova função

Após encerrar a carreira em junho de 2017 pelo Zaragoza, com direito a gol sofrido do meio de campo no jogo de despedida, Saja teve uma curta experiência como técnico. No mesmo ano, foi anunciado como treinador do Guarani, do Paraguai, para a Libertadores de 2018. Na sequência, passou rapidamente pelo Agropecuário, da Argentina. Desde 2019, o ex-jogador trabalha como preparador de goleiros do Inter Miami, dos Estados Unidos.



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Rafael Matos conquista o primeiro título brasileiro em um Rio Open

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O último dia do ATP 500 em solo carioca entrou para história do tênis brasileiro. Sob forte calor, o gaúcho Rafael Matos foi o primeiro representante do Brasil a comemorar um título no saibro do Rio Open, o maior torneio da modalidade na América do Sul. O gaúcho e o colombiano Nicolas Barrientos ditaram o ritmo do jogo no último domingo (25) e venceram a dupla austríaca formada por Alexander Erler e Lucas Miedler por 2 sets a 0 (parciais de 6/4 e 6/3).

Uma curiosidade da dupla campeã é que Rafael Matos e Nicolas Barrientos conquistaram o primeiro título juntos. Demorou, mas a torcida fez a festa. A decepção pela eliminação dos três outros brasileiros nas simples não afastou os amantes do tênis. Embalados pelo samba do Salgueiro, a dupla recebeu o prêmio da 10ª edição do Rio Open.

Antes de a bolinha amarela quicar na quadra Guga Kuerten na final de simples, o cantor e compositor Seu Jorge cantou o hino nacional. A final argentina contou com a vitória do cabeça de chave número cinco do torneio Sebastian Baez. Ele levou a melhor contra o compatriota Mariano Navone ao fechar o jogo em 2 sets a 0 (parciais de 6/2 e 6/2). Baez sai do Rio Open com o maior título da carreira. Além disso, se tornou o sexto representante de seu país a festejar um título de ATP 500, o segundo na etapa carioca.

Com o troféu em mãos, Baez agradeceu sua equipe, os adversários e o público do Rio Open, e ainda arriscou o português: “Quero dizer muito obrigado, galera! Eu amo o Brasil”. Já Navone perde a final dentro de quadra, mas viveu momentos curiosos no torneio. Após sofrer agressões xenofóbicas de uma pequena parte da torcida no jogo no qual derrotou o brasileiro João Fonseca, o argentino virou o queridinho da torcida na decisão. Dá para afirmar que Navone foi uma atração do Rio Open. Também vale lembrar que o argentino começou no qualifying e chegou à final.

Porém, uma coisa é certa, um momento vai ficar na memória dos dois finalistas argentinos. Eles tiveram o prazer de falar e tirar fotos ao lado de Gustavo Kuerten e do ex-tenista espanhol David Ferrer.

Fim de festa, é hora fazer um balanço do evento. A direção do Rio Open afirma que a 10ª edição foi um sucesso, com quebra de recordes de público, sem falar dos resultados positivos entre os tenistas brasileiros no torneio. Uma novidade que chamou a atenção de muita gente foi o primeiro torneio de duplas de tênis em cadeira de rodas vencido pelos britânicos Alfie Hewett e Gordon Reid. Eles levaram a melhor contra o japonês Shingo Kunieda e o brasileiro Daniel Rodrigues ao fecharem o jogo em 2 sets a 0 (parciais de 6/2 e 6/4). Após o jogo, Daniel disse que estava feliz e emocionado por participar da primeira edição da competição e ver o público PcD (Pessoa com Deficiência). Na final de simples do Wheelchair Tennis Elite, Alfie Hewett derrotou o compatriota Gordon Reid por 2 sets a 0 (com um duplo 6/3). Agora fica a expectativa para a realização de um torneio feminino semelhante no Brasil nas próximas edições do ATP no Brasil.



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Assista à íntegra do empate entre Ferroviária e Capivariano pelo Paulistão A2

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<img src=”https://vtb.akamaized.net/image/399599/2024/02/25/65dbdaf143527f6149002d26/b08554af0270468384d2c29e74f25a6e__2552074_EPP_2502_CSP_INTEGRA_SERIEA2_thumb_thumb.jpg” /><br />
Neste domingo (25), Ferroviária e Capivariano empataram por 1 x 1 na Fonte Luminosa, em Araraquara (SP), pela 11ª rodada da Série A2 do Campeonato Paulista. Veja a partida completa, que teve transmissão da RECORD .

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Acompanhe os melhores momentos do empate entre Guarani e São Paulo pelo Paulistão

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No Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas (SP), o São Paulo saiu na frente com um gol de Calleri, de pênalti, mas cedeu o empate para o Bugre, que marcou com Léo Santos ainda na primeira etapa. Assista aos melhores lances da partida!

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Assista à íntegra de Guarani 1 x 1 São Pualo, com Bola, Silvio Luiz e Carioca

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Silvio Luiz, Bola e Carioca comandaram a transmissão do empate entre Guarani e São Paulo, no Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas. Acompanhe!

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qual a doença que matou o filho de Enzo Ferrari?

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Mesmo sem aparecer diretamente no filme Ferrari, a figura de Dino, herdeiro da escuderia italiana, é peça chave no desenvolvimento do filme estrelado por Adam Driver. Filho de Enzo Ferrari, o patriarca da famosa marca italiana de carros de corrida, Dino não era apenas um herdeiro de um império automobilístico; ele era um jovem brilhante com uma paixão ardente pelo design e engenharia automotiva.

Nascido em 1932, Dino mostrou desde cedo um profundo interesse e talento para a engenharia automotiva. Sob a tutela de seu pai, ele começou a contribuir para a empresa familiar, particularmente no desenvolvimento de motores. No entanto, o destino tinha planos diferentes para o jovem prodígio.

Causa da morte de Dino Ferrari

Aos 24 anos, Dino foi diagnosticado com distrofia muscular progressiva, uma doença debilitante que gradualmente enfraquece os músculos do corpo. A enfermidade, implacável e incurável na época, começou a tirar do jovem Ferrari sua energia e capacidade física, mas não seu espírito.

Apesar de seu declínio físico, Dino continuou a trabalhar e a influenciar os projetos da Ferrari, deixando uma marca indelével na história da empresa. Sua contribuição mais notável foi a inovação no desenvolvimento dos motores V6, que se tornaram uma peça central nas corridas de Fórmula 1 e nos carros de produção da Ferrari.

A morte de Dino em 1956, aos 24 anos, foi um golpe devastador para Enzo Ferrari. Consumido pela dor, Enzo decidiu homenagear seu filho amado dando seu nome ao que se tornaria um dos modelos mais icônicos da Ferrari, o “Dino”. Este gesto não apenas perpetuou a memória de Dino, mas também marcou uma nova era para a Ferrari, com o Dino estabelecendo-se como um marco no design automotivo.

Distrofia muscular tem cura?

Mais de meio século após a morte de Dino Ferrari, a distrofia muscular continua sendo uma doença sem cura, no entanto com tratamentos muito avançados. Atualmente é possível oferecer qualidade e tempo de vida para quem sofre com a doença.

Um dos impulsionadores em pesquisas do tema foi o próprio Enzo Ferrari, que investiu muito dinheiro (e tempo) pesquisando e testando tratamentos.

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LOCALIZAÇÃO DE PESSOAS – TEL.11 9.8721-7939

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